Skip to content
6 de março de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • dezembro
  • O Amor
  • Agenda
  • Colunistas

O Amor

Luiz Claudio de Almeida 4 de dezembro de 2025 4 minutes read
WhatsApp Image 2025-12-04 at 17.38.39
Redes Sociais
           
Por Guilherme Fainberg  –  Médico com formação winnicottiana – Colunista convidado.
     Há quem diga que o amor nasce no instante em que dois olhos se reconhecem, mas talvez ele exista antes da história, antes da palavra, antes mesmo da primeira fala. Talvez seja música antiga que atravessa gerações, rumor de mar que chamava antes de sabermos nos expressar.
   O amor pode ser retorno a um colo perdido, reencontro com uma promessa que nunca lembramos ter recebido. Uma fome inicial, um espaço vazio que pede forma, uma ausência que organiza toda a busca. Amamos para reconstruir aquilo que se perdeu, para reencontrar o que acreditamos ter sido um dia, para voltar à casa que nunca existiu e ainda assim permanece como destino. O amor é saudade do que não vivemos, é sede que antecede a água.
  Mas o amor não é plenitude. Ele exige renúncia, fronteira, risco. Não existe amor onde um se apaga para que o outro floresça.
   O amor pede a condição do encontro, e encontro só existe onde há dois. Amar é suportar o enigma do outro e permanecer diante dele. É aceitar o desconhecido que cada um carrega como uma sombra inseparável. Amar é permitir que o outro habite nossa memória, mesmo sabendo que ele não nos pertence. O amor se faz no limite, na negociação incessante entre desejo e cuidado, fome e acolhimento.            Amar é dar sem perder-se, receber sem devorar. Há amores que chegam como incêndio e se consomem no próprio fogo. Há outros que começam quase invisíveis, plantados no cotidiano, e crescem devagar como árvore silenciosa que resiste à estação mais dura. Alguns duram uma noite e deixam marcas de eternidade.             Outros,  duram a vida e, ainda assim, parecem curtos. O tempo não define o amor, é o amor que fabrica o tempo. Porque o amor é duração interior, é aquilo que permanece mesmo quando tudo já foi. Amar é escrever o próprio destino enquanto ele se cumpre.
    É ser autor da própria perda e da própria salvação. O amor verdadeiro carrega contradição. Ternura e dor convivem, alegria e ruína se abraçam. No coração humano dormem poemas e abismos. E é justamente ali que o amor trabalha, na fronteira entre o que sustenta e o que ameaça. Já houve quem descesse à alma humana como quem desce ao subsolo de si mesmo, encontrando a beleza amarrada à culpa, descobrindo que a compaixão nasce do limite. Já houve quem escrevesse vidas inteiras a partir de um detalhe mínimo, de uma xícara sobre a mesa, de um silêncio suspenso entre duas pessoas.
     O amor é assim, invisível e imenso ao mesmo tempo. Há ainda o amor que aprende com a terra, com o vento, com as histórias narradas ao pé da noite. O amor que sabe que as palavras às vezes caminham para trás, que o tempo se dobra, que o impossível também floresce. Amar é desaprender para sentir de novo. É transformar-se em casa para que o outro possa respirar. É aceitar que tudo o que chamamos de amor talvez seja apenas o desejo de continuar vivo diante do que morre. E mesmo assim insistimos. Insistimos no risco, na entrega, no salto sem rede.
   Amar é caminhar sobre ruínas e ainda assim sorrir. É entregar o coração sabendo que pode ser ferido, é escolher o outro mesmo quando a noite é longa. Amar é perder um pouco para existir melhor. Amamos não pela felicidade que promete, mas porque sem amor a alma seca. Sem amor, sobrevivemos apenas e sobrevivência não basta a quem conhece o infinito por dentro. O amor é fome e é pão. É queda e ascensão. É o que resta quando o naufrágio passa. Mas o amor não termina na perda. Ele se desfaz, quebra, se dispersa, e ainda assim retorna. Volta como onda que reconhece o caminho da praia, volta como verso que se recita sozinho, volta como memória que se recusa ao esquecimento. O amor é o retorno do que valeu a dor. Amar é reencontrar-se no outro e reencontrar o outro em si.
    E então, quando tudo parece ruir, quando a vida se mostra áspera, quando as mãos estão vazias, o amor reaparece. Não como promessa, mas como revelação. Descobrimos que amar é acordar para a própria humanidade, é aceitar que somos frágeis, imperfeitos, inacabados. O amor nos devolve ao que somos antes de qualquer defesa, antes de qualquer máscara. O amor é o ponto onde começamos e para onde voltamos.

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Homenagem da UFF: Prata da Casa
Next: João Pinheiro Neto: A Memória Que Não Morre

Postagens Relacionadas

alcionefotoviniciusmochizuki
  • Agenda

Alcione participa do “Gala Mulheres”, em Angola, pelo Dia Internacional da Mulher

João Henrique 5 de março de 2026
FB_IMG_1772681847182
  • Agenda

Ofício ao TJRJ sobre aplicação do Tema 1.417 do STF em ações contra companhias aéreas

João Henrique 5 de março de 2026
IMG-20260303-WA0061
  • Agenda

Treinamento Permanente em Direito Antidiscriminatório

João Henrique 5 de março de 2026

O que você perdeu...

Rog+Suely
  • Cultura
  • Variedades

Programa Alerj Revista homenageia universo feminino no mês das mulheres

João Henrique 6 de março de 2026
alcionefotoviniciusmochizuki
  • Agenda

Alcione participa do “Gala Mulheres”, em Angola, pelo Dia Internacional da Mulher

João Henrique 5 de março de 2026
IMG-20260305-WA0059
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 5 de março de 2026
IMG-20260305-WA0064
  • Arte Moderna

O efeito Al Capone no sistema financeiro brasileiro

Luiz Claudio de Almeida 5 de março de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.