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Arte, Corpo, e Narrativas Diversas da História do Brasil

Alex Varela Gonçalves 30 de julho de 2025 8 minutes read
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Foi inaugurada a exposição CORpo MANIFESTO no segundo andar do Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro.

 

A curadoria é de Juliana Crispe e Claudinei Roberto.

 

A exposição é crítica, anti-racista, decolonial, educacional, didática, e ancestral.

 

A história do Brasil, durante um longo tempo, foi narrada pela ótica dos vencedores. Essa narrativa colocou em evidencia o elemento branco, europeu, o colonizador, que se auto denominou civilizador. Em nome “do rei, da fé e da lei” se deu o processo de invasão da invenção “Brasil”, há muito ocupado por diversos povos. Invadido, o colonizador se auto intitulou o dono da terra, impôs o projeto de colonização, e uma narrativa da história que privilegiava as suas ações e feitos, dando visibilidade unicamente ao elemento branco, ser hegemônico.

 

É essa narrativa que a exposição visa questionar e rejeitar. Essa história una, feita de apagamentos, aniquilamentos, que Sérgio Adriano H., que celebra 25 anos de carreira, artista preto, com corpo preto, representante de uma coletividade, nascido em Joinville (SC), almeja implodir. E para a realização dessa proposta ele se utiliza de fotoperformances, escultura, pintura, instalação e vídeo.

 

Sergio Adriano se utiliza de fotoperformances. Por meio delas, a sua imagem é captada, e ele é inserido numa nova proposta de narrativa da história do Brasil. Esta se inicia na praia de Santo Antonio de Lisboa, em Santa Catarina, onde ele aparece vestido com um traje confeccionado a partir de cobertores de moradores de rua, e envolto por duas canas-de-açúcar. Nesta praia foi construída no ano de 1845 uma rua para a visita de Dom Pedro II. Mas quem a construiu?

 

Da primeira imagem, sucedem-se outras do artista na praia de São Miguel do Gostoso, no litoral de Santa Catarina, com o corpo nu. E, uma outra, onde seu corpo aparece envolto com uma faixa de penas de galinha, remetendo ao Porto de Galinhas, em Pernambuco, onde os escravizados chegavam escondidos em meio a caixotes de galinha, pois o tráfico de escravos já estava proibidos.

 

A partir desse primeiro momento em diante, uma nova proposta de narrativa da história do Brasil começa  a ser esboçada por meio de uma íntima relação entre arte e corpo.

 

Nas salas 1 e 2 da mostra visualizamos diversos exemplares de livros sobre a história do Brasil, bem como outros objetos coloniais, como relógio de madeira colonial pintado com terra do quilombo dos Palmares; páginas de livros de artistas franceses que estiveram no Brasil como Debret e Rugendas; vasos de porcelana com Espada de São Jorge; pratos; vassouras com penas de galinha; pé de móvel com sinos de porcelana para chamar os criados; pedestal; entre outros.

 

Visualizamos também telas de pinturas brancas com colagens de personagens da nossa história sem a face, mas que identificamos facilmente.  Mas onde estão os negros? Esses dificilmente identificamos!

 

Numa das telas, o artista cola a imagem de um indivíduo preto com a faixa presidencial. Ele elegeu Zumbi dos Palmares como o primeiro a governar a República!

 

Nas capas dos livros de história, o artista inseriu palavras em maiúsculas como negros, quilombos, racismo, e descolonizar. Ao proceder dessa forma, ele propõe uma nova narrativa da nossa história, que incorpore os agentes sociais referidos, e exploda a expressão Ordem e Progresso, presente na bandeira brasileira e representativa de uma elite política que instalou a República, mas não modificou as estruturas vigentes em nosso país. Antes, manteve a estrutura racista, opressiva e excludente da sociedade brasileira. Uma nova história do Brasil narrada pela ótica dos pretos e suas manifestações de resistência está no cerne do projeto do artista.

 

Uma história do Brasil com negros e quilombos, e sem racismo! Uma narrativa que evidencie os corpos pretos e dos indígenas, até então colocados numa posição hierárquica inferior, e considerados como subalternos.

 

Na fotoperformance CORpo MANIFESTO o artista cobre o seu corpo com um cobertor recolhido nas ruas, utilizado pelas pessoas em situação de rua. Ele realiza uma inversão de valores, ao dar protagonismo às coisas simples, utilizadas pelos marginalizados e excluídos, e assim dando voz aos mesmos. Ele é o rei dos esfarrapados!

 

As fotoperformances se passam em diversos espaços como na beira da praia, onde as ondas do mar desaguam; no Largo do Paço; no museu do Louvre; em Brasília; no lugar chamado Topo do Mundo, entre Brumadinho e Belo Horizonte, lugares carregados de significados.

 

O ano de 1922 também é lembrado com um conjunto de fotos ( Semana de 22 – Negra I, II, e III) de um monumento em homenagem a data no Museu do Ipiranga. Onde estão os artistas modernistas pretos? Se fala de Mario e Oswald de Andrade, ou Tarsila do Amaral, brancos e filhos da elite Paulista, sustentada pelo negócio do café, cuja riqueza era produzida pelos trabalhadores, em sua maioria negros.

 

Sergio se insere nas fotos com o rosto coberto por um tecido branco e o livro Arte no Brasil cobre suas partes íntimas; na sequência, o corpo do artista aparece coberto por instrumentos de faxina, como vassouras, rodos, entre outros; e, na última com o corpo coberto com uma faixa branca. Sergio usa o seu corpo como fonte de crítica e de reflexão.

 

Sergio explora bastante o corpo como elemento central de resistência. Nu ou coberto com alguma roupa, ele faz do seu corpo preto um símbolo de luta e de guerra. Ele o transforma em monumento, e também em escultura. É a sua arma na batalha contra o racismo e o sistema do patriarcado.

 

Palavras como decolonizar, descolonizar e contracolonizar também aparecem em fotos da exposição. Essas expressões deixam transparecer a visão do artista que quer destruir a visão do colonizador, marcada por apagamentos. E o enfrentamento a essa situação é crucial para a sobrevivência dos homens e mulheres pretos.

 

É preciso superar frases estigmatizantes e racistas, como as que aparecem na instalação Brasil Brasileiro, realizada com roupinhas de recém-nascidos. Muitas dessas afirmações se fazem presentes nas redes sociais.

 

Mas Sergio é um artista revolucionário. Ele quer,  por meio da sua arte, subverter a ordem estabelecida. Ele incomoda! Ele olha para a frente, do presente em direção ao futuro. Ele sonha e acredita que dias melhores virão. É com essa visão otimista, a crença que o futuro será promissor, tempo de novas narrativas inclusivistas, que ele encerra a exposição. Ele quer uma história do Brasil que narre os incômodos provocados pelas insurreiçoes e resistências negras e indìgenas. Esses movimentos rebeldes foram organizados e planejados para perturbar a ordem estabelecida. Portanto, eles têm que ser narrados e a sua memória preservada.

 

Convém destacar também as obras “Ordem e Progresso – Direito das Obrigações”, “O lugar que pertenço” e “História do Brasil” pela potencia e capacidade de crítica.

 

Há também um vídeo em que o artista apresenta detalhes da exposição e a sua proposta.

 

Nos momentos finais da exposição, Sergio contrapõe a definição tradicional  da palavra negro conforme os dicionários, e uma nova definição da mesma palavra conforme a sua narrativa.

 

A curadoria da exposição é competente por ter tido o mérito de construir uma narrativa didática e clara a partir do conjunto dos materiais exibidos.

 

A exposição tem o mérito de apresentar o poder da arte como ferramenta de memória, luta e intervenção. Propõe a arte como lente para repensar o Brasil. Afinal, quem narra a história do Brasil?!

 

O público alvo da exposição  é amplo. Interessa aos especialistas, os artistas plásticos. Mas também a outros grupos como o público preto, de indígenas e LGBTQIAPN+. Interessa também aos professores e alunos das escolas públicas e privadas dos ensinos fundamental e médio, e estudantes universitários.

 

CORpo MANIFESTO é uma exposição de artes plásticas que, como Indomináveis Presenças; Ancestral: Afro-América; Finca- Pé: Estórias da Terra; Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira, todas exibidas no CCBB-RIO, apresentam e valorizam as produções dos artistas pretos, e propõe novas narrativas para a história do Brasil; apresenta uma curadoria forte e competente; e ganha relevância um conjunto de fotoperformances bem executadas e solucionadas.

 

Excelente produção de artes plásticas!

 

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Alex Varela Gonçalves

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