Horizonte Cerrado

A exposição Horizonte Cerrado: Viver no Centro do Mapa apresenta um panorama da poética do Cerrado a partir da Coleção Sergio Carvalho, estabelecendo conversas e embates entre obras que configuram o universo singular deste bioma. Com curadoria de Marília Panitz, a mostra reúne cerca de 140 obras de mais de 40 artistas e será inaugurada no dia 25 de janeiro, no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro.

O Cerrado, o segundo maior bioma da América do Sul, é cenário e inspiração para uma produção artística rica em ancestralidade e modernidade. A exposição reflete sobre como a natureza e a cultura locais moldam a arte e a política da região, criando um mapeamento cultural que transcende fronteiras geopolíticas. A Coleção Sergio Carvalho, que abrange todas as regiões do Brasil, destaca a potência artística do Centro-Oeste e regiões limítrofes, evidenciando a singularidade cultural do “centro excêntrico” do mapa brasileiro.

Distribuída em cinco salas temáticas, a mostra explora abordagens diversas:

  • Sala 1 – Na linha contínua da paisagem, o que permanece…: Paisagens em diferentes abordagens, de recortes geométricos a horizontes oníricos. Artistas: Dirceu Maués, Fernanda Azou, Gisele Camargo, entre outros.
  • Sala 2 – Entre traçados, anotações e costuras: O traço como narrativa e reaproveitamento do mundo. Artistas: Athos Bulcão, Helô Sanvoy, Virgílio Neto, e mais.
  • Sala 3 – Chão de terra, céu azul, chão de concreto: A coexistência entre história e inovação no Cerrado. Artistas: Adriana Vignoli, João Angelini, Matias Mesquita, entre outros.
  • Sala 4 – Das reminiscências do agora: O imaginário entre ancestralidade e futuro. Artistas: Antônio Obá, Coletivo Três Pe, Léo Tavares, e mais.
  • Sala 5 – O comum extraordinário: subversões: A visão poética e política do cotidiano. Artistas: Camila Soato, Fabio Baroli, Pamella Anderson, e outros.

O colecionador Sergio Carvalho, residente em Brasília, iniciou sua coleção em 2003 e hoje possui obras de importantes artistas contemporâneos brasileiros. A exposição é uma realização do Instituto de Promoção à Arte e Cultura (IPAC), com produção da 4 Art e patrocínio da Eletrobras.

   Serviço:

  • Abertura: 25 de janeiro, às 15h
  • Visita guiada com a curadora: 25 de janeiro, às 16h
  • Período: 25 de janeiro a 23 de março
  • Local: Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241, Centro, Rio de Janeiro
  • Uber: Rua México, 57, Centro, Rio de Janeiro
  • Realização: Instituto de Promoção à Arte e Cultura – IPAC
  • Produção: 4 Art
  • Patrocínio: Eletrobras
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