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“O Rio é (Tem) Mãe”

Alex Varela Gonçalves 19 de novembro de 2025 7 minutes read
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Estreou Tapajós na abertura do Festival Atos de Fala 2025 no teatro do CCBB-RIO 3.

A concepção é de Gabriela Carneiro da Cunha e o Rio Tapajós.

O texto (dramaturgia), de autoria coletiva, é crítico, denunciador, reflexivo, conservacionista, ancestral, valoriza a figura materna, explora o uso da fotografia e das projeções de slides, utiliza depoimentos orais, prevalece o gestual e o corporal, poético, sensível, emocionante e contemporâneo. Configura-se como um grito de alerta contra a contaminação das águas do rio Tapajós, que se tornaram poluídas em função do garimpo ilegal, que utiliza o mercúrio como material para extração do ouro. Tal fato contamina as águas do rio e dos seres vivos que nele habitam, os peixes, fontes de alimentos das comunidades indígenas, a cadeia alimentar. Os nativos ao pescarem e se alimentarem estão se contaminando também, fato que afeta sobretudo as mulheres e crianças. O texto deixa transparecer que a contaminação das águas afeta diretamente a vida humana. Portanto, a despoluição é algo que solicita urgência e emergência.

A apresentação tem início no corredor que antecede o teatro. São convocadas na fila nove mulheres que são mães. Elas se reúnem e tiram uma foto. Elas são as primeiras a entrar no teatro. Inicia e termina com as mães, quando no momento final elas se reúnem ao redor de uma mesa. Como se fosse uma confraternização final, elas dão as mãos, que permanecerão unidas, como forma de resistência, a vibração enérgica feminina. E, a seguir recebem em suas mãos pequenas luzes em um suporte, e como se fosse uma procissão, elas se encaminham para o painel das fotos.

A dramaturgia propõe, neste momento inicial, a expansão do significado de ser mãe. Todo corpo pode ser habitado por uma mãe. Não se trata apenas de conceber, mas de criar e sustentar a vida.

Num segundo momento, já dentro do teatro, o palco é transformado num laboratório de revelação fotográfica analógica. As duas performers, Gabriela Carneiro da Cunha, e Mafalda Pequenino, derramam mercúrio em bacias contendo papéis próprios para fotografias. Elas serão responsáveis por produzirem diversas fotos que remetem à comunidade indígena Munduruku Sayuré-Maibã. O material fotográfico expressa a realidade daquela comunidade, e serve como elemento de cruzamento de rios, corpos e memórias.

As fotografias produzidas são exibidas num painel no fundo do palco.

Num terceiro momento, se até então só se escutava o som das águas do rio Tapajós, a partir dessa parte passa-se a ouvir todo o processo de narrativa de contaminação pelo mercúrio das águas do rio, a partir de um encontro entre a comunidade indígena e autoridades políticas e médico-sanitárias, com a FIOCRUZ, que apresenta o laudo técnico que acusa o alto nível de contaminação da população.

Em sequência, passa-se a escutar os depoimentos dos membros da comunidade. São vozes que transmitem emoções, sentimento de raiva frente ao invasor, que poluiu as águas do rio e contaminou a toda a população, destruindo a cadeia alimentar. Fica claro a indignação, a ira da comunidade frente ao garimpo ilegal. A contaminação das águas do rio é prejudicial à comunidade, pois no rio eles se banham, saciam a sua sede, pescam e realizam outras atividades.

Nesse momento dos depoimentos é dado ao público  fotografias de membros da população, que exibe-as na frente dos seus respectivos rostos, como se estivessem assumindo aquela identidade e o sentimento de mágoa.

Na dramaturgia, o mercúrio é o elemento utilizado para extrair o ouro, bem como para revelar as imagens das fotografias.

Num quarto momento, entramos numa parte que recupera elementos sagrados, divindades indígenas. A cura das águas do rio Tapajós virá, seguindo a dramaturgia, pela Mãe do Rio, uma figura sobrenatural. Todos os elementos têm uma mãe. Inclusive o rio. E é essa figura ancestral que será capaz de tirar as impurezas das águas do Tapajós. Essa figura também congregará todas as mães do planeta, numa força ímpar e singular, capaz de resistir frente aos invasores. Inclusive elas sabem manejar as folhas, os galhos de arruda, que exalam pelo teatro um odor saudável e agradável. O lado espiritual da performance.

Em momento algum da apresentação escutamos as vozes das performers. Elas apenas realizam ações, gestuais e movimentos. Também dançam para as divindades, bem como preparam mandingas e benzimentos. As vozes que ouvimos são gravadas e são as dos habitantes das comunidades que gravitam ao redor do rio Tapajós e que são diretamente afetadas pela contaminação das águas. São essas falas que costuram a dramaturgia.

Também estão no centro da encenação os técnicos de fotografia e performers João Freddi e Vicente Otávio. Eles complementam as duas performers.

A direção de Gabriela Carneiro da Cunha é correta e adequada, deixando transparecer a sua competência em aliar performance, fotografias, depoimentos de membros da comunidade, e culto às divindades indígenas, de forma equilibrada e harmônica.

Os figurinos criados por Sioduhi são macacões brancos, bem confeccionados e facilitam o deslocamento das performers pelo palco. Elas usam máscaras anti-contaminaçao, deixando transparecer o perigo do contágio. Na parte em que reverenciam a mãe do rio, elas inserem por cima do macacão, amarrações com tiras e luzes vermelhas, indumentárias ligadas às divindades religiosas.

A cenografia criada por Sofia Tomic, Ciro Schu e Jimmy Wong é simples, criativa e bem planejada. Ela é constituída por inúmeras bacias brancas, e recipientes, um painel onde são exibidas as fotos, e um espaço que serve, na maior parte, como reserva de materiais cenográficos com rodinhas, que se transformam em mesas, e, ao final, também se transforma num espaço onde são exibidas fotografias.

A iluminação criada por Jimmy Wong é boa, adequada, e predomina a luz vermelha, cor do mercúrio.

A trilha sonora criada por Felipe Storino é composta por diversas canções, como orações, músicas de festas locais, coro, bem como sons de água do rio Tapajós, e vozes de crianças. A sonoridade traduz o espírito da performance.

A preocupação com o meio ambiente foi incorporada pelas produções teatrais. Tal fato se faz presente naquelas apresentadas no CCBB-RIO. Em outubro, a peça teatral Um Julgamento tratava da contaminação das águas de um balneário, e o médico e cientista Thomas pedia retratação pelo seu cancelamento e condenação por exigir a suspensão das atividades do espaço. E, agora em Tapajós, retorna a mesma temática, numa comunidade indígena que vive às margens do rio, cujas águas foram contaminadas por mercúrio. Portanto, um problema contemporâneo, atual.

A qualidade da dramaturgia fica iluminada num espetáculo marcado pelo equilíbrio e harmonia entre as criações artísticas – direção, performances e concepção visual.

Excelente produção cênica!

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Alex Varela Gonçalves

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