Melancólica Simone

É preciso ter grandeza para fazer política.  Simone Tebet deixa o MDB. Não fara a menor falta. Não deveria nem ter entrado no partido de Ulisses Guimarães, José Sarney, Mário Covas, Teotonio Vilela e Renan Calheiros. Como ministra do Planejamento foi zero à esquerda e a direita. Simone cospe no prato que comeu e se lambuzou. No MDB, Tebet ganhou visibilidade. Que sirva de lição para o MDB. Que passe a ser mais seletivo em suas escolhas. Com mais de 800 prefeituras, não pode ficar eternamente a reboque do PT que tem perto de 300 prefeituras. O MDB precisa manter a dignidade e a grandeza, conquistadas em lutas democráticas. Arrogante e pretensiosa, Simone Tebet foi para o PSB. Com apenas 15 prefeitos dos 645 em São Paulo. Não aparece nem com traço nas pesquisas para o senado. Mostra o que sempre foi. Nas eleições para presidente do senado, Renan Calheiros era o virtual eleito. Tebet disputou com Renan e perdeu na votação da bancada. No plenário, traiu Renan que acabou perdendo para Davi Alcolumbre. O PSB com Tebet, ganhou oceânico presente de grego.
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