
O correio braziliense do dia primeiro enfatiza a indignação do presidente Lula, semelhante ao desespero da sociedade diante da escalada brutal e covarde de feminicídios: “Até a morte é suave para agressor de mulher”, bradou Lula. Nesta linha, a colunista Ana Dubeux (correio braziliense de 7/12) salienta dramático repúdio: “Mulheres fazem apelos, ensinam, denunciam, levantam bandeiras, escondem-se, fogem, tentam de todo jeito escapar da violência. Mas os homens bárbaros, covardes, nojentos, e assassinam as encontram na rua, no transporte público, no trabalho, principalmente em casa”. A dor de Dubeux é infinita. O que escreve é clamor do medo que está atacando e destruindo lares e famílias. Ricas e pobres. Dubeux acrescenta:” Estamos cansadas, amedrontadas e angustiadas. Temos leis. Temos mecanismos de proteção que poderiam funcionar muito melhor”. Os números das estatísticas de feminicídios são estarrecedores. Até o momento de 2025 somam- se 1075 mulheres assassinadas. Média inacreditável de 4 mortes por dia. As penas para esta escória de monstros e pervertidos agora chegam a 40 anos de cadeia. Mas elas precisam ser exemplares. Cumpridas com severo rigor. Embora, a meu ver, o melhor para esta corga de canalhas seria pena de morte ou prisão perpétua, como existem em muitos países. Sem indecorosas saidinhas e muito menos audiências de custódia. Sem perdão. Porque no Brasil a impunidade destrói tudo de bom que existe. Precisamos ter esperanças e fé. Mas que venham acompanhadas de atitudes exemplares. Que tragam mais paz e respeito as mulheres.





