
A ideia surgiu na década de 80. Não havia demanda de roupas de alto inverno no Rio de Janeiro, e o mundo globalizado abria-se como um leque geográfico de entretenimentos, viagens, intercâmbios, etc.
JP – Você já participou de alguma Olimpíada de Inverno?
Não presencialmente, mas sempre acompanhei e em 2010 copatrocinei as Olimpíadas de Inverno.
JP – De que forma a sustentabilidade do planeta faz parte do seu trabalho?
A sustentabilidade e usada por algumas empresas na confecção de roupas de inverno, é um imperativo crescente na indústria têxtil. Buscamos reduzir a pegada ecológica de um dos setores mais poluentes do mundo, que responde por até 8% das emissões globais de carbono.
JP – Que razões levaram você a patrocinar o Livro do Amyr Klink?
Sempre fui fã do Amyr Klink, meu grande parceiro.
Patrocinei através de roupas para as suas viagens e fiz o lançamento do seu livro, “Uma noite na Antártica”, com um grande coquetel no Iate Clube do Rio de Janeiro. O salão foi coreografado com gelo, e tivemos a presença de 200 pessoas do mundo esportivo, social e cultural. Esse evento foi noticia em toda a mídia do Rio de Janeiro.
JP – Você planeja algum evento nos próximos meses para promover as roupas de inverno da sua nova coleção?
Sim. Penso em fazer um evento visando a nova temporada de inverno da América do Sul.
JP – Quais são os seus conselhos para um mundo melhor?
O meu conselho é sem dúvida, uma atenção maior para melhorar as condições, climáticas, e isso exige ações combinadas entre mudanças de hábitos individuais, cobranças por políticas públicas e estruturais para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, e o desmatamento. Torço por um mundo melhor para os meus netos.





