28 de novembro de 2022


Zélia Duncan
é decididamente uma mulher de palavras. Além de incontáveis canções, já escreveu roteiros, um perfil de Dona Ivone Lara, uma coluna semanal no jornal O Globo, uma peça de teatro, esquetes, textos de orelha, prefácios, posfácios. Agora, em “Benditas coisas que eu não sei”, editora Agir,  que será lançado dia 1º de junho, em São Paulo, ela compartilha com os leitores, em um texto saboroso, vivências e aprendizados. Nesse processo, reflete sobre sua profunda ligação com a música, tanto do lugar de artista quanto do de ouvinte. A edição, que chega às livrarias recheada de desenhos da própria Zélia, ganhou apresentação da poeta Alice Ruiz e pequena resenha de quarta capa assinada pela cantora Fernanda Takai.

Ao longo das páginas, Zélia lembra em detalhes da primeira vez que subiu em um palco, presta homenagem a parceiros que a acompanharam e a personalidades que a inspiraram, conta casos tristes, divertidos, comoventes. Em um dos capítulos, por exemplo, evoca o dia em que assistiu a um espetáculo no qual a icônica Bibi Ferreira vivia Edith Piaf e, a certa altura, pediu ao público que  a acompanhasse com um larárará. O coro é elogiado pela atriz, e Zélia pode jurar que o triunfo é dela! “Ela me ouviu”, pensou a jovem de 19 anos.  

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