
Perseguido por duras contusões, Neymar permanece sendo, a meu ver, peça fundamental na nova caminhada do Brasil pelo hexa. Neymar, 34 anos, tem 25 títulos expressivos, por clubes e pela seleção. Tem jogado bem, no Santos. Mostrando, com brilho, que é o nosso único verdadeiro craque. Messi jogou a recente copa com 39 anos, Cristiano Ronaldo com 41. Não fizeram feio. A diferença entre os 3 atletas é que contusões de Messi e Cristiano não precisaram de longas recuperações, como costumam ser as de Neymar. Eternamente perseguidos em campo por brutamontes e pernas de pau. O aquariano Neymar tem que parar de passar recibo para polêmicas inúteis. Que só servem para dar notoriedade para seus obscuros desafetos. Último dia 3, Neymar promoveu novo leilão do Instituto Neymar Junior, mantido há 10 anos, em Praia Grande, São Paulo. A iniciativa mantém 3 mil jovens, com educação, saúde e 10 modalidades esportivas. Com assistência também as famílias. As crianças têm orientação de cidadania, respeito, formação de caráter, amor e solidariedade. O instituto tem parceria com a fundação do Barcelona Futebol Clube. A escória recalcada, desocupada, invejosa e odiosa está perto de cortar os pulsos, porque hoje, a fortuna de Neymar é avaliada em 6.5 bilhões de reais. Ou seja, em miúdos, mais de um bilhão de reais para cada filho de herança. Dói na alma da pilantragem ambulante. Muito bem empregada em investimentos imobiliários, no Brasil e no exterior. Em aviões, helicópteros, iates, lanchas, cavalos, carros. Em 2012, criticado e flagrado pela Folha de São Paulo, em iate com amigos, escrevi: “Pronto, já era esperado. Deixem Neymar em paz. Ele é jovem, centrado, responsável. Faz o que entende nos momentos de folga e lazer. Contanto que não prejudique suas atividades de atleta profissional. Que Deus continue iluminando os passos de Neymar, que prossiga sua trajetória vitoriosa. Sempre apoiado pela família, o que é fundamental. Ficaria surpreso se Neymar não gostasse de se divertir”. Passados 14 anos, não mudo nem vírgulas do meu texto.
Foto Bruno Vaz / CBF






