
Pelé, o maior de todos, aplaudiria feliz o discípulo argentino. Craque sabe furar marcação dura. Leva marcadores com ele. Finge que cansou. Vai saindo pelas pontas. Joga de cabeça erguida. Grita e orienta companheiros. Levanta os braços. Quer a bola. Enxerga espaços. Pede calma nas horas difíceis. Craque sabe o perfume que a bola gosta. Mostra que tamanho não é documento. Que o digam Maradona, Zico, Gerson, Zizinho, Dirceu Lopes, Edu. Com a bola nos pés, costuma fazer fila entre adversários. Antes da bola chegar, já sabe o destino que dará a ela. Espanha e Argentina certamente será final memorável da copa de 2026. Não atrevo arriscar previsões. Seleções ajustadas e ofensivas. Que gostam de ficar com a bola. Que raramente erram passes. Deuses do futebol bem jogado estarão em campo. Cardápio saboroso da partida conta com alguns craques. A lambança de Trump exigindo a anulação da suspensão do jogador dos Estados Unidos ao patético Infantino ficará como o lixo político da competição. Que o careca italiano levará para os anais da Fifa.




