
O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição “Horizontes. Memória e pele”, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto Cervantes RJ, com a colaboração do setor Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil.
“Cada horizonte é um lugar vivido. Não é meramente uma paisagem geográfica, mas um território emocional e autobiográfico. Ao ser costurada na pele, a paisagem deixa de ser algo externo e torna-se parte do corpo: uma fronteira difusa entre o que é habitado e o que se é”, afirma o artista.




