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sex. set 25th, 2026
Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.
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sex. set 25th, 2026
Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.
Por Henrique Pinheiro – Economista e Produtor Executivo de Cinema – Colunista convidado.
Um dos empresários mais queridos do Rio de Janeiro e do Brasil, Guilherme da Silveira Filho, o inesquecível Silveirinha, deu grande apoio ao projeto da Reforma Agrária, elaborado por meu pai, João Pinheiro Neto, ex-presidente da Supra, no governo de João Goulart .
Amigo de Juscelino Kubitschek e de João Goulart, o famoso ” Dr Silveirinha “, Guilherme da Silveira Filho (1907-1989) foi um dos mais importantes empreendedores do país, naqueles maravilhosos anos 60 governados por João Goulart, o presidente deposto em 1964.
Proprietário da Fábrica de Tecidos Bangu, que herdou de seu pai, Manoel Guilherme da Silveira Filho (1882-1974), “Dr Silveirinha” foi, também, presidente do Bangu Atlético Clube e o responsável pela construção do estádio que é conhecido, atualmente, como ” Moça Bonita “.
Criador do concurso “Miss Elegante Bangu”, Silveirinha lançou a moda dos tecidos Bangu, exportados para o mundo .
Era a indústria brasileira que fazia sucesso naquele período desenvolvimentista da democracia brasileira.
Frequentador dos jantares que meu pai oferecia a Juscelino Kubitschek, a João Goulart e Samuel Wainer, Silveirinha deu apoio a Jango, à Última Hora, à indústria brasileira, ao futebol e à cultura.
Democrático, Silveirinha preocupava-se com o bem-estar de seus operários e funcionários .
Ele herdou de seu pai, o espírito e a prática de ser um democrata.
Manoel Guilherme da Silveira Filho, pai de Silveirinha, em 1943, quando era o presidente da Fábrica de Tecidos Bangu, já oferecia aos seus empregados as normas de segurança e medicina do trabalho que, depois, foram implantadas pelo presidente Getúlio Vargas..
A Fábrica Bangu presidida pelo pai de Silveirinha , nos anos 40, já oferecia assistência médica, creche, farmácia, plano para a aquisição da casa própria (no terreno da companhia ), com material de construção a preço de custo e o abono de Natal.
Guilherme da Silveira Filho, o inesquecível Silveirinha
Silveirinha, filho de Manoel Guilherme da Silveira, costumava dizer que o conjunto de forças da Fábrica de Tecidos Bangu era o capital, o trabalho e a técnica. E que, a empresa só poderia colher os resultados , se todos pudessem se beneficiar .
As ideias de Silveirinha tinham muito a ver com as ideias de seu pai, Manoel Guilherme da Silveira. E, também, com o que pensavam Juscelino Kubitschek, João Goulart e meu pai, João Pinheiro Neto.
Era o Brasil contemporâneo, que fazia sucesso com a Bossa Nova, os Tecidos Bangu, as artes plásticas, a arquitetura e a modernidade.
O pai de Silveirinha, o patriarca Manoel Guilherme da Silveira, diplomou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro e foi diretor médico da Companhia Progresso Industrial Fábrica Bangu .
Ele ajudou a recuperar a empresa e assumiu a presidência da fábrica em 1922.
Presidente do Banco do Brasil, no governo de Washington Luiz, Manoel Guilherme da Silveira Filho foi Ministro da Fazenda, em 1949, nomeado por Eurico Dutra, presidente eleito em 1945 e empossado em 1946, com a apoio de Getúlio Vargas.
Quando deixou o Ministério da Fazenda, em 1951, com a posse de Getúlio Vargas, Manoel Guilherme da Silveira Filho reassumiu a presidência da Fábrica Bangu. E, também, tornou-se o principal acionista da Companhia de Gás Esso.
Em 1970, Manoel Guilherme da Silveira Filho passou a presidência da Bangu para o querido Silveirinha, seu filho, Guilherme da Silveira Filho.
Simpósio Online 161, no XI Congresso de Direitos Humanos em Coimbra
A advogada Alessandra Balestieri coordena, junto com Diego El-Jaick Rapozo, o Simpósio Online 161, com o tema”Governança de Conflitos e Direitos Humanos: desenho institucional, prevenção e resolução de disputas em…
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