Skip to content
26 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2026
  • abril
  • Israel Pinheiro, o homem da obra e da execução
  • Agenda
  • Colunistas

Israel Pinheiro, o homem da obra e da execução

Luiz Claudio de Almeida 26 de abril de 2026 4 minutes read
IMG-20260422-WA0046(1)
Redes Sociais
           
Por  Henrique Pinheiro  –  Economista e produtor executivo do documentário “Terra Revolta-João Pinheiro Neto”, autor de “Crônicas de um Mercado sem Pudor” – Colunista convidado.

Ao retratar Israel Pinheiro em “Bons e Maus Mineiros”, João Pinheiro Neto não descreve apenas um personagem histórico. Ele resgata uma forma de exercer o poder que hoje parece cada vez mais rara. Israel não era um político de discurso. Era um homem de obra.
Filho de João Pinheiro (1860–1908), uma das figuras centrais da Primeira República, ex presidente de Minas Gerais e responsável por organizar as bases do Estado moderno no Brasil, Israel cresceu em um ambiente onde a vida pública era entendida como missão.
Israel Pinheiro da Silva (1896–1973) era também irmão de João Pinheiro Filho, pai de João Pinheiro Neto, o que dá ao relato de JPN um caráter ao mesmo tempo histórico e pessoal. Não se trata de um retrato distante, mas da visão de quem conviveu com o personagem.
João Pinheiro Neto insiste em um traço essencial. Israel não buscava reconhecimento. Buscava resultado. Em um ambiente político muitas vezes dominado pela retórica, destacava se pela objetividade. Não era homem de promessas, mas de entregas.
Sua personalidade, descrita por JPN como dura na aparência e generosa no fundo, refletia uma autoridade construída no trabalho. Não precisava agradar. Precisava fazer.
Esse perfil ficou evidente desde cedo. Como secretário no governo Benedito Valadares (1892–1973), tornou se peça chave de uma administração marcada pela eficiência.        Sua lógica era a da execução, não a da improvisação.
Foi fundador da Companhia Vale do Rio Doce e seu primeiro presidente. Sob sua liderança, a empresa deixou de ser apenas uma criação formal do Estado para se transformar em um instrumento estratégico do desenvolvimento mineral brasileiro. Israel deu direção, estrutura e disciplina à Vale em seus primeiros anos. Era um tempo em que o Estado planejava e executava.
Na Câmara dos Deputados, presidindo a Comissão de Finanças, manteve a mesma postura. Tratava o orçamento com rigor e exercia o poder com senso de responsabilidade. Não era dado a concessões fáceis.
Mas foi na construção de Brasília que sua atuação ganhou dimensão histórica.

       Como presidente da Novacap, empresa criada para erguer a nova capital, Israel foi o principal responsável pela execução da obra. Juscelino Kubitschek tinha a visão política. Israel Pinheiro garantiu que ela saísse do papel.
Era o homem do prazo, da cobrança e da entrega. Impôs ritmo à construção e transformou um projeto ambicioso em realidade concreta em tempo recorde. Brasília não foi apenas um gesto político. Foi uma obra administrada com disciplina e método. Não havia espaço para atraso nem para improviso.
Após a construção de Brasília, foi eleito governador de Minas Gerais em 1965, levando para o governo estadual o mesmo estilo direto, disciplinado e voltado para a execução que marcou toda a sua trajetória.
João Pinheiro Neto também destaca sua segurança pessoal. Um episódio ilustra bem esse traço. Ao ouvir a ironia do Barão de Itararé, que dizia que Israel Pinheiro “comeu o doce, bebeu o rio e botou o vale na caixa”, reagiu com uma gargalhada.
  …. A frase fazia um jogo de palavras com a Companhia Vale do Rio Doce e insinuava poder excessivo sobre recursos estratégicos. Israel não se incomodou.
        Sabia que sua legitimidade vinha daquilo que construía.
Essa postura revela um homem que não dependia de aplauso nem temia crítica. Sua autoridade vinha da obra.
João Pinheiro Neto sugere que esse tipo de liderança se perdeu ao longo do tempo. A política passou a valorizar mais a exposição do que a realização. Mais o discurso do que a entrega.
Israel Pinheiro representa o contrário disso. Era um homem de Estado no sentido clássico. Governar, para ele, era construir.
Em um país que ainda enfrenta dificuldades para transformar projetos em realidade, sua trajetória permanece atual. Mostra que desenvolvimento exige mais do que ideias. Exige capacidade de execução.
Na leitura de JPN, Israel Pinheiro não foi apenas um administrador eficiente. Foi um dos grandes construtores do Brasil moderno. Sua obra continua a falar por ele.
Era uma geração que via o Estado como instrumento de transformação.
Hoje, essa visão parece cada vez mais distante.

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Charge do Dia
Next: Com Lázaro Ramos, filme brasileiro “Feito Pipa” é premiado no Festival de Guadalajara

Postagens Relacionadas

1000533061
  • Agenda

Fernando Peregrino: aniversário entre amigos

Luiz Claudio de Almeida 26 de abril de 2026
IMG-20260420-WA0021
  • Agenda

Treinamento Permanente em Arbitragem

Luiz Claudio de Almeida 26 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-26 at 22.11.42
  • Agenda
  • Colunistas

Quarenta e uma milhões de razões para não desvincular o salário mínimo

Luiz Claudio de Almeida 25 de abril de 2026

O que você perdeu...

Ney Matogrosso e Caetano Veloso
  • Cultura
  • Variedades

Caetano, Ney entre outros amigos no show “Marina Lima 70”

Luiz Claudio de Almeida 26 de abril de 2026
Backstage Ganadores FICG 41
  • Cultura
  • Variedades

Com Lázaro Ramos, filme brasileiro “Feito Pipa” é premiado no Festival de Guadalajara

Luiz Claudio de Almeida 26 de abril de 2026
IMG-20260422-WA0046(1)
  • Agenda
  • Colunistas

Israel Pinheiro, o homem da obra e da execução

Luiz Claudio de Almeida 26 de abril de 2026
IMG-20260426-WA0003
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 26 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.