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A queda anunciada de Cuba? Resistência histórica, colapso estrutural e a nova ofensiva imperial

Arlindenor Pedro 17 de fevereiro de 2026 7 minutes read
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Por  Arlindenor Pedro –  Professor de História, Sociologia e Filosofia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas.
      “Há dias que valem por cem anos”
     ( frase do livro de John Reed-Dez dias que abalam o mundo).
Havana e Caracas voltaram a ocupar o centro do noticiário internacional como símbolos de um mesmo drama latino-americano: Crise econômica profunda, pressão externa crescente e a ameaça explícita de uma reordenação imposta pelos Estados Unidos. As declarações recentes de Donald Trump sobre a “iminente queda do regime cubano”, combinadas à atuação agressiva de Marco Rubio, não são mera retórica eleitoral. Expressam uma tentativa deliberada de administrar politicamente o colapso de modelos periféricos que já se encontram sob enorme tensão estrutural.
Mas reduzir Cuba e Venezuela a peças passivas nesse tabuleiro seria um erro analítico grave. Em ambos os casos estamos diante de sociedades marcadas por um histórico denso de resistência, ainda que hoje atravessadas por esgotamento material, fraturas internas e contradições profundas.
No caso cubano, a análise apresentada pela professora Sílvia Maris Ribeiro no canal Utopias Pós Capitalistas oferece uma chave decisiva. Inspirada na crítica do valor, ela sustenta que a crise da ilha não pode ser explicada apenas pelo bloqueio norte-americano ou pela redução do apoio venezuelano, mas pela incapacidade estrutural de reprodução social de um capitalismo de Estado dependente que jamais rompeu com as categorias fundamentais do capital: trabalho abstrato, dinheiro, mercadoria e Estado. Trata-se de um diagnóstico duro. Contudo, reconhecer essa limitação estrutural não elimina o elemento histórico central: o povo cubano não começou ontem.
Cuba atravessou invasões, sabotagens, tentativas de assassinato de suas lideranças, bloqueios prolongados, colapsos de abastecimento e o trauma brutal do chamado Período Especial após a queda da União Soviética. Essa experiência produziu sofrimento, mas também consolidou uma memória coletiva de enfrentamento ao imperialismo norte-americano. Quando Trump e Rubio falam em “queda iminente”, projetam sobre Cuba um roteiro externo que ignora essa densidade histórica da subjetividade social cubana.
O colapso econômico é real. A escassez energética, a deterioração da infraestrutura, a migração em massa e o desalento juvenil são evidentes. Contudo, a questão decisiva permanece aberta: uma sociedade moldada por mais de seis décadas de confronto direto com os Estados Unidos aceitará passivamente uma transição tutelada ou uma restauração subordinada?
Na Venezuela, a equação é distinta e mais instável. O chavismo emergiu como ruptura concreta com o neoliberalismo e como promessa de soberania popular e integração latino-americana. Para amplos setores populares essa promessa foi vivida. O problema central hoje não é apenas o colapso econômico, mas a fratura simbólica entre a promessa revolucionária e a realidade atual.
O distanciamento entre o carisma de Hugo Chávez e o governo de Nicolás Maduro é evidente. Marcado pela queda da renda petroleira e pela intensificação das sanções, o regime fechou-se, apoiou-se numa casta militar e viu proliferarem denúncias de práticas ilícitas associadas ao mercado paralelo e à economia do bloqueio. A captura de Maduro, nesse contexto, torna-se evento politicamente explosivo não apenas pelo fato em si, mas pelo silêncio social que o acompanhou.
Por que não houve reação significativa? A ausência de mobilizações não deve ser confundida com consentimento. Pode indicar algo mais profundo: Um esgotamento social extremo em que a sobrevivência cotidiana absorve toda energia coletiva e a confiança nas lideranças se encontra erodida. Esse silêncio, porém, é instável. Se a experiência concreta de subordinação direta aos Estados Unidos se materializar de forma aberta, é provável que as tensões hoje latentes se convertam em conflito explícito.
Em Cuba o cenário difere. A liderança envelhecida permanece relativamente coesa. O Estado não sofreu uma ruptura abrupta de legitimidade comparável à venezuelana. E o anti imperialismo não é apenas discurso oficial, mas componente constitutivo da identidade nacional. Isso não significa imunidade ao colapso. Significa apenas que a crise é vivida como tragédia histórica própria e não como promessa recente traída.
Aqui se impõe uma atualização decisiva. As últimas medidas de recrudescimento do bloqueio norte-americano, notadamente no campo energético, revelam uma estratégia clara de exaustão. A pressão sobre empresas que transportam petróleo à ilha, as sanções ampliadas contra intermediários logísticos e a tentativa de bloquear fluxos energéticos provenientes de parceiros estratégicos não são medidas técnicas. São instrumentos de asfixia deliberada. Trata-se de levar o Estado cubano ao limite material, forçando um cenário de colapso administrado de fora.
Esse endurecimento ocorre num contexto de quase absoluto silêncio internacional. As grandes potências europeias, frequentemente eloquentes quando se trata de “defesa da democracia”, mantêm postura protocolar e inerte diante do sacrifício cotidiano do povo cubano. O mundo assistiu de forma semelhante ao genocídio dos palestinos na recente ofensiva sionista em Gaza. A indiferença seletiva tornou-se regra. O sofrimento prolongado de povos periféricos parece naturalizado pela ordem global.
A crítica do valor ajuda a compreender o pano de fundo comum. Tanto Cuba quanto Venezuela estão inseridas na crise estrutural da valorização do capital, que atinge de maneira brutal as periferias. O imperialismo contemporâneo não cria essa crise, mas a instrumentaliza. A ofensiva dos Estados Unidos busca reorganizar zonas de influência num cenário em que os três polos de hegemonia global Estados Unidos, Rússia e China operam presos à própria crise imanente do capital.
O capitalismo nada oferece além de ciclos de crise, guerras e reordenamentos forçados. Cuba já experimentou o colapso súbito de um sistema ao qual estava dependente quando a União Soviética ruiu. Afundou no abismo material e, ainda assim, resistiu. Não possui uma classe média racionalizada moldada exclusivamente pelo consumo como ocorre em outros contextos periféricos. Isso lhe confere uma capacidade distinta de suportar tensões extremas.
Entretanto, resistência não basta. A crise cubana e venezuelana só poderá converter-se em horizonte emancipatório se der lugar a formas inéditas de organização social que recusem a centralidade da forma mercadoria, do trabalho abstrato e do Estado como gestor da escassez. A superação não virá da troca de administradores, nem da restauração liberal. Virá da capacidade de romper com o paradigma mercantil que continuou estruturando a vida social mesmo após experiências revolucionárias.
A jornalista Moira Dias escreveu na revista TIME que Cuba precisa de um novo modelo. Vinda daquele espaço editorial, a expressão tende a significar apenas maior abertura de mercado e inserção subordinada na ordem global. Mas o verdadeiro novo modelo em disputa não é mais mercado nem mais centralismo estatal. É a construção de relações sociais que transcendam a forma valor.
A história latino-americana ensina que a submissão raramente se estabiliza sem resistência prolongada. Uma centelha pode incendiar toda a pradaria. Cuba, que já enfrentou a maior potência imperial do planeta por mais de seis décadas, continua sendo laboratório histórico dessa tensão. Acompanhar o desdobramento da crise cubana e venezuelana, bem como a ofensiva imperial na América Latina, é tarefa estratégica para os povos do continente.
Dias explosivos podem estar por vir. Como lembrava John Reed, há dias que valem por cem anos. A história ainda pulsa. E Cuba, mais uma vez, pode se tornar ponto de inflexão dessa travessia.

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