Para Ler na Rede: Há quase 70 anos, a solidão em Macondo
Leitor é aquele ser que reconhece na vida real momentos literários. Esta semana, por alguns…
Para Ler na Rede: A inspiração vertiginosa de Alfred Hitchcock
Alfred Hitchcock foi uma das poucas pessoas a ter seu nome transformado em adjetivo. No…
Para Ler na Rede: Um toque de anacronismo
“Lázár” (Record, R$ 74,90), de Nelio Bidermann, é um paradoxal romance de estreia de um…
Para Ler na Rede: Raimundo Carrero, o mestre incansável da brasilidade.
A morte de Raimundo Carrero, aos 78 anos, deixa a literatura silenciosa e acinzentada e…
Para Ler na Rede: Desonrar pai e mãe
Em 2013, a canadense Alice Munro recebeu o Prêmio Nobel de Literatura pelo realismo psicológico…
Para Ler Na Rede: Pré-Natal 2
E continua o pré-Natal Chegando aos momentos finais de escolha de presentes para a grande…
Então é quase Natal
Dezembro está quase pelo meio, já. O mês só perde em brevidade para fevereiro, quando,…
Para Ler na Rede: A estranheza em sucesso tardio
Sob pseudônimo, em 2007, a argentina Aurora Venturini (1921-2015) inscreveu o romance “As primas” (Fósforo,…
Para Ler na Rede: O extraordinário Alberto Mussa
“Uma cidade se define pela história dos seus crimes”, diz o carioca Alberto Mussa, cuja…
Para Ler na Rede: Montalbano, sempre a conta-gotas
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante. Clarice…
Olga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.