
O manifesto apresentado pela presidente estadual da legenda e deputada, Martha Rocha, e pelo presidente do PDT municipal, Leo Lupi, pelas eleições diretas para governador do Rio de Janeiro, foi aprovado, na reunião da executiva nacional do Partido Democrático Trabalhista, presidida por Carlos Lupi, em Brasília.
A renúncia do governador Cláudio Castro e as prévias vacâncias dos cargos de vice-governador e de presidente da Assembleia Legislativa, resultaram em “um momento de instabilidade política e institucional” que aprofunda “a descrença da população nas instituições”, afirma o documento.
“Diante do cenário instalado nos poderes Executivo e Legislativo, a resposta deve vir das urnas. O PDT defende a imediata convocação de eleição direta para governador. .. A alternativa representa um caminho legítimo, democrático e capaz de restabelecer a confiança do povo fluminense em sua governança. É o padrão coerente que, desde Leonel Brizola, carregamos de forma intransigente”, acrescentou. Com a eleição para presidente do parlamento estadual suspensa por determinação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a partir de ação impetrada pelo Diretório Estadual, o partido busca garantir processos legítimos no Executivo e Legislativo. O Rio de Janeiro não pode ser gerido sob incertezas e arranjos escusos, tal qual foi tentado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro”, diz o manifesto.
“Diante do cenário instalado nos poderes Executivo e Legislativo, a resposta deve vir das urnas. O PDT defende a imediata convocação de eleição direta para governador. .. A alternativa representa um caminho legítimo, democrático e capaz de restabelecer a confiança do povo fluminense em sua governança. É o padrão coerente que, desde Leonel Brizola, carregamos de forma intransigente”, acrescentou. Com a eleição para presidente do parlamento estadual suspensa por determinação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a partir de ação impetrada pelo Diretório Estadual, o partido busca garantir processos legítimos no Executivo e Legislativo. O Rio de Janeiro não pode ser gerido sob incertezas e arranjos escusos, tal qual foi tentado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro”, diz o manifesto.






