
“Ontem foi uma noite feliz. E nem era Natal. Realizei mais um sonho: lancei um livro e reuni a família e amigos muito queridos. Alguns deles eu não via desde março de 2016, quando lancei o primeiro livro, “Essa Menina – de Paris a Paripiranga”. Encontro emocionante. Muitas histórias para contar, eu queria prolongar as conversas… E a fila gigante! Cheguei à livraria meia hora antes e já tinha uma fila me aguardando. Comecei a autografar imediatamente. Todos muito queridos”, foi com essas palavras que a jornalista e escritora Tina Correia resumiu a noite de autógrafos do livro “Fidiguido”, Selo Beiral, Editora 7Letras, lançado nesta terça-feira, 8, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio. A fila, além de gigante, era repleta de nomes ilustres como o desembargador Ricardo Couto, presidente do TJRJ e governador interino do Rio de Janeiro, além de muitos outros nomes como Geraldinho Carneiro, Gilsse Campos, José Carlos Tedesco, o marido da escrito, o jornalista Ancelmo Gois, Edney Silvestre e vários familiares.
“Não devo citar os nomes de todos os convidados porque não dá para registrar a presença de todos, todos, mas abro duas exceções. Primeiro o casal amigo Silvana Gontijo e Lula Vieira que viram Fidiguido nascer e batalharam durante anos, sempre incansáveis, em busca de uma editora. Não largaram minha mão em nenhum momento. Silvana leu e releu, inúmeras vezes, os originais sempre modificados. Eles são os padrinhos de Fidiguido. Segundo, meu editor Flávio Pinheiro, do selo Beiral, da Sete Letras, que aceitou editar meu livro e embarcar nessa aventura. Foi outro grande incentivador. Enfim, vivi ontem uma noite feliz, repleta de emoções.
A todos meu agradecimento!”, finalizou, cuidadosamente, a jornalista.
“Fidiguido” nasceu de histórias vividas e, principalmente, ouvidas em Aracaju durante a infância e a juventude, Tina tece a teia de relações dos moradores de uma pequena cidade do Nordeste, mobilizada pelo sumiço do menino do pé torto. O pai dele é Guido, o marinheiro mais famoso daquele litoral e um personagens centrais da ficção de Tina, marcada pela oralidade do folclore, da poesia dos cordéis e da música popular regional. O próprio nome do livro é um sinal disso: “Fidiguido” é a corruptela para “filho de Guido”.
Fotos Vera Donato



































