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O impasse estrutural da COP de Belém: Dívida, clima e o limite das promessas

Arlindenor Pedro 4 de dezembro de 2025 7 minutes read
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Por Arlindenor Pedro  –   Professor de História, Sociologia e Filosofia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas (@contato@utopiasposcapitalistas.com)
Como muitos, acompanhei a COP não como observador neutro, mas como alguém que entende que a crise climática não é uma falha colateral do sistema, mas expressão direta de sua própria lógica de funcionamento. Ao final dos debates, o que restou foi menos uma sensação de avanço e mais uma confirmação: Não há resolução verdadeira da catástrofe ecológica enquanto persistir a forma social que a produz.
    Essa forma só será ultrapassada quando a maioria da humanidade tomar ciência de suas causas e promover rupturas estruturais,  radicais, na nossa forma de relacionamento com a natureza. Isso passa pela superação do capitalismo como modo de produção que englobe toda a humanidade.
A proposta central de criar um “Mapa do Caminho”, uma tentativa de organizar o financiamento climático e planejar a transição energética coordenadamente, naufragou não por acaso. Ela colidiu com a estrutura mesma das relações internacionais contemporâneas, marcadas pela assimetria entre os que conseguem financiar e os que precisam de financiamento para sobreviver.
    A promessa de mobilizar US$ 1,3 trilhão até 2035 para países em desenvolvimento foi esvaziada em nome do consenso. A linguagem dos documentos finais evitou termos como “fósseis”, “desmatamento”, “responsabilidades históricas”. O resultado foi um texto genérico, que acolhe o debate, mas não incorpora sua força vinculante.
Precisamos entender, entã,  que esse esvaziamento não foi acidental. Ele teve protagonistas claros. A Arábia Saudita e seus aliados no grupo árabe atuaram deliberadamente para bloquear qualquer menção ao abandono dos combustíveis fósseis. Foram protagonistas na retirada dos termos “phase out” (eliminação gradual) do texto final, e a pressão foi tamanha que chegou a ser denunciada, em reuniões internas, pelo próprio secretário-geral das Nações Unidas.
    A presença massiva de lobistas da indústria fóssil, mais de 1.600, segundo análise, superou a delegação de qualquer país, exceto o Brasil, e expôs sem disfarces a captura corporativa do processo decisório.
Enquanto isso, pairava no ar a sombra política de Donald Trump. Mesmo sem a presença de uma delegação federal completa dos Estados Unidos na COP de Belém , a influência do país se fez sentir. Os Estados Unidos, ainda entre os principais emissores históricos, adotaram uma postura hesitante e silenciosa. A ausência de participação ativa do governo norte-americano foi apontada como um dos fatores que enfraqueceram o processo de negociação. Sob o discurso da soberania econômica, da competitividade e da proteção aos setores ligados aos combustíveis fósseis, consolidou-se uma aliança informal entre os Estados Unidos e países como Arábia Saudita, Rússia e Irã.
    A política negacionista, mesmo fora do governo e operando indiretamente, continua sendo um entrave para qualquer avanço substantivo na diplomacia ambiental internacional.
Mas é importante sublinhar que a COP de Belém não se limitou à área diplomática oficial. Fora das negociações formais, na Zona Verde, nos pavilhões das ONGs, nas comunidades de base e nos coletivos sociais, ocorreu outro ciclo de debates, trocas e mobilizações que lançaram luz sobre o descompasso entre promessa e realidade. As comunidades indígenas, que tiveram presença recorde na conferência realizada em plena Floresta Amazônica, compareceram em peso e visibilidade. Em eventos paralelos, denunciaram a marginalização política, a violência territorial e o apagamento epistêmico. E, apresentaram outra cosmovisão possível, na qual natureza e humanidade não são dominação e objeto, mas relação viva.
Essa presença simbólica foi contrastada, porém, pela estrutura do evento. Estima-se que somente 14% dos indígenas brasileiros presentes tiveram acesso aos espaços de decisão. Belém, assim, foi simultaneamente palco de esperança e metáfora da exclusão. A floresta ao redor era não somente cenário ecológico, mas símbolo das contradições estruturais. Onde se deveria ouvir a voz da Terra, ecoava o ruído da diplomacia neutra e do cálculo técnico.
Na retórica, reiterou-se a importância da justiça climática. Na prática, a lógica da dívida, da austeridade e da rentabilidade manteve-se intacta. A proposta do presidente brasileiro, de abater dívidas impagáveis dos países pobres em troca de ações ambientais, revela esse ponto de fricção. Ela toca em uma verdade incômoda. Os que mais devastaram são os que ditam os termos da reparação.
Mas mesmo essa proposta, por mais justa que seja em sua intenção, carrega uma contradição interna. Transforma a destruição da natureza em unidade contábil, busca traduzir o incalculável em valor monetário. Assim, acaba por reafirmar a mesma matriz que critica. Se a floresta vira cifra, se o carbono vira ativo, então a lógica que destrói também é a lógica que compensa.
E, aqui, emerge uma tensão que atravessa toda a conferência. Mesmo aqueles que enxergam o perigo, que verbalizam a urgência da preservação da espécie, continuam aprisionados pelas exigências funcionais de um sistema que opera à revelia da consciência individual.
   A isso, Marx chamou de máscara de caráter. O indivíduo moderno, seja chefe de Estado, diplomata, CEO ou mesmo ativista institucionalizado, se move como personificação de uma função social. Não decide livremente, mas cumpre papéis definidos pela lógica da valorização. Por isso, mesmo quando vê, mesmo quando compreende, mesmo quando teme o colapso, o sujeito permanece subordinado às exigências do sujeito automático do capital.
A nossa esperança é que existem outros tipos de seres humanos ao lado desses existem outros. Que, sem máscara, sem função mercantil, sem o imperativo da rentabilidade, tentam interromper o curso automático da catástrofe. São comunidades indígenas que lutam por seus territórios, são jovens em rebelião contra o futuro inviabilizado, são cientistas dissidentes, pequenos agricultores, artistas, mães e pais que recusam a herança de cinzas. São, sobretudo, aqueles que perceberam que a escolha é entre a manutenção da lógica do valor e a possibilidade da existência humana. Não se trata de reformar, mas de romper. Não se trata de ajustar, mas de negar radicalmente o sistema que, se levado ao fim, levará ao fim não somente da civilização, mas da própria espécie.
Belém foi, nesse sentido, um espelho do tempo histórico que habitamos. Um tempo em que o colapso se anuncia em cada relatório científico, mas que infelizmente as soluções propostas ainda orbitam em torno da mesma estrutura que produz o colapso.      As conferências tornam-se rituais de promessa sem consequência, de linguagem performática sem execução. Tudo se diz em nome do futuro, mas o presente permanece preso a formas sociais que não podem ser reformadas. Somente superadas. É a presença de seres humanos não corrompidos pela lógica do capital que poderá dar um basta nisso: Iaanterromper a marcha insana da busca da valorização do valor que nos está levando ao precipício da extinção.
O fracasso do Mapa do Caminho, portanto, não é uma anomalia. É a regra. É a forma contemporânea do impasse. Queremos salvar o planeta, mas sem prescindir da lógica que o destrói, e isto é impossível! Belém, assim, não foi somente uma cidade-sede. Foi o nome de um limite. E de um chamado. O chamado pela criação de mecanismos que impeçam o capitalismo de crescer e nos destruir a todos.

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