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Na Leopoldina, o hino canta mais alto que o placar: Uma história de amor ao Bonsucesso

Arlindenor Pedro 18 de janeiro de 2026 6 minutes read
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Por  Arlindenor Pedro  –  Professor de História, Filosofia e Sociologia,  editor do Blog,  Revista Eletrônica e canal Utopias Pós Capitalistas.
     Se você acha que a leitura de uma tese acadêmica é uma coisa chata, difícil de engolir, cheia de palavras complicadas e com zero emoção… calma lá. Respira. Porque essa aqui é diferente. Você não vai encontrar só citações e teorias. Vai encontrar vida, memória, canto e território. Mas, o mais importante: Você vai encontrar o Bonsucesso Futebol Clube e, com ele, a alma da Zona da Leopoldina, esse canto do Rio que muita gente conhece só de passagem, mas que é cheio de história pra contar.
O que os autores Bruno de Castro Souza e Giovanni Valladão fizeram nessa pesquisa não foi só analisar três hinos de um clube centenário. Eles puseram o ouvido no asfalto, escutaram o que pulsa no peito dos torcedores e mostraram como o futebol, mesmo sem holofote, é um arquivo poderoso da memória popular.       Ou, se preferir, é a biblioteca do povo, cantada em verso e refrão.
E,  aqui vai um parêntese importante: os dois autores são cria do subúrbio e também da vida e da luta. Bruno, por exemplo, é doutor em Educação Física pela UFRJ, foi subsecretário de Esportes no Rio, dançou na Cia Folclórica da UFRJ e ainda foi parceiro de ninguém menos que Dona Ivone Lara. É cria mais do que conhecida da cultura do Rio de Janeiro. á pensou? Da quadra pro livro. E Giovanni tem dois diplomas de graduação (Educação Física e Pedagogia), é doutor em Educação pela UERJ, já organizou sete livros e ainda coordena cursos de extensão na UERJ. São professores, pesquisadores. Mas, acima de tudo: são figuras apaixonadas pela cultura que nasce na esquina e pelo bairro.
O Bonsucesso canta a história que a cidade tenta esquecer. Pensa comigo: o que seria do bairro se não fosse o clube? E o que seria do clube sem seus hinos?
Lá no início, em 1921, sai o primeiro hino. Letra da dona Noemia de Castro, música inspirada na “Canção do Marinheiro”: Aquele clima de marcha, de honra ao trabalho, de orgulho da terra. Era o tempo em que o subúrbio se afirmava com força: o trem passava cheio de operário, e o Bonsuça era mais que time: era símbolo de que ali tinha povo, tinha cultura, tinha sonho.
Aí, em 1949, entra em campo ninguém menos que Lamartine Babo (lembra dele?) , o cara que fez os hinos dos maiores clubes cariocas. Mas o do Bonsucesso é diferente: é marchinha, é moleque, é leve, tem até o Leônidas da Silva na letra. O Diamante Negro, craque e símbolo da ascensão negra num país que ainda resistia a enxergar seus heróis de verdade. O hino vira festa, vira crônica de um bairro que se recusa a ser invisível.
E quando chega 2013, centenário do clube, o novo hino não pede licença: reafirma o direito de existir. Num tempo de arenas gourmetizadas e especulação imobiliária engolindo tudo, a música é resistência. Diz, sem precisar gritar: “a gente ainda tá aqui”.
É bom lembrar aqui que o Bonsucesso Futebol Clube, o “Cesso”, é conhecido por revelar e ter em seus quadros jogadores que se tornaram ídolos em outros clubes, como o                   Leônidas da Silva (Diamante Negro), o maior craque da história do clube, além de goleiros talentosos como Manga e Ari, que foram revelados ou passaram pelo clube e brilharam em gigantes como Santos e Flamengo. Outros nomes importantes incluem Leandro Euzébio, Camilo, Gibira e até o técnico Gentil Cardoso, mostrando a rica história deste clube carioca.
O  mais bonito nessa tese é que ela nos lembra que o futebol de várzea, o time pequeno, a arquibancada descascada, tudo isso é política da memória. Os autores fazem uma leitura de gente grande (sem perder o tom de moleque) e mostram que esses hinos são mais do que trilha sonora: são símbolos de pertencimento, são mapas afetivos que ligam o bairro ao clube, o torcedor ao passado, e o canto à luta.
Porque, no fundo, o que esses hinos gritam é que o subúrbio não precisa ser traduzido: Ele já fala por si.
Cada hino, uma época; cada época, uma luta
Dá pra perceber claramente: cada hino do Bonsuça corresponde a um momento histórico do Brasil.
O de 1921 é cheio de orgulho operário. Um Brasil ainda tentando entender o que é República, e o povo suburbano querendo mostrar que também tem voz, e que ela rima com trabalho, bola e dignidade. O de 1949 é pura malandragem carinhosa. Reflexo de um país entrando na era da cultura de massas, com o rádio dominando e o futebol virando linguagem nacional. E Leônidas, símbolo da negritude vitoriosa, aparece como um troféu simbólico da Leopoldina. Já o de 2013… ah, esse é hino com gosto de “ninguém solta a mão de ninguém”. Canta o pertencimento como resistência, a permanência como protesto. Em tempos de remoções, gentrificação e memória sendo lavada com concreto novo, ele avisa: “isso aqui ainda é nosso”.
O clube como museu sem parede
E o Bonsucesso, mesmo sem título, vira patrimônio. Cultural, emocional, simbólico. Como diz a tese, num país onde a história popular raramente entra no livro didático, quem preserva a memória é quem canta. E canta no estádio, no bar da esquina, no radinho de pilha da janela. O hino é rito de passagem. É samba da ancestralidade.
Quer saber? O Bonsucesso é um museu de bairro:só que sem catraca, sem guia e sem tédio. Cada jogo é uma exposição viva, e cada hino, uma legenda que explica quem somos.
Final de jogo, mas sem apito
Essa tese poderia terminar em nota de rodapé. Mas não termina. Porque ela começa na emoção, passa pela análise e volta pro afeto.
É leitura pra quem gosta de futebol, de história, de subúrbio e de Brasil. E, se você chegou até aqui achando que tese acadêmica era coisa seca… bem-vindo ao outro lado. Aqui tem suor, canto e memória. Aqui tem o Bonsuça, com a camisa encardida, mas com o peito cheio de dignidade.

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