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Autoestima ou pouca vergonha?

Luiz Claudio de Almeida 6 de agosto de 2024 6 minutes read
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Houve tempo recente – há uns poucos anos – em que era de bom tom, quase chique, falar-se mal do Brasil e do Rio de Janeiro, em especial. Eu próprio cansei de ouvir – em rodas as mais diversas e que iam de salões elegantes a convescotes de intelectuais – muitas aleivosias contra a querida e sofrida cidade de São Sebastião, enunciadas sempre ou com um risinho beócio ou com uma superioridade blasé a que não faltavam citações em inglês chinfrim, dessas que empregam palavras de moda, extraídas da praga dos computadores.

 

Nunca me conformei com as pedradas contra o Rio, especialmente na presença de estrangeiros ou mesmo de paulistas, esses, ao que parece, reincidentes algumas vezes na má vontade. Quando as pessoas sensatas – cariocas e paulistas – pensavam que já havia cessado esse tipo de procedimento caipira e cafajeste, de resto tão antiguinho, eis que alguns colegas jornalistas da gigantesca metrópole caem de pau na única cidade da América do Sul que tem cacife de magia e sedução para representar o Brasil em conclaves internacionais. Mas não estou aqui para alimentar essa arenga ridícula, até porque um dos meus gurus favoritos, Vinícius de Moraes, me confidenciou pouco antes de morrer que adorava São Paulo, desmentindo com inusitada veemência a frase que lhe sempre fora atribuída – “São Paulo é o túmulo do samba”.

 

O que quero abordar agora é uma observação oblíqua que fiz por conta – ou não – de recente presença do Comitê Olímpico no Rio. É claro que eles ficaram bem impressionados com a beleza da cidade, a não ser – guardo disso comigo uma secreta certeza – com os muitos out doors espalhados por todos os lugares e que anunciam seus produtos no idioma inglês. É exatamente isso! E não são uma ou duas palavras empregadas por puro modismo, não. São, pasmem, frases inteiras na língua. Os campeões do uso e abuso desse procedimento insultuoso são as sandálias, os tênis e os jeans.

 

Há, pelo menos, dois produtos que apregoaram tempos atrás as seguintes gracinhas em letras garrafais: “Sandals are the best for the feet” (ou algo parecido) e assinam o nome da tal sandália, também em inglês, é claro. O outro que me ocorre de memória proclama: “This is the best. Taste it!” com assinatura do tênis também em inglês. Não lhes citarei o nome, até como repúdio pela insolência da subserviência e pela bajulação exagerada de um modismo que nos é pernicioso. Agora, caro leitor, pense comigo: ou esse tipo de gente não tem autoestima, ou nunca parou para refletir sobre a bobagem que propõe, mesmo porque a maioria dos cariocas não sabe patavinas de inglês. Ou simplesmente essa gente não tem um pingo de vergonha, para desprezar assim, com olímpico desamor, a língua nativa de seus concidadãos. Aliás, há mais de sessenta anos atrás, dois oráculos da cultura popular, os compositores Assis Valente e Noel Rosa, já botavam a boca no trombone contra o estado de desapreço ao nosso idioma. O primeiro era contundente: “Good bye, boy, deixa a mania de inglês / fica feio pra você, moreno frajola.” O segundo foi profético: “O cinema falado é o grande culpado da transformação…” Referia-se Noel aos anglicismos trazidos pelo cinema falado e a indústria do lazer norte-americana. Isso ainda ao começo dos anos 30…

 

Indignado com todas essas reflexões, evoco agora aqui que cheguei a comentar esse assunto com meus pares do CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária. Ali, entre ilustres publicitários, criativos homens de propaganda e hábeis advogados, discutimos brevemente o assunto – por todos considerado grave e cruel para com o vernáculo. O curto espaço de tempo, contudo, foi o bastante para que todos ativássemos alguns mecanismos de defesa em favor da nossa desrespeitada “última flor do Lácio”. Foi de imediato lembrado o próprio código do CONAR, que no seu artigo 27, parágrafo sexto, dispõe o seguinte: “O anúncio adotará o vernáculo gramaticalmente correto, limitando o uso de gíria e de palavras e de expressões estrangeiras, salvo quando absolutamente necessárias para transmitir a informação ou o “clima” pretendido”.

 

E mais abaixo especifica: “na publicidade vinculada pela rádio e pela televisão devem os Anunciantes, Agências e Veículos zelar pela boa pronúncia da língua portuguesa, evitando agravar os vícios de prosódia que tanto já estão contribuindo para desfigurar o legado que recebemos de nossos antepassados.”

 

“Melhor, e mais exato, impossível” – celebrei com entusiasmo. Todos nos entreolhamos mutuamente e sentimo-nos orgulhosos do código irrepreensível. Logo, o CONAR socorreu-me com mais uma bela munição: o artigo 36 do Código Nacional da Defesa do Consumidor. Ele também exige decência e respeito para com o vernáculo, a ser utilizado obrigatoriamente em qualquer comunicação pública, publicitária ou não, dentro de novas fronteiras físico-políticas.

 

Justo? Justíssimo, até porque, e sem maiores blablablás, esse tipinho de gente que não tem autoestima, e se deixa colonizar já pode agora sofrer um enquadramento qualquer. O que saneia, um pouquinho que seja, essa mixórdia em que todos nós vemos mergulhar o idioma com que aprendemos a nos comunicar desde o berço.

 

E que deveria ser cultuado, por que não? Tal como os franceses cultuam seu belo idioma. Não é demais lembrar as recentes campanhas empreendidas pelo poder público (a partir de Paris) para salvar a língua de Voltaire dos anglicismos indesejáveis – praga universal neste começo do século XXI.

 

Há poucos anos, comprovei em longa viagem à Índia a persistência dos ex-colonizados ingleses em defender e falar seu milenar idioma nativo, tão acumulador de sabedoria e de cultura.

 

 Que se manifestem a favor do vernáculo – e solicitem urgentes providências ao PROCON e ao CONAR – todos os interessados. Que, quero crer, devemos ser todos nós, brasileiros. Ao menos por autoestima. Ou vergonha na cara.

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