29 de setembro de 2022

Pode-se afirmar que Luiz Cavalli foi do analógico ao digital para retornar ao analógico. Ele, que começou pintando em pontilhismo com canetas de nanquim, ainda menino, aos 18 anos ingressou em uma grande agência de Publicidade na área de Cinema, permanecendo por quase 30 anos. Na década de 90, quando o auge da tecnologia era o fax, enquanto estava em reuniões ou ligações tinha por hábito desenhar em cadernos e agendas de trabalho que foram guardados e descobertos, anos mais tarde, durante uma mudança. Após um longo hiato, já em 2003, voltou a pintar. Há alguns meses, teve a ideia de recortar os desenhos minúsculos rabiscados – mais de 500 –, que foram digitalizados em alta resolução, impressos sobre canvas e esticados em caixilhos de madeira. De todo o processo, resultaram 16 painéis horizontais e verticais, depois customizados em tinta acrílica colorida pelo artista, numa interação entre caneta e pincéis. Todas as telas podem ser acessadas através do Portal Um Olhar.Net, que representa Luiz Cavalli. Basta acessar este link.

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