Skip to content
3 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • janeiro
  • Alccolismo cresce no Brasil. Conversei com a psicóloga Jaira Freixiela Adamczyk. Confira!
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Alccolismo cresce no Brasil. Conversei com a psicóloga Jaira Freixiela Adamczyk. Confira!

Chico Vartulli 9 de janeiro de 2025 8 minutes read
Alccolismo cresce no Brasil. Conversei com a psicóloga  Jaira Freixiela Adamczyk. Confira!
Redes Sociais
           
Faltando pouco mais de um mês para o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, comemorado em 18 de fevereiro, conversei essa com a psicóloga, Mestre em Tratamento  e
Prevenção à Dependência Química, Terapeuta de Família e Casal. Amiga de Alcoólicos Anônimos, sendo presidente da JUNAAB – Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos do Brasil de 2014 a 2017, Jaira Freixiela Adamczyk.
Em nosso bate-papo falamos sobre o crescimento do alcoolismo no país, das medidas e soluções para conter esse avenço, da  atuação da Colcha de Retalhos de A. A. e muito mais. Confira!
JP – O alcoolismo está crescendo cada vez mais entre as mulheres. Como a Colcha
de Retalhos de Alcoólicos Anônimos avalia essa situação?
Durante muitos anos o alcoolismo esteve identificado com a população masculina, gerando resultados que apontavam e ainda apontam para uma prevalência mínima de mulheres na
busca de serviços de saúde especializados.
Entretanto, em pouco mais de uma década, o consumo de álcool pela população feminina
cresceu aproximadamente 30%. Proporcionalmente as mulheres bebem menos
quantidades que os homens, mais sofrem mais rapidamente os efeitos do álcool no seu
organismo. Prova disso foi o aumento de 7% de óbitos e 5% de internações de mulheres
por alcoolismo segundo dados do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool.
Tão complexo quanto às complicações clínicas do álcool no organismo da mulher, o
alcoolismo é o grande propulsor das doenças emocionais na vida de um grande número
de mulheres. O estigma do alcoolismo se faz muito mais presente quando associado à
questão do gênero. Para muitos é difícil imaginar uma mulher grávida alcoolizada, uma
mãe alcoolizada dirigindo seu carro em alta velocidade com os filhos dentro ou que uma
mulher seja capaz de beber perfume, desodorante líquido ou álcool 70º durante uma
Síndrome de Abstinência.
Acolher a dor desse sofrimento tem sido um trabalho incansável de milhares de mulheres
que sofrem da doença do alcoolismo. Juntando retalhos em retalhos compostos de muitas
histórias dolorosas, elas vão formando a Colcha de Retalhos de Alcoólicos Anônimos por
todo o Brasil. Uma rede de apoio em forma de uma grande colcha que abraça cada
recém-chegada em suas reuniões presenciais ou on-line dizendo: você não está mais
sozinha. Existe ajuda, existe esperança.
JP –  Quais são as medidas e soluções a serem tomadas para frear esse
crescimento?
Precisamos trabalhar de forma preventiva os fatores de risco, como facilidade de acesso à bebida alcoólica, associação do álcool ao ambiente social e à diversão,
glamourização do consumo de bebidas alcoólicas, contato precoce com a bebida e
principalmente a falta de divulgação dos prejuízos que o álcool acarreta no organismo
humano. Alertar sobre essas questões pode ser determinante para a conscientização
e a diminuição do consumo de bebidas alcoólicas.

Também é necessário desmistificar a doença do alcoolismo. Muitas pessoas ainda
acreditam que o alcoolismo não é uma doença e sim falta de vergonha na cara, de
força de vontade e fé. A imagem que temos do alcoólico é do indivíduo sujo caído na
sarjeta ou cambaleando pela calçada, sofrendo todas as formas de abusos,
humilhações e julgamento. Vivemos numa sociedade contraditória que faz apologia à
bebida alcoólica, porém, ao mesmo tempo, critica e debocha do alcoólico.

JP –  O alcoolismo é uma doença? Justifique.
 Desde 1967, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o alcoolismo como uma doença crônica e multifatorial, isto é, diversos fatores podem contribuir para sua evolução, como fatores genéticos, psicossociais, quantidade e frequência de uso da
bebida alcoólica. Porém, precisamos ter claro que não existe um nível seguro para o
uso de bebidas alcoólicas, visto que mesmo pequenas doses ainda podem estar
associadas a riscos significativos. Segundo a OMS, no Brasil, 91.927 mortes foram
causadas pelo álcool no Brasil, em 2019, sendo 80.461 entre homens e
11.466 entre mulheres. A doença atingi pessoas de diversas idades, gêneros e classes
sociais.
JP – O que leva um indivíduo a ser alcoólico? Falando especificamente de mulheres que têm problemas com alcoolismo podemos afirmar que seus comportamentos sofrem influências de diversos fatores demográficos,
como idade, estado civil e etnia. Também há fatores de risco, como predisposição
genética, história de abusos físicos, emocionais e sexuais durante a infância e
adolescência, depressão, transtorno de ansiedade, uso precoce de álcool e outras
drogas, convívio com parceiros que bebem excessivamente, separações traumáticas,
saídas do filhos de casa, menopausa, baixa de libido e principalmente a não aceitação
do envelhecimento são alguns dos fatores mais prevalentes.
JP –  Quais as maiores dificuldades encontradas no tratamento dos alcoólicos?
Alcoolismo é a doença da solidão, do aprisionamento emocional. O alcoólico (a) não reconhece a evolução da doença, sendo a negação um dos principais mecanismos de
defesa do paciente. Um dos grandes fatores responsáveis pelo não reconhecimento do
alcoolismo como doença é o preconceito. Preconceito associado a uma cultura de
desigualdade social, torna o alcoolismo ainda mais avassalador quando o associamos
com a condição do gênero feminino. Os padrões de comportamento do beber das
mulheres sempre foi algo extremamente velado. Na maioria das vezes, as mulheres
que sofrem da doença do alcoolismo procuram o profissional médico relatando estar
sofrendo de ansiedade e depressão. É imensa a dificuldade da mulher em reconhecer-
se como alcoólica e revelar suas dolorosas reservas e segredos.
Revista do Villa – Chico Vartulli
Dezembro/2024
JP –  Você poderia comentar sobre a atuação da Colcha de Retalhos de A. A.?
Atualmente há no Brasil cerca de 62 reuniões de composição feminina semanais, realizadas de forma presencial ou online, um aumento de 41% no número comparando
o período pré e pós-pandemia de covid-19. Esse crescimento também está relacionado
ao belo trabalho desenvolvido pela Colcha de Retalhos de Alcoólicos Anônimos de
informação ao público através do seu Canal de Ajuda –
www.colchaderetalhosdeaa.com.br – e nas redes sociais, como Instagram
(https://www.instagram.com/colchaderetalhosdeaa/), onde promove diversas temáticas
com profissionais da área da saúde, ou pelo Whatsapp. A cada dois anos a Colcha de
Retalhos de Alcoólicos Anônimos realiza um evento, reunindo mulheres de diversos
grupos do Brasil e do exterior. O próximo será em agosto de 2025, na cidade de Recife,
em Pernambuco. Nesse evento, que contará com a participação de diversos
profissionais especialistas em dependência química, serão oferecidos diversos
seminários e rodas de conversa sobre alcoolismo em mulheres. O evento será aberto
a todos que desejam saber como e onde buscar ajuda para o tratamento da doença do
alcoolismo.
JP –  Você poderia, sem informar nomes, comentar sobre experiências de sucesso de indivíduos que conseguiram tratar o alcoolismo?
Criada em 1935 nos Estados Unidos, Alcóolicos Anônimos existe em mais de 180 países. No Brasil, A.A está presente em todo território nacional com cerca de 4 mil
grupos realizando 9 mil reuniões semanais de forma presencial ou online. Alcoólicos
Anônimos preserva o anonimato dos seus membros como base do seu programa de
recuperação, evitando com isso que as personalidades dos seus membros jamais
estejam acima dos seus princípios. Em relatório recente, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) destacou a importância do trabalho de A.A., na recuperação de
alcoólicos: “Alcoólicos Anônimos é de longe a fonte mais amplamente utilizada de ajuda
para pessoas com problemas com bebida. Vários estudos bem concebidos e em
grande escala sugerem que A.A., pode ter efeito incremental quando combinado com
tratamento formal, e a frequência de A.A., por si só, pode ser melhor do que nenhuma
intervenção”. Mesmo sem dados estatísticos Alcoólicos Anônimos vem mostrando ao
mundo seu único objetivo: ajudar as pessoas que sofrem da doença do alcoolismo.
JP –  Quais são os projetos futuros da Colcha de Retalhos?
A Colcha de Retalhos de Alcoólicos Anônimos em 2025 realizará seu maior evento. A sexta edição do evento Colcha de Retalhos acontecerá nos dias 22 a 24 de agosto em
Recife (PE), recebendo mulheres de todo Brasil e da América Latina. Além desse
grande evento, a Colcha de Retalhos continuará trabalhando no seu grande objetivo
de levar a mensagem de A.A. a todas as mulheres que sofrem da doença do
alcoolismo. Suas ações em 2025 estarão voltadas à ampliação dos seus trabalhos nas
redes sociais (Instagram, Facebook e Youtube), à realização de palestras com
profissionais da área da saúde, abordando temas diretamente associados às causas e
consequências do alcoolismo, e ao apoio à realização de mais reuniões de composição
feminina dentro dos grupos de A.A., já existentes em A.A. em todo Brasil. Um trabalho
Revista do Villa – Chico Vartulli
Dezembro/2024
incansável feito por mulheres em recuperação que buscam incessantemente estender
suas mãos para a alcoólica que sofre.

About the Author

Chico Vartulli

Editor

View All Posts

Post navigation

Previous: Charge do Dia
Next: Os caminhos do mar: o fascinante e inédito legado de Benedito Lima de Toledo

Postagens Relacionadas

Texto e Fotos Carlos Monteiro
  • Carlos Monteiro
  • Colunistas

Moto contínuo

Carlos Monteiro 3 de abril de 2026
IMG-20260310-WA0130(1)
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Bate-papo com o coreógrafo Marcio Moura

Chico Vartulli 2 de abril de 2026
mca_abr_2906220802
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Refletores para Caiado

Vicente Limongi Netto 1 de abril de 2026

O que você perdeu...

unnamed (6)
  • Agenda

Doce Maravilha confirma sua edição 2026

Luiz Claudio de Almeida 3 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-02 at 12.44.29 (1)
  • Agenda

Leto lança “Levanta Meu Boi” em homenagem às culturas do norte e nordeste

Luiz Claudio de Almeida 3 de abril de 2026
Texto e Fotos Carlos Monteiro
  • Carlos Monteiro
  • Colunistas

Moto contínuo

Carlos Monteiro 3 de abril de 2026
flyer1
  • Agenda

1º CIES coloca o Rio no centro do debate sobre injetáveis e emagrecimento

Luiz Claudio de Almeida 3 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.