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    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
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Beleza e talento que vão além-mar

Luiz Claudio de Almeida 6 de junho de 2024 8 minutes read
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Minha entrevistada dessa semana é uma talentosíssima e bela atriz, que  recentemente apresentou em Portugal o monólogo “Maldito Coração, me alegra que tu sofras”. Além de estar à frente do projeto Laboratório Palco Positivo – Teatro pra Vida Real, uma mentoria de desenvolvimento pessoal, fruto de sua especialização em Psicologia Positiva.  Ao longo de sua carreira, Stela Celano já visitou todos os segmentos do mundo das artes. Participou de filmes, séries, novelas, peças teatrais e, até, na dublagem já deixou sua marca. Confira!

JP –  Olá Stela Celano! Como foi a sua experiência de apresentar o monólogo Maldito Coração em palcos portugueses? Como se dá a receptividade do povo português para com os atores e atrizes brasileiros?

 

Foi uma experiência extremamente especial. Fui muito bem recebida desde o primeiro momento. Os portugueses se mostraram muito envolvidos com o espetáculo, participaram fortemente do debate que fizemos após a peça e demonstraram muito carinho e admiração pelo meu trabalho.

 

JP –  Quando você começou a se interessar pelas artes cênicas?

Comecei a me interessar pelas artes cênicas muito cedo, quando já me encantava pelas atuações em filmes e novelas. Aos 14 anos, comecei a estudar teatro. O meu primeiro professor foi o ator Felipe Camargo, em uma aula com pessoas mais velhas, tarde da noite. Foi um desafio e já uma grande oportunidade de crescimento. Me divirto quando lembro que chorei, quando a turma acabou. Eu já estava completamente conectada ao teatro e já o enxergava como um caminho profissional. Depois fiquei alguns anos na Catsapá Escola de Musicais, encaminhada para lá pelo diretor Bernardo Jablonski, onde pude aprender a integrar várias linguagens artísticas, como a dança. Paralelamente a isso, fazia outros cursos. Então fui crescendo, me desenvolvendo e experimentando vários novos caminhos.

 

JP –  Como se deu a sua formação como atriz? Quais são as suas principais referências (teóricas e práticas) na área?

Minha formação profissional foi na CAL- Casa das Artes de Laranjeiras, além de outros cursos de teatro e audiovisual. Me graduei em Licenciatura em Dança, a qual me dediquei bastante durante a vida para potencializar a minha atuação. Sempre gostei de estudar para me aprofundar na arte da interpretação ao longo da minha trajetória. A atuação exige do profissional uma profunda consciência emocional, corporal e teórica sobre o teatro em si. Portanto, ao longo desses anos de carreira bebi em muitas fontes e tive a sorte de trabalhar com alguns professores e diretores que foram essenciais para a minha formação. É difícil escolher um nome porque todos tiveram relevância, mas posso destacar alguns que foram fundamentais. Posso citar a diretora Tânia Nardini, que me mostrou a importância do trabalho corporal para estar ancorada em cena e me apresentou, desde cedo, aspectos muito importantes para a atuação e disciplina na profissão. As fortes cenas de Nelson Rodrigues, sempre me estimularam a ir além na
minha interpretação e me permitiram aprender a dosar as emoções dos personagens. Atualmente, uma referência para mim é o ator e preparador de atores Harold Guskin e sua obra “Como parar de atuar”.

 

JP –  Além do teatro, você também atua na televisão. Atuar no teatro e na televisão é a mesma coisa? Qual é a diferença?

Existem muitas diferenças entre atuar em teatro e televisão. Apesar de se encontrarem em alguns pontos, exigem certas habilidades diferentes. Não é uma regra, mas no teatro os processos costumam ser mais longos. Algumas temporadas podem se prolongar e já cheguei a ensaiar uma peça durante seis meses. Temos uma plateia que, em alguns casos,  pode interagir com os atores, a projeção da voz é mais ampla, exige maior presença do
corpo como um todo. Por outro lado, na televisão a intenção do olhar é essencial e pequenos gestos dizem muito. E temos a presença da câmera, que precisa ser levada em conta. No teatro aumentam as chances da necessidade da improvisação, por ser feito ao vivo. E revivemos a história contada a cada apresentação, que é sempre única.

 

JP –  No seu ponto de vista, o que é ser artista?

Ser artista pra mim, entre outras coisas, é expressar uma forma de ver o mundo, por meio de histórias. E a partir delas provocar no público reflexões a respeito de suas próprias  trajetórias. É dar motivos para que, através da observação de uma outra vida, as pessoas possam pensar sobre as suas próprias existências. Mas, antes e além disso tudo, ser artista é expressar o que tem de muito verdadeiro em mim.

 

JP –  Como você pensa a questão do etarismo no meio artístico?

A ideia da atuação é retratar, na maioria das vezes, a vida real. E nela as pessoas envelhecem. Por que brigar com isso? Nos exigem desde cedo habilidades e experiência,  quando muitas vezes nem tivemos tempo para isso. E, de uma hora para outra, essa  exigência passaria a não valer mais? São caminhos que não se encontram. Quanto mais nos conectamos com a essência das pessoas, suas capacidades e com a nossa real função no mundo, mais respeitamos e aceitamos esse processo natural da vida.

 

JP –  Na televisão atual se dá grande protagonismo aos realities e a seus ex-participantes, muitos inclusive sendo chamados para atuar na TV sem ter uma formação específica na área. Como você analisa esse fato?

Valorizo muito a formação, mas entendo que a trajetória de vida das pessoas, assim como suas escolhas, são diferentes e procuro respeitá-las. Carregamos talentos naturais conosco, mas mesmo esses devem ser aperfeiçoados e lapidados.

 

JP –   Além de atriz, você também atua no campo da psicologia. Como se dá a sua atuação na área? Você tem consultório? Leciona? Participa de congressos e seminários? Qual é a sua especialidade na área?

Eu sou especialista em Psicologia Positiva, que é um movimento científico que estuda o bem-estar, os aspectos que funcionam bem em nossas vidas e que, quando trabalhados, podem nos ajudar a ser mais felizes. Eu ajudo as pessoas nesse processo de descoberta das suas potências por meio de mentorias, usando conceitos da Psicologia Positiva e alguns recursos da atuação. Não sou psicóloga. Gosto de deixar isso sempre claro, pois é
uma área (a psicologia positiva) que ainda está sendo descoberta. Acabei de voltar de Lisboa, onde participei como palestrante do IV Congresso Português de Psicologia Positiva e II Simpósio Luso-brasileiro de Psicologia Positiva. Falei sobre um dos meus processos de mentoria, o Laboratório Palco Positivo – Teatro para Vida Real, um espaço de experimentação, descobertas e transformação, que tem como objetivo potencializar o desempenho das pessoas na construção da felicidade. Foi uma troca bastante interessante e fiquei muito feliz com o retorno que tive da minha apresentação. Eu não sabia muito bem como seria o interesse nesse assunto e fui positivamente surpreendida, com as pessoas motivadas e interessadas no que eu estava ali  apresentando. Foi um momento de muita satisfação, realmente muito estimulante.

JP –  É possível relacionar teatro e psicologia? Caso sim, de que forma?

O teatro oferece inúmeras ferramentas que, quando direcionadas, contribuem muito com o desenvolvimento humano – objetivo também da Psicologia Positiva. Ambas as áreas, ao
meu ver, exigem uma dedicação ao autoconhecimento para serem realizadas com
excelência e atuarem a favor do crescimento pessoal.

JP –  Quais são os seus projetos futuros? E, para finalizar, deixe uma mensagem para os seus seguidores.

Voltei de Lisboa com as energias renovadas e bem entusiasmada. Foi muito bom perceber  a conexão das pessoas com o meu trabalho. Tanto o monólogo, como a mentoria utilizando  a ciência do bem-estar e da felicidade. Vou continuar com as apresentações da peça Maldito Coração (um texto premiado da escritora Vera Karam), com direção de Isaac Bernat, e me dedicar aos ensaios da reestreia da peça Piano Bar (texto do João Batista) e direção de Sueli Guerra. Estou também desenvolvendo uma nova peça que investiga as dificuldades e o processo de superação de uma mulher envolvida em um conflito pessoal. A minha mensagem para as pessoas que me acompanham é sobre a importância de trabalharmos o autoconhecimento. Saber profundamente sobre nós mesmos é essencial para uma vida com maior plenitude. Por mais que pareça uma tarefa difícil, quanto mais nos conhecemos, mais é possível fazer as transformações necessárias para uma vida com mais felicidade. Quando utilizamos a arte teatral como ferramenta para o nosso desenvolvimento, seja assistindo a uma peça ou nos envolvendo em workshops, nos damos a oportunidade
de contribuir com nossas vidas por meio da observação e da experimentação de outras histórias, o que nos dá uma ampla gama de possibilidades.

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