Homenagem ao sanitarista Jairnilson Paim
Fidelis ressaltou a importância da Bahia, na história da Saúde Coletiva brasileira. Lembrou da contribuição de pesquisadores, professores, profissionais, militantes e instituições baianas para o Movimento da Reforma Sanitária, para a formulação do pensamento crítico em saúde, para a conquista, na Constituição de 1988, da saúde como direito de todos e dever do Estado e para a construção do Sistema Único de Saúde (SUS). E, destacou a importância da iniciativa e a necessidade de ampliar o debate sobre a saúde e a democracia.
“Aos 50 anos, o Cebes reafirma, com essa homenagem, que preservar a memória da Reforma Sanitária não significa apenas celebrar o passado. Significa reconhecer uma história construída coletivamente e renovar, diante dos desafios do presente, o compromisso com a democracia, com o direito à saúde e com a defesa e o fortalecimento do SUS”, afirmou Fidelis. “O Cebes segue na luta pela defesa de uma democracia e de uma cidadania de fato e pela eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, único candidato capaz de fazer avançar a nossa luta e evitar um retrocesso em direção à barbárie”, disse Carlos Fidelis Ponte.


