Skip to content
13 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2022
  • setembro
  • Doçuras de Cosme e Damião
  • Colunistas
  • Ricardo Cravo Albin

Doçuras de Cosme e Damião

Luiz Claudio de Almeida 27 de setembro de 2022 5 minutes read
WhatsApp Image 2022-09-27 at 11.08.29
Redes Sociais
           

“Elas podem dar alento aos amargos da política nesta semana de tantas tensões e dúvidas”.
Texto dedicado aos cronistas Ruy Castro e Joaquim Ferreira dos Santos, sempre atentos defensores desses sabores perdidos.

Quem foi menino – e haverá alguém que não tivesse sido? – guarda na memória afetiva (e gustativa) um soluço de prazer e estima pela dupla Cosme e Damião, santos da Igreja Católica do século III celebrados tradicionalmente pelas crianças do mundo aos 27 de setembro. Crianças somente? Certamente que não. Especialmente quando há pouco todos os jornais televisivos exibiram reuniões de famílias de norte a sul do país a preparar freneticamente saquinhos de balas e doces a serem distribuídos às crianças das vizinhanças. Todas elas. Das ricas as pobres, das amigas ou mesmo as nem tanto.

A festa de Cosme e Damião me encanta desde a infância mais remota em Penedo, cidade colonial de Alagoas, plantada quase na foz onde o Rio São Francisco deságua no mar.
Ali, toda a meninada, inclusive eu, fazíamos jejum de véspera, para poder ingerir no dia 27 o máximo de guloseimas, de doces, de tudo que buscávamos de porta em porta. Portas que se abriam impreterivelmente com todas as delícias que nós, crianças, sonhávamos dia a dia.

Minha mãe, muito católica, mobilizava até as empregadas das amigas mais próximas para produzir na cozinha quilos e quilos de petiscos. Meu pai não comprava açúcar a granel. Encomendava com antecedência um saco de quase 50 quilos. Todinho consumido pelas dezenas de mãos da turma alegre comandada por minha mãe.

Mas isso me faz recordar quando a família veio morar no Rio. Tempos em que o trabalho braçal de criar delícias caseiras foi substituído pelos clássicos industrializados dos anos 60. O paraíso da criançada passou a ter nomes, apelidos e eram desejados como as mais sofisticadas iguarias. Hoje melancolicamente quase extintas, pela eterna falta de respeito às tradições que construíram o melhor de nossa memória comum.
Nos saquinhos de papel com desenho de Cosme e Damião jamais faltavam os pirulitos “Zorro”. Como obrigatórios eram os chicletes “Ping Pong”. E alguns saquinhos se orgulhavam das balas “Caramelo de Leite” ou “Boneco”. Onde foram parar essas gostosuras, meu bom Deus?

E segue abaixo um repertório de lembranças que adoçaram minha infância, tiradas de circulação sem dó nem piedade, por vagos modismos ou eventuais crises de vendagem.

O que foi feito dos “Drops Dulcora”, um luxo de época em vários sabores, como os hoje raros tangerina ou limão? E da cigarrilha de chocolate? Única maneira de fumar de mentirinha…

Abro aqui um justo parêntese para um lamento a ser proclamado com lágrimas aos olhos, o pirulito “Zorro”. Qual de nós, meninos há décadas não daria – hoje já velho – a vida para lamber o sabor de infância mais marcante, o “Zorro” feito com coco e caramelo? Era o mais pedido nos Cosme e Damião, indo até às lojinhas de todos, literalmente todos, os cinemas da cidade, do poeira mais vagabundo à grandiosidade dos Metros, São Luiz ou Rian.
Quem teve a infelicíssima ideia de parar com o inestimável gosto de lamber os dez, doze anos de idade com o pirulito “Zorro”? Memória do meu melhor afeto gustativo, embrulhado, lembro-me bem, com papel que já fazia reluzir nossos olhos infantis, o próprio Zorro, de capa e espada, pronto a sair do pirulito para enfrentar a imaginação de nós, meninos, que queríamos ser réplicas do ator espadachim Errol Flynn, já de espadas imaginárias às mãos.

Ainda juntando lamentos nostálgicos, meu peito se estremece ao agregar à minha viuvez dos sabores de infância maravilhas como as balas “Juquinha” – que soube agorinha mesmo que voltou a ser fabricada em São Paulo por empresário carioca. Verdade ou mentira? Encareço alguma informação, de preferência acompanhada por duas ou três balinhas. Pago bem…

E como a memória voa e o palato foi provocado, surgem mais evocações. Como a “Maria Bonita” – biscoito recheado com maria mole. Alguns devotos dos gêmeos Cosme e Damião, que foram grandes médicos que se fizeram santos (a história valeria ser registrada aqui mas o espaço está por se encerrar) recomendam que um saquinho a ser distribuído às crianças em 27 de setembro não pode deixar de ostentar o pé de moleque, a maria mole e o doce de abóbora.

E por fora correm ainda no imaginário das crianças que fomos há tanto tempo, iguarias infantis (só infantis? pergunto inquieto e com alguma audácia) como os suspiros, as jujubas, as cocadas. Até as pipocas… Bem como os flocos de arroz (chamados maleficamente de cocô de rato), dos quais guardo má memória. Por que? Como saber o que a língua de um menino de 12 anos pode repelir ou adotar?
Só mesmo pedindo a interferência dos queridos Cosme e Damião.

 

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Vera Holtz volta aos palcos no monólogo “Ficções”
Next: Charge do Dia

Postagens Relacionadas

imagem_materia (1)
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Gol contra

Vicente Limongi Netto 13 de abril de 2026
WhatsApp Image 2024-03-27 at 12.40.20
  • Agenda
  • Colunistas

Condor: como a ditadura caçou Neiva Moreira e cercou Brizola enquanto Jango e JK tombavam

Luiz Claudio de Almeida 12 de abril de 2026
WMS.1952.2_1920x1080
  • Agenda
  • Colunistas

Moreira Salles entre o FMI e as Reformas

Luiz Claudio de Almeida 12 de abril de 2026

O que você perdeu...

o último dia - foto de Rafael Oliveira
  • Agenda

Roda de conversa sobre violência doméstica com Anielle Franco e Eliane Sorrini

Luiz Claudio de Almeida 13 de abril de 2026
IMG_7686
  • Agenda

Ronaldo Golden Boys recebe amigos em noite de apresentação no Rio

Luiz Claudio de Almeida 13 de abril de 2026
Tony Ramos sendo homenageado por Marcelo Médici
  • Cultura
  • Variedades

Espetáculo “Dona Lola”, de Marcelo Médici, estreia com homenagem a Tony Ramos

Luiz Claudio de Almeida 13 de abril de 2026
imagem_materia (1)
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Gol contra

Vicente Limongi Netto 13 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.