4 de dezembro de 2022
Maria Ceiça com
 Ivanir dos Santos

A Fundação Cultural Palmares promoveu  nesta quinta-feira, 29,  – Diálogo com a Cultura Afro-brasileira fluminense, com a presença do ministro da CuO evento fez parte das ações do Programa Diálogos Palmares, que pretendem percorrer o Brasil para promover o encontro do MinC, por intermédio da Palmares, com artistas e fomentadores da cultura afro-brasileira. O encontro começou aconteceu na sala Cândido Portinari, Edifício Capanema, no Centro do Rio de Janeiro.

Durante a abertura, a presidenta da  Fundação Cultural Palmares, Cida Abreu, afirmou o compromisso de realizar esses espaços de diálogo nas periferias do Brasil.

“A dia de hoje, representa o que a Palmares está proporcionando à cultura afro-brasileira, torna-la o estandarte da cultura de matriz africana no Brasil”. Alegou.

O ministro Juca Ferreira afirmou que sua gestão herdou “uma Fundação Palmares sem dinheiro”, mas disse ser seu compromisso reerguê-la, assim como é o combate às desigualdades raciais. O ministro respondeu a dezenas de intervenções feitas pelo público durante o evento. “Muitas das demandas colocadas aqui não são da alçada do Ministério, tem coisas que são do município, tem coisas que são do Estado. Mas atender a demanda da parcela negra da população é uma luta política e é importante”

O babalawo Ivanir dos Santos levou um grupo de lideranças religiosas. Ivanir comanda o Premio Camélia da Liberdade, “Ação Afirmativa, Atitude Positiva”, pelo CEAP (Centro de Articulação de Populações Marginalizadas), que visa premiar iniciativas para as desigualdades raciais e sociais.

“Todo e qualquer diálogo só chancela nossa cultura e nossa fé. Mas temos que agir e logo”, enfatizou Ivanir.

Segundo Luzia Lacerda, “A importância desses encontros é justamente a agregação de ideias. Se faz necessário mais encontros como esse com um intervalo menor. Discutir cultura e sempre muito bom”, Luzia é diretora da Expo Religião 2015, que acontece no bairro da Cidade Nova, de 27 a 29 de Novembro. Pela primeira vez no Centro de Convenções SulAmérica, onde pretende receber mais de 12 mil visitantes.

“Isso hoje é muito mais que uma demonstração de força positiva do movimento negro para todos os poderes”, afirmou a empresária no segmento cultural Cátia Cruz.

Cátia Cruz com
 Antonio Molina

O veterano ator Milton Gonçalves, o cantor Da Gama, o ator Romeu Evaristo, as atrizes Maria Ceiça e Mariah da Penha, assim como os cineastas Clementino Jr e Antonio Molina, que é cubano e membro da UNEAC – União de Escritores e Artistas Cubanos desde 1978, Biza Vianna, viúva de Zózimo Bulbul e diretora do Centro Afro Carioca de Cinema, Ruth Pinheiro, Presidente do CADON, que organiza o Prêmio Afro, presente também a viúva do ativista Abdias do Nascimento, Elisa Larkin, o produtor Ricardo Brasil, além de em torno de 200 participantes, entre diretores, religiosos, escritores, fotógrafos, professores, coreógrafos e produtores da cultura negra, que estiveram lá apoiando, cobrando e acima de tudo, participando.
ltura, Juca Ferreira e com lideranças negras.

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