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    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
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    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
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    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
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Projeto de arte e robótica encerra temporada em escola pública no Centro do Rio

Luiz Claudio de Almeida 5 de dezembro de 2025 3 minutes read
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Engenhoka levou curso para alunos da rede pública de ensino no Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul

 

Trazendo robótica e arte para o dia a dia de alunos da rede pública de várias cidades brasileiras, o Projeto Engenhoka, realizado pelo Instituto Burburinho Cultural, encerra nesta sexta-feira, 5,  mais um ciclo do curso exclusivo de 40 horas, na escola Orlando Villas Boas, no Centro do Rio de Janeiro. O estúdio maker completo usado pelos alunos foi doado à instituição. A iniciativa mobilizou alunos em 6 municípios de 3 estados brasileiros: Rio de Janeiro, no centro e em Copacabana, Macaé, Barra do Piraí e Duque de Caxias. E também Curitiba, no Paraná, e Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

Cada turma foi acompanhada por professores e monitores especialmente capacitados e os alunos selecionados participaram de 40 horas de oficinas, no contraturno, além de estudar sobre técnicas de linguagens de artes visuais em conexão com robótica educacional. Ao longo do percurso, os alunos integraram ações que despertam curiosidade e sensibilidade através de módulos com desafios e aplicação das etapas na prática. Ao final de cada projeto, os alunos realizam uma mostra para apresentar suas criações para comunidade escolar e patrocinadores do projeto. As ‘Engenhokas” passam por uma avaliação e a melhor recebe um troféu como prêmio. O Instituto Burburinho Cultural planeja multiplicar o Engenhoka em instituições da rede pública de ensino pelo Brasil.

Engenhoka é um projeto multidisciplinar no qual os alunos aprendem por meio de oficinas regulares, explorando artes visuais e imersão em temas da robótica educacional em um estúdio maker que conta com impressoras 3D, tablets, mobiliário, boxes de livros e material pedagógico. Toda estrutura é doada à instituição ao fim do projeto, 4.000 livros distribuídos como continuação do Engenhoka e mais de 8.000 alunos que recebem o legado dos estúdios nas escolas. Criatividade, capacidade de raciocínio lógico e concentração são temas difundidos nas oficinas.

Além de retomar o ensino de artes nas escolas da rede pública, o mote do Engenhoka é diluir as fronteiras entre artes e ciências, demonstrando que é possível desenvolver robôs com componentes artísticos, como no universo da escultura, e que também é possível enxergar arte nos robôs. “O Engenhoka nasce da urgência de reconectar escola e juventude. Em um mundo de telas, solidão e desinteresse, propomos arte e tecnologia como caminhos criativos para reacender o desejo de aprender e expressar”. É o que pontua Priscila Seixas, presidente do Instituto Burburinho Cultural.

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