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Bate-papo exclusivo com a artista plástica e galerista Thelma Innecco

Luiz Claudio de Almeida 25 de janeiro de 2024 9 minutes read
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Minha entrevistada é artista plástica, galerista e empresária, Thelma Innecco. Ela começa nossa conversa contando que nasceu  em Niterói, no bairro periférico Barreto, local que havia fábrica de tecidos, fábrica de fósforos, um bairro onde a imaginação era possível, com muitas brincadeiras de rua, clubinhos de teatro nas casas, onde espetáculos improvisados aconteciam, poesia, serestas, e na igreja do local, moderna, com amigos tocando e cantando nas missas.
“Eu e minha irmã apenas, filhas de pais incríveis e amorosos, meu pai compositor e filho de pianista com ouvido absoluto, a professora Helena Innecco e minha mãe, uma mãe de todos até hoje, um colo certo, um ouvido discreto e confiável, raridade e linda!”, conta.

JP –  Olá Thelma! Fale um pouco de sua formação fundamental e média.

Estudei todos os meus anos num colégio só, o tradicional Colégio Brasil, fundado e dirigido por uma família de professores negros, numa área imensa do bairro Fonseca, Niterói, com prédios que hoje após seu fechamento em 1985, pertence ao patrimônio histórico. Essa é uma época na vida de qualquer um que forma seus sentidos e sua ética e estética, já estranhava a ausência de coleguinhas pretos, reparava nos coleguinhas que eram achincalhados de viadinho, ou de mulher macho, ou daquele é pobre ou rico.
Somos marcados por esse hiato, esse silêncio, esse véu de concordância das famílias, da escola e da igreja, com as diferenças, seja de classe, cor da pele e gênero.JP –  Quando você começou a se interessar pelas artes plásticas? Qual é a sua formação superior?
Desde muito cedo, já recolhia pedras madeiras, galhos, que achava que tinham formas inusitadas e orgânicas. Frequentávamos Saquarema, e meu prazer era colecionar agulhas de redes dos pescadores, e suas pedras de rede, hoje ainda tenho algumas agulhas e as pedras se perderam, ficaram na memória. Sou de família branca,  religião católica, muito musical, com hábito de ver programas de calouros e festivais. Lembro num desses festivais, muito novinha, refletindo a data, deveria ter uns quatro anos de idade, fiquei hipnotizada ao ouvir Elis Regina, cantando Arrastão, e aquelas novas referências me traz devaneios, de outras histórias e experiências, intuía que na natureza habitavam muitos deuses e rodava os bracinhos cantarolando, quero me casar com Janaína…Penso também que daí, minha homossexualidade estava latente e minha proximidade com o Candomblé, religião AfroDiaspórica.
Sempre fui ótima aluna, mas nunca gostei de perguntar ao professor, escutava e quando tinha dúvida, debatia. Sempre fui avessa, àquelas pessoas do suposto saber, melhorando após anos de terapia. Entrei na faculdade para fazer Direito e no quarto período, abandonei para inaugurar o restaurante o Enjoy, na Tijuca, palco interessante de músicos e no final dos espetáculos,  iam para lá e rolava jam sessões inesquecíveis, onde ficávamos extasiados, por exemplo com  músicos da orquestra municipal, que tocavam chorinho até de manhã, lindo!
Frequentei alguns cursos no EAV, mas meu viés autodidata, sempre falou mais alto, e diversificava saberes nos livros e frequências em ateliers de cerâmica.
O mais marcante foi o da Maria Teresa Vieira, na Rua da Carioca, uma efervescência de pessoas e práticas e com muita liberdade e acolhimento. Lá, o uruguaio Mario Garcia, de muitos saberes na cerâmica, política e música, ali dava um curso de cerâmica, foi minha identificação imediata.JP –  Por que você escolheu o bairro de Santa Teresa como sede do seu ateliê?
Santa Teresa é um bairro icônico das artes e após ter morado em muitos bairros no Rio, Santa me deu um ar mais orgânico de vizinhança, que na minha memória afetiva, me trazia Niterói, onde nasci e onde tenho todas a minha família…bom dia , boa tarde, como vai?
Também, por ser um bairro absolutamente residencial, boêmio e turístico, sua arquitetura encantadora, seu ar de interior e claro o bondinho. Apesar de ser um bairro tão grande, a sua periferia é imensa, não temos um mercado, isso é muito incompreensível!
A proximidade com a floresta, é um luxo, sempre gambás, ouriços, micos, até tamanduá e macaco prego já apareceram na casa onde resido, que pertenceu ao grande ator Nelson Xavier.JP –  Você é uma ceramista, correto?! Qual a razão do seu interesse em trabalhar com a cerâmica? Quem foram os seus mestres? Quais foram as suas principais referencias?
No atelier da Maria Teresa Vieira, havia muitas práticas e escolhi a cerâmica, por uma questão afetiva, desde pequena, com meus primos, pegávamos barro, nas redondezas da Lagoa Jurtunaíba, em São Vicente de Paula, interior de Araruama, ficávamos horas garatujando o barro. Meu interesse, sempre foi a criação de situações através dele.
Primeiro muitas mulheres com falos inimagináveis, na orelha como brinco, na cintura como uma adaga, e peitos.
Depois cabeças, e as cenas do quotidiano que começaram com Empilhadinhos, após aquela imagem terrível da chacina da Candelária, depois veio Carandirú, Beslan, na Rússia, enfim, elas param! A humanidade demora a perceber que ela é uma só, por isso considero uma série atemporal, que perpassa o tempo, infelizmente, sempre Uns Sobre os Outros. Minhas referências foram acontecendo com o tempo, em Paris, quando fui na primeira exposição de Louise Bourgeois, fiquei louca, depois no CCBB a exposição de Celeida Tostes, formaram minhas principais fontes de desejo de expressão e de referências.JP – O que define o seu fazer artístico? Quais são as características?O tema político social é o fio condutor do meu trabalho, cenas do cotidiano, leituras e assuntos como gênero, preconceitos, observação da desformatação do caráter, humanidades. A profunda desigualdade social e cultural definem meu pensamento crítico. Os corpos das praças públicas, os pedintes, moradores de rua, os trabalhadores em situações precárias, suas moradias distantes, toda essa escultura humana de corpos empilhados que habitam as mesmas praças e demais espaços públicos a arquitetura, o urbanismo, atualizando discussões sobre a ocupação do espaço público e seus motivos. Rapas não adiantam. Adianta política de consequências, de pensar futuro.JP –  Você considera que a arte está desconectada da sociedade ou está intimamente associada ao contexto social em que foi produzida?

A arte está todas as formas e situações, acredito que sempre existe uma conexão com a sociedade, muitas vezes desvendada pelo olhar do outro. Ela é uma provocadora, como digital, é singular no seu fazer, na tensão, na pergunta que ela não responde.

JP –  Você é a gestora do hotel Modernistas Hospedagem e Arte. Portanto, você é uma mulher empreendedora. Como tem sido atuar nessa dupla função de gestora e artista plástica?

Um grande desafio pela ambiguidade essas funções tão diferentes entre si, trazem. Não é fácil, procuro estar à frente da Galeria Modernistas, me relacionar com os artistas, é um prazer. Minha sócia e minha companheira há 26 anos, Lorena Coutinho, me ajuda muito nesse equilíbrio, ela é psicanalista. O artista, sublima, e eu sou caótica, e o princípio de realidade x princípio do prazer, risos, conflito humanos na sua essência, então, dar respostas à gestão, é sempre um conflito.

JP –  Quais são as suas principais produções no campo da cerâmica?

Estou sempre com coisas na cabeça e mãos com um pedacinho de barro, as vezes vou fazendo e esperando o fio condutor da coisa. O barro convida como matéria que traz forte memória afetiva, além de outras memórias, é uma matéria citada como origem em várias religiões, com 14 anos, ganhei o livro Rubáiyát, de Omar Kháyyám, uma ode ao barro. Mas, tenho duas séries em pesquisa, além de sempre a série Uns Sobre os Outros. Uma fala da de conexões inter arteriais, uma invenção onde as artérias defendem e atacam e como rizomas, se conectam silenciosamente, coração abriga memórias, um ponto de convergência entre o pessoal e o coletivo. A outra, que unir a arte no atelier com a arte na cozinha, um banquete com muitas perguntas. Alias, adoro cozinha, muitas vezes, tenho uma bancada com duas pias e num lado, levo meu barro e começo a trabalhar nas duas partes. Morar comigo não é fácil!

JP –  Vamos recordar! Relembre a sua primeira exposição individual Estufa no ano de 2007.

Um movimento, um momento com meu querido e brilhante Jorge Salomão, a voz de trovão. Foi muito importante, pois pela primeira vez, recebia amigos e público, num espaço que não era minha casa, meu atelier, que abria no Arte de Portas Abertas. Foi na galeria do Cine Santa, que amo, aliás é meu cinema preferido. Com Estufa, conseguimos uma foto que quem fez foi o maravilhoso Renan Cepeda, na página de arte do jornal O Globo, foi uma ótima sensação. Jorge saía pelas ruas gritando, olhem o jornal…Depois, foram várias coletivas e individuais. Foi Uns Sobre os Outros na Galeria O Galpão, Belo Horizonte em 2021 e em 2022, na Casa França Brasil Rio de Janeiro, essas vieram de um prêmio de Artes Visuais, muito significativo, dado pela FUNARTE. Também em 2022, Alhures, na MGallery, Rio de Janeiro, com patrocínio da Rede Accor e Heineken.

JP –  Quais são os seus projetos futuros? E, para finalizar, deixe uma mensagem para os seus seguidores.

Ir avante nessas duas séries, nessas investigações que são opostas e complementares, que já trabalho nelas há 3 anos, também tenho planos de transformar a Galeria Modernistas 80% voltada à cerâmica contemporânea e quem sabe, ter lá um pequeno atelier vivo, com abertura de forno, com peças cobertas sendo feitas, acho isso mágico, enfim transformar, transformar, transformar. Minha mensagem, vem de um oriki de Exu, “Exu matou um Pássaro ontem com uma Pedra que Só jogou Hoje”, conseguir domar e reverter as impossibilidades.

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