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Alma Duran e Anton Tchekov: Imaginação e Criatividade

Luiz Claudio de Almeida 2 de outubro de 2024 8 minutes read
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Estreou a peça teatral Um Jardim Para Tchekov no teatro do CCBB RIO 3 

 

O texto de autoria de Pedro Brício navega entre a comédia, o lirismo, e o drama. A trama narra a história de uma consagrada atriz de teatro, Alma Duran, vivida por Maria Padilha, que vai morar com sua filha, a médica Isadora (Olivia Torres), e seu genro Otto, um delegado de polícia (Erom Cordeiro), em um condomínio em Botafogo, no Rio de Janeiro.

A nova residência era uma mescla de quartel e CTI. Era marcada por uma rotina intensa. De um lado, uma mulher que vivia no hospital. De outro lado, um delegado que vivia quebrando gelo na delegacia.

Alma morava em Santa Tereza e não teve mais condições de pagar o aluguel, pois estava desempregada há três anos. Ela já teve seu momento de esplendor, mas agora está no ostracismo. Para conseguir se manter, ela começa a dar aulas de teatro para a estudante Lalá (lohanna Carvalho).

Portanto, ao chegar aquela residência, Alma trouxe consigo a magia do teatro, do encantamento, da emoção, o olhar artístico, sensível, quebrando a monotonia  do dia-a-dia e o pragmatismo do casal, num momento em que o relacionamento do par dava sinais de esgotamento, e onde se fazia presente uma arma de fogo, símbolo da violência, uma vez que Otto era um agente de segurança. Inclusive deixou Lalá assustada ao visualizá-la sobre a mesa. Momento tenso!

Ademais, Lalá, inicialmente aluna, se tornará amiga da família, e passará a ter uma relação mais próxima, frequentando as reuniões sociais. Inclusive o jantar com cardápio russo oferecido por Alma numa noite de sexta-feira.

Ao mesmo tempo, Alma sonha em montar “O Jardim das Cerejeiras”, que trata de uma tradicional família russa em decadência, prestes a perder uma propriedade.  A protagonista da peça Liuba Ranevskaya, que Alma pretende interpretar, está falida. Assim Alma, a atriz carioca, e Liuba, a personagem russa, apresentam semelhanças. Estão em momento de estagnação financeira e decadência, presas as glórias pretéritas.

Contudo, Alma não conseguiu recursos, e o edital para o qual submeteu o projeto foi indeferido.

Certo dia, Alma desceu ao playground do prédio para fumar. Naquele espaço, ao ar livre, ela podia. E não na sua residência, ambiente fechado, impregnando o ambiente com o odor da nicotina, como em alguns momentos procedeu.

Ela conheceu um desconhecido naquele espaço do prédio, que afirmou ser Anton Tchekhov (Leonardo Medeiros), que passa a ajudá-la na tentativa de montar O Jardim das Cerejeiras.

A partir desse momento, realidade e ficção começam a se misturar. Brasil e Rússia se aproximam pelo encantamento do teatro. Alma inclusive em algumas cenas pronunciará o texto em russo. E, como já mencionamos, ela ofereceu um jantar com cardápio russo na residência da sua filha.

Anton Tchekhov (1860-1914) foi um dramaturgo e escritor russo. O autor do texto Pedro Brício o insere como personagem na dramaturgia. Ele renasce em terras cariocas. Imaginação e criatividade dramatúrgica. Afinal, o teatro também cumpre essa missão. Num texto teatral há espaço para a imaginação, que não é controlada.

O encontro entre  Tchekov e Alma é marcado por grande emoção e poesia. Eles dialogam, leem juntos trechos de textos, se aproximam, trocam afetos, e se beijam. É uma relação intensa. Ele permite que Alma sonhe, acredite na possibilidade de montar o texto, e passe a plantar um jardim de cerejeiras no play. Uma fantasia criativa! Alma não perde a esperança.

Alma levou Lala para conhecer Tchekov. Este último também ajuda Lala. Ele redige um texto que lhe agrada, e ela o escolhe para ser apresentado no dia da seleção.

Tchekov, Alma e Lala convivem, dançam, leem poesias. É um momento mágico, emotivo, de pura poesia!

Tchekov aproveita a sua vinda a cidade do Rio de Janeiro e realiza um passeio turístico, conhecendo diversos bairros como o Leme, a Lapa. Passou pelo túnel novo. Escutou também tiros, provavelmente produto de confrontos entre policiais e delinquentes, marcas da violência da nossa cidade. Pode conhecer de perto a nossa realidade. Inclusive foi assaltado, e lhe foi dada uma camisa típica para turistas que visitam a cidade.

Um momento relevante da dramaturgia no encontro entre Alma e Tchekov se dá quando a atriz lhe disponibiliza um jornal brasileiro. Ao ler as notícias, ele fica triste com as informações de destruição de paisagens, queimadas, desmatamento, extermínio das florestas, seca dos rios, desaparecimento de animais selvagens, entre outros temas. A destruição ambiental foi um tema que Tchekov tratou em uma de suas peças, Tio Vania. E a dramaturgia traz para o espaço teatral.

Alma não conseguiu encenar o texto sonhado. Mas ela transformou a vida de Lala ao ajudá-la a ingressar na escola de teatro. E a vida de Otto, ao convidá-lo a gravar um vídeo teatral, fato que o levou a desistir da carreira policial e ser ator.

O texto é denso, reflexivo, potente, discute questões atuais, e é poético, chama a atenção para o poder transformador que a arte pode ter na vida das pessoas. Alma, com sua poesia, seu encantamento, sua sensibilidade, deixou transparecer a sua capacidade de realizar mudanças em situações rotineiras marcadas pela excessiva razão. Ela transborda amor, afeto, generosidade.

O elenco é coeso e equilibrado. No conjunto funciona bem. Apresentam domínio do texto e do palco, bem como uma boa movimentação. A linguagem utilizada é acessível, e facilita a compreensão do texto. Em alguns momentos há trechos em russo, mas nao atrapalha a comunicação.

Alma Duran é interpretada por Maria Padilha, que faz uma boa e convincente apresentação, carregada de emoção. Ela faz uma atriz apaixonada por sua arte, que atua com prazer, adora o seu trabalho, sonhadora, poética, que não perde as esperanças.

O personagem Otto, representado por Erom Cordeiro, correto em sua interpretação, faz um delegado de polícia, um agente de segurança, flamenguista, que se irrita com facilidade com o vizinho chinês, vascaíno. Ele é obsessivo, chato, e inconveniente.

Por sua vez, Isadora é interpretada por Olivia Torres, que também faz uma apresentação correta, é uma médica, que recebe a sua mãe em sua residência, e se preocupa com o bem estar dela e a sua saúde mental. Está um pouco confusa, pois seu relacionamento com Otto não vai bem.

Lalá é interpretada por Lohanna Carvalho, que ainda tem muito a amadurecer e ganhar experiencia de palco. Ela é preta, aluna de Alma, que irá prestar uma prova para entrar para uma escola de teatro e encontrará em Alma mais que uma professora, uma amiga que lhe ajudará a escolher o texto correto. Para se sustentar trabalha como motorista de uber.

Leonardo Medeiros interpreta Tchekov, numa belezura de atuação. Ele é um letrado, um autor de peças de teatro. Adora poesias. Ele ajuda Alma a sonhar, e tentar realizar seu projeto de montar O Jardim das Cerejeiras.

A direção é de Georgette Fadel, que  foi precisa, nas marcações e em detalhes de direção de atores. 

A cenografia criada por Pedro Levorin e Georgette Fadel é constituída por duas cadeiras, um mesa com diversos objetos, um ventilador, sacolas da mudança, e nas laterais refletores e câmeras. Há também bonecos infláveis na posição vertical representando personagens.

A cenografia não permanece a mesma durante todo o espetáculo. No início os elementos que integram o cenário estão posicionados de uma forma, e ao longo do mesmo vão mudando de posicionamento.

Os figurinos criados por Carol Lobato são bonitos, de bom gosto e adequados aos personagens. Os atores trocam de figurinos ao longo da peça, não utilizando apenas uma roupa. Os figurinos vestidos por Alma se destacam.

No cenário há um ventilador, conforme já mencionamos. Por diversas vezes os atores se apresentam na frente do aparelho tomando aquele arzinho. O vento integra a peça. O tempo todo está ventando, o que traz uma sensação de movimento, mostra que estamos vivos. Pois só ha vida se respiramos o ar que nos rodeia. Se não respiramos mais é porque não há mais vida.

A iluminação criada por Maneco Quinderé é bonita, adequada as diversas cenas do espetáculo, e realça as interpretações dos atores.

Um Jardim Para Tchekov é uma peça com dramaturgia potente e reflexiva; tem uma mensagem bonita, emotiva, e poética; apresenta um bom elenco, com atuações convincentes.

Excelente produção cênica!

 

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Luiz Claudio de Almeida

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