30 de setembro de 2022

No dia 8 de novembro de 1999, a Secretaria de Cultura do Amazonas escrevia as primeiras linhas de uma história que mudaria a vida de mais 100 mil deficientes visuais amazonenses, com a implantação da Biblioteca Braille. Narrativa esta apresentada no case  “Biblioteca Braille do Amazonas: educação, cultura e acessibilidade”, que ganhou notório reconhecimento nacional ao conquistar a prata no “Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia”, da ABRH-Brasil – na modalidade Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social – Empresa.
O prêmio foi entregue ao secretário estadual de Cultura, Robério Braga na tarde desta terça-feira (16), durante o CONARH 2016. “É um momento muito feliz para toda a equipe do Governo do Amazonas. Como um livro aberto para o conhecimento, a Biblioteca Braille vem possibilitando, para muitos, a realização do sonho de ingressar na universidade. Lembrar como tudo começou, dos desafios e conquistas, traz no peito a imensa felicidade de ver que a nossa Biblioteca é um modelo que vem sendo seguido por outros estados. Um trabalho que ultrapassou as fronteiras do Amazonas e que hoje ganha merecido destaque nacional”, declara.
Através do case, foram apresentadas as contribuições práticas da Biblioteca Braille para o desenvolvimento social, com o seu modelo de acessibilidade, capacitação dos técnicos, implantação de programas adequados, apoio aos deficientes visuais no acesso da educação e cultura e suas ações e inovações ao longo dos anos.
Atualmente existem 12 unidades da Biblioteca Braille instaladas em oito municípios: Parintins, Maués, Barreirinha, Urucurituba, Careiro da Várzea, Itacoatiara, Presidente Figueiredo e Nova Olinda do Norte. E no Brasil, foram implantadas sete bibliotecas que são assistidas pela Biblioteca Braille do Amazonas, nas cidades de Imperatriz (MA), Santarém (PA), Palmas (TO), em Porto Velho (RO), Vitória (ES), Fortaleza (CE) e Rio Branco (AC).

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