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    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
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Entrevista exclusiva com Clara Paulino, presidente do TMRJ

Chico Vartulli 9 de abril de 2026 6 minutes read
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A minha entrevistada de hoje é  Clara Paulino, presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ). Clara Paulino assumiu o cargo com foco na revitalização da instituição centenária, valorizando o diálogo com os corpos artísticos, manutenção do patrimônio e parcerias para a temporada, focada na gestão. Em nossa conversa, ela fala entre outras coisas da aproximação do Theatro com um público cada vez mais amplo. Confira!

JP – Olá Clara! Como está sendo a experiência de presidir o Theatro?

Presidir o Theatro Municipal do Rio de Janeiro é viver diariamente o encontro entre história, arte e responsabilidade pública. Do ponto de vista institucional, é uma função que exige equilíbrio constante. Estamos à frente de um dos mais importantes patrimônios culturais do país, o que implica preservar sua memória arquitetônica e simbólica, ao mesmo tempo em que garantimos uma programação artística de excelência — óperas, balés e concertos sinfônicos — mantendo sustentabilidade financeira, diálogo com órgãos públicos, patrocinadores, artistas e a sociedade.

É um trabalho estratégico: pensar repertório, formar público, valorizar nossos corpos artísticos e assegurar que o Theatro continue relevante no cenário histórico e cultural, mas há também o lado profundamente pessoal, liderar significa ouvir, mediar, inspirar e, muitas vezes, tomar decisões complexas com serenidade. Ao mesmo tempo, poucos momentos se comparam à emoção de ver a plateia aplaudindo de pé após um espetáculo. Nessas horas, a dimensão institucional e a pessoal se encontram: entende-se que todo esforço valeu a pena.

Presidir o Theatro Municipal do Rio de Janeiro é, acima de tudo, servir à cultura. É honrar o passado, cuidar do presente e projetar o futuro — com compromisso, sensibilidade e visão.

JP – Quais têm sido as principais diretrizes da sua gestão?

Uma das principais vertentes do Theatro é a democratização do acesso à Cultura, entendemos que enquanto equipamento público, nosso espaço é para toda a população. Frente a isto, foram desenvolvidas três linhas para formação de novos públicos que são: o estabelecimento de cooperação com universidades públicas e privadas, para criação de ações de difusão e inovação – a elaboração de projetos gratuitos de ocupação dos demais espaços do Theatro para além da sala de espetáculos, através de visitas guiadas de diversas temáticas, apresentações culturais de forma gratuita, realização de exposições itinerantes, projetos voltados exclusivamente a escolas de rede pública de ensino, entre outros. Por fim, também reduzimos o preço dos valores dos ingressos da instituição e adotamos uma política de realização de títulos de obras conhecidas e solicitadas pelo público.

JP – Quais têm sido as iniciativas que você vem tomando no sentido de aproximar o Theatro de um público cada vez mais amplo?

Mencionamos acima algumas dessas ações, entretanto, somadas a elas, também desenvolvemos atividades que fazem com que o público, principalmente os fluminenses, se reconheça na instituição. Além disto, atualmente temos ações que ocorrem nos diversos municípios do Estado para levar o Municipal a quem não pode vir à capital. Apresentações gratuitas nos projetos Boulevard de Portas Abertas e Ópera do Meio-dia e ainda o Projeto Escola, que é uma récita exclusiva do espetáculo da temporada para escolas públicas.

JP – Como equacionar o pequeno orçamento com a exigência de apresentar espetáculos de qualidade e manter a programação em nível de excelência?

É um trabalho que exige bastante organização e planejamento. Desta forma, no meio do ano anterior começo a discutir a programação e atividades que queremos realizar para o próximo ano. Desta forma, faço o estudo orçamentário e aloco essas atividades nos diferentes recursos que a instituição possui, isto é, recurso próprio do Estado, patrocínio oficial da Petrobras e recursos gerados por bilheteria. Assim, consigo mensurar o que podemos realizar, bem como convites aos diversos profissionais que um espetáculo demanda.

JP – No centenário, o Theatro passou por um amplo processo de restauração. Como a sua gestão tem se empenhado em preservar a qualidade da restauração do edifício?

Estar no Theatro é como estar em casa. Apesar de restaurado, temos um grande fluxo semanal de pessoas, logo devemos ter um olhar atento ao prédio, pois os materiais, pinturas e equipamentos se desgastam. Assim, recentemente promovemos a troca dos carpetes, cortinas, estofados, pintura da Sala de Espetáculos e área social, entre outros. Vale citar também que em nossa equipe existe um setor especifico de engenharia e arquitetura, que se dedica a manter este patrimônio nacional.

JP – Qual é  (ou quais são) as maiores dificuldades que você enfrenta em sua gestão para manter o pleno funcionamento do Theatro?

Atualmente, nossa maior dificuldade ou desafio tem sido lidar com o esgotamento rápido dos ingressos dos nossos espetáculos. Percebemos que a população gosta do que apresentamos e, com o valor acessível, ela pode estar aqui. Porém, isso não é de todo ruim, pois temos a casa cheia e isto é uma validação do público para com o nosso trabalho também. Os demais desafios já foram citados, tais como: orçamento, olhar constante a preservação do patrimônio, entre outros.

JP – Você poderia nos adiantar as novidades da programação para o ano de 2026?

Este ano temos muitos títulos queridos do público, como Turandot, Dom Quixote, Quebra-Nozes, além de mantermos projetos como a segunda edição do Opera do meio-dia, Música no Assyrio. Vem mais coisa boa por aí.

JP – Você foi nomeada Embaixadora de Turismo da cidade do Rio. Como você recebeu essa nomeação?

Recebi este título com muita alegria e orgulho também. Poder ser Embaixadora do Turismo e colaborar com a divulgação das riquezas deste Estado que tanto amo é valioso demais.

JP – O que mais lhe faz ser uma cidadã carioca?

Falo que sou uma mineira de alma carioca, ou seja, além das minhas raízes que me trouxeram até o Rio, também odeio sinal fechado e dias nublados (rsrs). O carioca possui uma alegria de viver e uma irreverência que são pontos que me inspiram a me dedicar à cultura fluminense.

JP –Quais são os seus projetos futuros?

Levar ao mundo a riqueza cultural brasileira e, principalmente, a carioca. Por meio dos corpos artísticos do Municipal, proporcionamos aos países que nos recebem lindas apresentações. Destaco, ainda, que temos atividades que levam ao interior do Estado do Rio, além das apresentações, atividades educativas e exposições para que todos tenham acesso à arte garantindo a formação de plateias com as novas gerações e deixando esse legado.

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Chico Vartulli

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