Futuro melhior
O domingo ensolarado abriu o artigo de Ana Dubeux, “O levante democrático e o que vem depois” (Correio Braziliense- 01/11). Texto de Dubeux ilumina os corações dos leitores. Acentua, com marcas de alegrias, momentos das eleições: “Nunca se falou tanto em política, nunca se debateu tanto. Isso é extraordinário e mostra o tamanho e a força do Brasil, um país que não se curva e serve de exemplo ao mundo”. Realmente é hora de parar de falar do fujão golpista, filho 01 do mito de barro. Melhor destacar a notável mobilização popular que resultou na virada histórica de Lula. Mais saudável recordar cadeirantes e idosos, amparados por netos, indo votar. Esquecemos o desprezível Flávio Bolsonaro. Não vale a pena. O falastrão Donald Trump também é personagem menor em nossas vidas. Insiste em bobagens oceânicas sobre a lisura das eleições. Concentremos nossas energias nas recomendações de Ana Dubeux: “Sabemos que será um mandato regido por Lula, mas orquestrado por uma massa sedenta por mudanças, sobretudo no jeito de fazer política”.


