Skip to content
11 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • março
  • Georgia Szpilman fala da experiência em unir samba e música erudita com Neguinho da Beija-Flor
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Georgia Szpilman fala da experiência em unir samba e música erudita com Neguinho da Beija-Flor

Chico Vartulli 6 de março de 2025 7 minutes read
IMG-20250226-WA0090
Redes Sociais
           

A  minha convidada desta semana é a soprano do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Georgia Szpilman, que vai apresentar   a riquíssima obra de Chiquinha Gonzaga ao público carioca no tradicional Salão Assyrio, no Theatro Municipal do Rio. No mês da mulher e para homenagear os 90 anos da morte da compositora, pianista  e maestrina brasileira, Szpilman vai apresentar, no próximo dia 16, o espetáculo “Um Encontro com Chiquinha Gonzaga”.

Em nosso saboroso bate-papo, falamos sobre a importância de Chiquinha Gonzaga, da confecção do espetáculo, e  ainda sobre a presença de Georgia Szpilman na Sapucaí. Confira!

 

JP – Olá Georgia! Você poderia nos antecipar como será a homenagem especial aos 90 anos de falecimento de Chiquinha Gonzaga no Theatro Municipal do Rio de Janeiro que você irá realizar?

Este ano, a grande compositora e maestrina Francisca Edwiges Gonzaga completa uma data redonda de falecimento, 90 anos! Por este motivo, eu, uma apaixonada pela maestrina, não poderia deixar de homenageá-la. O concerto será no Salão Assyrio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Além do palco coberto de serpentinas, tendo ao meu lado a pianista Maria Luisa Lundberg, que será nossa Chiquinha, teremos o primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Moisés Santos.  Apresentaremos composições icônicas da maestrina e histórias interessantes da Chiquinha, uma mulher totalmente de vanguarda!

 

JP – No seu ponto de vista, qual foi a importância de Chiquinha para a música brasileira?
Chiquinha e o Ernesto Nazareth foram, de certa forma, a base do que viria ser nossa música popular. No entanto, Chiquinha ficou mais próxima do “povão”, por assim dizer, diferente do Ernesto Nazareth, que na época visava mais a erudição.  Sendo mulher separada, tendo que lutar pela sobrevivência, dando aulas não somente de piano, mas de corte e costura, de história, geografia, português, etc, e se apresentando à noite, acabou de certa forma assimilando muito dos ritmos que iam se misturando no meio popular, de nossa cidade.
As habaneras, o lundu, a polca, o maxixe, misturadas a valsa, criavam um ritmo mais pungente e dançante. Chiquinha era expert em fazer o mix destes ritmos de forma muito especial. Este se tornou seu grande diferencial.  Depois, Chiquinha foi percebendo que para ampliar seus horizontes profissionais, tinha que se voltar para o teatro. Ela se transformou em um “Offenbach de saias”. Sabia como ninguém captar o gosto popular; no teatro musicado teve seu maior sucesso.
JP – A homenagem será no mês de março, mês da mulher. E Chiquinha também teve um comportamento a frente do seu tempo para conquistar o espaço da mulher na sociedade, correto?

Para mim foi perfeita esta data em março, pois Chiquinha foi uma mulher que rompeu totalmente com os padrões de sua época, metade do século 19 e parte da República. Enquanto as mulheres para saírem de casa precisavam da companhia do marido ou do irmão, Chiquinha abandonou o marido e trabalhava à noite tocando ao lado de músicos que a respeitavam.  Logo Chiquinha é perfeita para nos representar, mulheres brasileiras!

 

JP – Chiquinha também compôs inúmeras músicas para o carnaval.  Como era o carnaval da época da Chiquinha?
Só a Cabeça da Chiquinha para pensar em algo especial para nossa festa popular mais importante, O Carnaval!! Antes da composição Ô Abre Alas, a primeira composição Carnavalesca brasileira, grande criação da maestrina, se dançava Polca, Mazurka e Valsas nesses festejos. A própria maestrina compunha tangos e polcas carnavalescas.
Mas a nossa Chiquinha, vendo um ensaio do Cordão Rosa De Ouro, teve esta brilhante ideia: Porque não uma música especialmente para o nosso Carnaval? E a verdade é que Ô Abre Alas está aí até hoje, perpetuando a dona Francisca, e abrindo os blocos de nossa cidade.
JP – Você já teve uma experiencia na Marques de Sapucaí no ano de 1995. No homenagem a cantora lírica Bidu Sayão, você dividiu o carro de som com o intérprete Neguinho da Beija-flor. Como foi essa experiência de unir a música popular e a erudita?
A experiência que tive na Beija-Flor de Nilópolis foi uma das mais impactantes em minha vida. Primeiramente, ir aos ensaios em Nilópolis, ver o que significava a Escola para aquela comunidade.
Depois, a organização e seriedade. Ir aos barracões onde toda magia é construída. Uma verdadeira colmeia. Sob a batuta do Carnavalesco Milton Cunha, um gênio, cultíssimo e totalmente empolgado com o que estava criando. Fantástico!!!
E um pouco antes da Escola sair, o silêncio sepulcral de todos ali presentes. Senti-me como se estivesse na coxia do Theatro Municipal antes da estreia de uma ópera.  Fiquei totalmente arrepiada. Depois, na avenida ao lado do Neguinho da Beija-Flor, fazendo um vocalize sobre o refrão do samba enredo. Pode imaginar, toda aquela energia vinda das arquibancadas, o coração batendo forte e nós dois, lado a lado, samba e ópera, em total harmonia. Então pensei, é tudo igual, não tem diferença. A Arte brotando de nossas veias, empolgando aquela arena. E a Bidu Sayão, já com 90 anos, uma Diva da qual eu era fã, ali bem pertinho de mim, sendo homenageada em grande estilo. Jamais esquecerei este momento em minha vida!
JP – Como você avalia a sua carreira como soprano do Theatro Municipal do Rio de Janeiro?
O Theatro Municipal é minha casa. Amo estar lá. Já participei de muitas óperas e faço parte do corpo estável do TM, como cantora corista. Amo acordar e saber que irei para o teatro ensaiar, todos os dias. Não é trabalho, mas um presente. E estar lá permanentemente, me proporciona ver outras produções, não só de Ópera, mas de Ballet, grandes orquestras internacionais, instrumentistas fantásticos, cantores, figurinistas incríveis, costureiras, aderecistas, iluminadores, cenógrafos, é uma aula permanente, para quem, como eu, gosta de todo o processo.
JP – Quais são os seus compositores da música clássica preferidos? Justifique.

 Meu compositor preferido, sendo soprano lírico, claro que é Puccini, pela teatralidade da sua música, que funciona muito bem em minha voz.  Mas amo Wagner, apesar de pensar que suas óperas só deveriam ser no seu Teatro, o Bayreuth.   Lá é tudo tão perfeito que o cantor não tem que duelar com o metaleira da orquestração de Wagner. Acústica perfeita, onde tudo é pensado para que o cantor possa ficar livre, interpretar e ser ouvido sem sofrimentos. Mas arrisco a cantar algumas árias aqui, com o piano. Já fico feliz. Assim como Puccini, o que me encanta em Wagner é a forma teatral e visceral de suas composições.

 

JP – Quais são os seus projetos para o ano de 2025?
Tenho projetos em andamento, mas ainda não posso revelar. Mas tenho alguns concertos pelo Brasil, divulgando a obra do maestro e compositor Francisco Mignone. O concerto “Cartas de Amor de Francisco Mignone para sua Jô”. Uma pérola onde falo as cartas apaixonadas do Mignone para sua esposa amada, Josephina Mignone. É um concerto muito especial e emocionante. Não podemos esquecer deste gênio. E como a Jô faleceu no ano passado, com 101 anos, totalmente lúcida e ativa, resolvi fazer esta homenagem ao casal, mostrando o lado romântico e apaixonado do maestro. Já em março farei o concerto em São Paulo, na Sala inaugurada em homenagem à Jô, a sala Maria Josephina Mignone.

About the Author

Chico Vartulli

Editor

View All Posts
Tags: Beija-Flor de Nilópolis Chiquinha Gonzaga Milton Cunha Theatro Municipal

Post navigation

Previous: Veja imagens do desfile da Rosas, campeã de São Paulo
Next: Prática em Direito do Consumidor

Postagens Relacionadas

WhatsApp Image 2026-04-09 at 16.16.30
  • Agenda
  • Colunistas

Misoginia Digital, o ódio como combustível da perseguição online

Luiz Claudio de Almeida 9 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-09 at 16.15.13
  • Arlindenor Pedro
  • Colunistas

Ordem e Ruína no Oriente Médio. Reflexões sobre os primeiros momentos da guerra contra o Irã e seus desdobramentos imediatos

Arlindenor Pedro 9 de abril de 2026
IMG-20260327-WA0224
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Entrevista exclusiva com Clara Paulino, presidente do TMRJ

Chico Vartulli 9 de abril de 2026

O que você perdeu...

IMG-20260411-WA0000
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 11 de abril de 2026
760e99c3-28c1-4661-a694-ebe64f02b0eb
  • Agenda

Fred Izak apresenta o show ‘Lírico’ no Rio de Janeiro

Luiz Claudio de Almeida 9 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-09 at 01.29.28
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 9 de abril de 2026
unnamed (7)
  • Agenda

Museu das Amazônias destaca ritmos da floresta

Luiz Claudio de Almeida 9 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.