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Os 100 anos do Copacabana Palace e o livro de Ricardo Boechat são duas memórias gratíssimas

Luiz Claudio de Almeida 22 de agosto de 2023 6 minutes read
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“Um ícone carioca e o livro do Ricardo Boechat, uma joia do querido jornalista, que ninguém citou no centenário do hotel mais famoso do Brasil” – Ricardo Cravo Albin

Neste artigo faço justiça a duas jóias que remetem ao centenário agora celebrado do Copacabana Palace, hotel-ícone hoje justamente saudado, e o melhor livro já escrito sobre ele, hoje injustamente esquecido, feito com apuro que era peculiar ao saudoso jornalista e atentíssimo cronista Ricardo Boechat.

A sedução que um grande hotel pode provocar pelo mundo rendeu bons frutos, tanto na produção de filmes quanto na trama de romances ou novelas. Os primeiros quase sempre melhores que os segundos, à exceção, é claro, de Morte em Veneza, a obra-prima de Thomas Mann, cuja ação se desenvolve no famoso Hotel do Lido de Veneza. Pois bem, por mais faiscantes que sejam as memórias de hotéis célebres, foram sempre elas cenários para histórias, nunca as próprias histórias. Ao menos no Brasil, esse tabu foi quebrado em 1999 por Boechat.

O Copacabana Palace do Rio, fundado pela família Guinle, desde sempre ostentou a velha categoria, o luxo e a qualidade internacional.

O Copacabana Palace, felizmente, nunca saracoteou por outras praças. E está bem plantadinho no mesmíssimo lugar desde o inverno de 1923. Apesar dos sustos por que passamos os cariocas nas décadas de 70 e 80, quando notícias davam conta ora de sua destruição, ora de reformas que lhe acrescentariam lâminas horrendas de até quarenta andares. Tudo isso em nome da cobiça e da falta de respeito pelos pontos referenciais da cidade. Lamentável história, de resto, registrada com todos os esses e erres no último capítulo do livro de Boechat, “Uma joia da coleção”.

O precioso e infelizmente hoje não lembrado livro de um dos melhores jornalistas deste país, Ricardo Boechat, reproduz sua certeira pesquisa que lhe teria custado dois anos de investigações e muito suor.

Não fosse pela originalidade do contar a história do Copa – uma parte decisiva da vida social da cidade do Rio e do próprio país, o livro de Boechat já seria luxuoso. Mas é por muitos outros motivos. A começar pelo texto enxuto de Boechat, arguto repórter, nobre faro para a notícia mais exata e ética. Boechat compõe um valioso painel do Copa, vale dizer da cidade, nas décadas que vão dos 20 aos 90, levantando fatos que se perderiam na poeira do tempo desse país sem apreço pela memória. Aliás, o livro faz perpassar um sóbrio amor do autor pela Praia de Copacabana, desnudando-lhe as belezas através de citações comovidas, inclusive, as de Stefan Zweig ou de Mario Vargas Llosa.

Desse modo, o leitor se delicia com histórias as mais diversas. Como a presença de Mistinguett não mais como atração artística da boate, mas sim como convidada do baile de inauguração do hotel, onde não poderia exibir, contudo, as famosas pernas asseguradas por um milhão de francos, mas mesmo assim lotando o baile pelo simples anúncio de sua presença. Ou como a chegada de Santos Dumont ao Copa (1928), planejada por Otávio Guinle em Paris. Ou como o affair mantido (em 1931) entre a Sra. Negra Bernardez (mãe de Maneco Muller, o futuro Jacinto de Thormes) e o Príncipe de Gales, Edward, que depois renunciaria ao trono por amor a Wallis Simpson…

Dentre as histórias levantadas por Ricardo Boechat, o affair envolvendo a Sra. Negra Bernardez e o Príncipe de Gales, é dos mais saborosos. O príncipe, acompanhado pelo irmão George, chegou ao Rio em março de 1931. Filhos do rei da Inglaterra, tinham 36 e 35 anos, respectivamente, e aqui causaram frisson na sociedade carioca. As moças casadoiras só faltavam se jogar aos pés de ambos, e numa das festas, a oferecida por Carlos Guinle em seu palacete na Praia de Botafogo, Edward conheceu a bela e desquitada Negra Bernardez. No dia seguinte, ambos já estavam tomando banhos de mar em frente ao Hotel em Copacabana. E logo o príncipe estaria apaixonado. Mas a altiva Negra não cedeu e nem sequer atenderia ao convite do príncipe de ir encontrar-se com ele em Londres. Negra Bernardez poderia ter sido a única carioca a ser rainha da Inglaterra. Ou, ao menos, a Duquesa de Windsor, cargo que coroaria a vida da também desquitada e também plebeia Wallis Simpson, por quem Edward abdicaria do trono pouco depois.

Boechat narra ainda, em 1931, o protesto do grande Frank Loyd Wright no Copa em apoio a nosso Lúcio Costa, recém demitido da direção da Escola de Belas-Artes por conservadores e reacionários da arte. Em cada capítulo do livro, Boechat surpreende com farto arsenal de histórias, algumas divertidas como potins sociais, muitas sensacionais como resíduo histórico, outras tantas desde logo fontes para esclarecer histórias futuras a quem se disponha a elaborar uma crônica mais amadurecida sobre os últimos 76 anos na cidade. Fato que observei e cumpre registrar: em todas as citações a pessoas conhecidas, o autor se sai com olímpica elegância, jamais deslustrando memórias ou revelando fatos que possam desonrar personagens conhecidos da cena social ou política. Uma finesse que cativa o leitor e enobrece o autor.

O bom texto exibido pelo também escritor Boechat nos seis capítulos do livro foi premiado com irrepreensível projeto gráfico de Victor Burton, em que sobressaem as fotos de Sérgio Pagano. Aliás, quase todas tão criativas quanto à sutileza e a graça de uma página inteira exibindo o quase detalhe das mangas das fardas de listas azuis e brancas das camareiras do hotel. E tão bem paginadas – com o bom gosto de misturar fotos de arquivo com as de Pagano – que fazem do livro um trabalho artístico de padrão internacional. Uma joia de prazer visual e de prazer de leitura. Mesmo para quem seja capaz de não amar o Rio.

Saúdo o Copacabana Palace no seu centenário, que acaba de reinaugurar o Teatro do hotel (belíssimo). E saúdo o livro precioso de Boechat, injustamente esquecido nesses dias.

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