Skip to content
1 de março de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2026
  • janeiro
  • Meu convidado de hoje sabe tudo de DNA. Confira entrevista exclusiva com o geneticista Mariano Zalis
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Meu convidado de hoje sabe tudo de DNA. Confira entrevista exclusiva com o geneticista Mariano Zalis

Chico Vartulli 8 de janeiro de 2026 8 minutes read
IMG-20251209-WA0267
Redes Sociais
           
O meu convidado dessa semana tem no currículo graduação em Biomedicina pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1983), mestrado em Biofísica – Weizmann Institutte of Science (1986) e doutorado em Ciências Biológicas (Fisiologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993). Research Fellow Harvard School of Public Health (1989-93).  É professor adjunto IV da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem experiência na área de Biologia Molecular, Genética humana, doenças infecciosas e oncologia de precisão. Atualmente é também, chefe do departamento de Doenças Infecciosas e Parasitarias da Faculdade de Medicina, UFRJ. Claro, estou falando do geneticista e professor Mariano Zalis. Recentemente lançou o livro “Epigenética – A Nossa Herança Invisível” que trata de  maneira clara como cada célula do nosso corpo contém o mesmo DNA, mas se comporta de forma totalmente diferente graças ao epigenoma, que funciona como um sistema dinâmico de instruções químicas.
Nosso bate-papo foi contagiante e muito rico em informações trazidas por esse profissional muito conceituado. Confira que vale a pena!

JP –  A medicina genômica ainda é pouco conhecida. Como você a explicaria?

A medicina genômica estuda o nosso genoma, o conjunto completo de DNA que herdamos. Durante muito tempo acreditou-se que o genoma era um roteiro fixo, que definia nosso futuro de maneira rígida. Hoje sabemos que ele é apenas o ponto de partida. A medicina genômica identifica variações que aumentam risco de doenças, modulam nosso metabolismo ou influenciam nossa resposta a medicamentos. Isso permitiu avanços importantes como a oncologia de precisão, em que o tratamento é guiado pelo perfil genético do tumor.
Mas o grande salto foi compreender que o DNA não age sozinho. O epigenoma — um conjunto de marcas químicas que regulam os genes — é igualmente determinante. Ele diz ao organismo quando ativar ou silenciar genes, e muda ao longo da vida. Assim, hoje tratamos não apenas o que está escrito no DNA, mas como o corpo está lendo esse DNA naquele momento.

JP – Qual é o tema central do seu novo livro, Epigenética – A Nossa Herança Invisível?

O livro nasceu do desejo de traduzir ao público uma das revoluções científicas mais profundas das últimas décadas: a percepção de que nossos genes não são nosso destino, e que o corpo está em constante diálogo com o ambiente.
Em Epigenética – A Nossa Herança Invisível, explico de maneira clara que cada célula do nosso corpo contém o mesmo DNA, mas se comporta de forma totalmente diferente graças ao epigenoma, que funciona como um sistema dinâmico de instruções químicas. Essas instruções mudam em resposta a fatores como alimentação, sono, estresse, atividade física, exposição ambiental, relações sociais, experiências emocionais e até o microbioma intestinal.
O livro também explora como a epigenética influencia o desenvolvimento infantil, a saúde mental, o envelhecimento, o risco de doenças crônicas e até processos intergeracionais, mostrando que eventos vividos pelos pais podem impactar a biologia dos filhos e netos.
Apresento histórias, estudos científicos marcantes e explicações acessíveis que ajudam o leitor a entender que o corpo é uma espécie de narrativa viva, escrita em parte pelos genes e em parte pelas escolhas, ambientes e vínculos que cultivamos.
O livro também tem um caráter prático: ofereço caminhos de como podemos influenciar positivamente nosso epigenoma no cotidiano, com hábitos que promovem reparo celular, imunidade, longevidade e bem-estar emocional.
Em resumo, o livro mostra que a epigenética é uma ciência que devolve às pessoas algo precioso: protagonismo sobre a própria saúde.

JP – A ideia de que “a genética determina tudo” ainda faz sentido?

Não. Sabemos hoje que a genética é importante, mas não é determinista. Os genes são como instrumentos de uma orquestra: fundamentais, mas incapazes de produzir harmonia sozinhos. Quem comanda a música é o epigenoma, que regula intensidade, ritmo e momento de expressão gênica. E esse maestro responde aos ambientes internos e externos — o que comemos, sentimos, respiramos, pensamos e vivemos.
Assim, a herança genética nos dá possibilidades; o epigenoma, moldado pela vida, define quais delas se manifestarão.

JP – Por que irmãos — e até gêmeos idênticos — envelhecem de formas tão distintas?

Porque cada pessoa constrói um epigenoma único ao longo da vida. Mesmo gêmeos idênticos vivem experiências diferentes: níveis de estresse variados, dietas distintas, relações afetivas próprias, ambientes específicos, atividades físicas particulares e histórias emocionais exclusivas.
Essas experiências deixam marcas epigenéticas que modulam processos fundamentais como inflamação, reparo celular, metabolismo e resposta imune. Com o passar do tempo, essas diferenças se acumulam, fazendo com que dois indivíduos de DNA idêntico envelheçam de maneiras muito distintas — biologicamente, emocionalmente e fisicamente.

JP – Como emoções positivas ou negativas podem ativar ou silenciar genes?

Emoções são estados biológicos, não apenas psicológicos. O que sentimos se traduz imediatamente em hormônios e sinais químicos que percorrem o corpo.
Emoções negativas prolongadas — medo, ansiedade crônica, solidão, hostilidade — elevam cortisol e outros mediadores que alteram o epigenoma e favorecem a ativação de genes inflamatórios e pró-envelhecimento.
Já emoções positivas — vínculos afetivos sólidos, sensação de propósito, gratidão, serenidade — geram um ambiente hormonal que estimula genes de reparo celular, fortalece o sistema imune e desacelera o envelhecimento biológico.
O epigenoma é, portanto, um intérprete preciso das nossas experiências emocionais.

JP – Qual é o impacto da alimentação, do sono e do estresse no risco de adoecer?

Esses fatores são reguladores epigenéticos centrais.
A alimentação fornece moléculas que modulam diretamente a atividade de genes ligados à inflamação, ao metabolismo e à defesa celular. Além disso, molda o microbioma intestinal, um grande influenciador epigenético.
O sono é o momento em que o corpo realiza reparos intensos, reorganiza circuitos metabólicos e estabiliza marcas epigenéticas. Privação de sono, por outro lado, desregula processos fundamentais e ativa vias de estresse.
O estresse crônico talvez seja o maior inimigo do epigenoma: ele altera profundamente genes ligados ao humor, ao metabolismo, à imunidade e ao sistema cardiovascular.
Assim, escolhas diárias são capazes de modificar nossa biologia de maneira duradoura.

JP – Testes genéticos viraram moda. O que é mito e o que é ciência?

A ciência é extremamente sólida quando falamos de testes genéticos realizados com objetivos médicos. Eles são indispensáveis para diagnosticar doenças genéticas raras, investigar cardiopatias hereditárias, identificar causas de atraso no desenvolvimento, epilepsias e autismo em crianças, e também para avaliar familiares quando uma mutação é conhecida na família.
Esses testes orientam prevenção, tratamento e decisões de saúde que podem salvar vidas.
O mito está nos testes comerciais vendidos diretamente ao consumidor, que prometem determinar dieta ideal, performance esportiva, traços de personalidade ou risco absoluto de doenças sem considerar o epigenoma.
Esses testes reduzem a complexidade humana a uma leitura simplificada do DNA.
O teste genético mostra o que está escrito. O epigenoma mostra como essa história está sendo lida pelo corpo agora.

JP – Como escolhas de hoje podem influenciar a saúde das próximas gerações?

A epigenética mostrou que algumas marcas químicas sobre o DNA podem atravessar gerações. Isso significa que alimentação, estresse, poluição, microbioma, tabagismo, alcoolismo e até estados emocionais dos pais podem influenciar como os genes dos filhos serão lidos.
Não mudamos o DNA em si, mas alteramos a forma como ele será interpretado. É a isso que chamo de “herança invisível”: uma biologia moldada não apenas pelo que herdamos, mas pelo que vivemos.

JP – O que a epigenética nos revela sobre longevidade e prevenção?

A epigenética mostra que o envelhecimento não é apenas cronológico, mas biológico — e que existe um “relógio epigenético” que pode ser acelerado ou desacelerado. Esse relógio se acelera com estresse crônico, má alimentação, sedentarismo, toxinas ambientais, isolamento social e sono inadequado. E se desacelera com alimentação equilibrada, atividade física regular, bons vínculos sociais, redução do estresse e propósito de vida.
A epigenética nos devolve protagonismo: nossas escolhas cotidianas influenciam diretamente nossa saúde futura.

JP – E quais são os seus próximos projetos?

Estou coordenando, como editor-chefe, a segunda edição do livro Oncologia de Precisão, que virá ampliada e profundamente atualizada, incorporando capítulos sobre inteligência artificial, patologia digital, novos biomarcadores, terapias-alvo e integração com epigenômica.
Continuo desenvolvendo projetos avançados em Patologia Computacional em Câncer, que unem análise digital de lâminas, inteligência artificial e dados moleculares para aprimorar diagnóstico, estratificação de risco e escolha terapêutica.
E sigo investindo intensamente na formação de profissionais através de cursos, workshops e programas educacionais em genômica, epigenética e oncologia de precisão — sempre com o objetivo de aproximar conhecimento científico de alto impacto da prática clínica e da sociedade.

About the Author

Chico Vartulli

Editor

View All Posts

Post navigation

Previous: Ensaio do monólogo “É o otimismo que faz o besouro voar!” que estreia dia 22 em Botafogo
Next: Treinamento Permanente em Processo do Trabalho

Postagens Relacionadas

66d460_f383ad298ae0498ca29acf728ac38263~mv2
  • Agenda
  • Colunistas

1960: quando éramos maiores que a Coreia

Luiz Claudio de Almeida 26 de fevereiro de 2026
IMG-20260128-WA0207
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Exclusivo: entrevista com o empresário Mário Pereira Lopes

Chico Vartulli 26 de fevereiro de 2026
WhatsApp Image 2026-02-26 at 19.50.24
  • Agenda
  • Colunistas

Norma Reguladora número 1: proteção da saúde e governança de dados

Luiz Claudio de Almeida 26 de fevereiro de 2026

O que você perdeu...

IMG-20260227-WA0000
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 27 de fevereiro de 2026
Taina de Paula - Sec Meio Ambiente, Bete Mendes, Marcio Tavares, Marina do MST, Maira do MST-vereadora e Lucas Padilha-Sec.Cultura RJ
  • Cultura
  • Variedades

Secretário Executivo da Cultura recebe o título de cidadão fluminense

Luiz Claudio de Almeida 26 de fevereiro de 2026
unnamed (5)
  • Agenda

Iniciação à Regência Coro-Orquestral em sete aulas, com o maestro Ricardo Rocha

Luiz Claudio de Almeida 26 de fevereiro de 2026
IMG-20260226-WA0003
  • Agenda

Treinamento Permanente: Prática em Direito do Consumidor

Luiz Claudio de Almeida 26 de fevereiro de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.