28 de novembro de 2022
Alexandre Morucci e Dorys Daher

“Que baliza você irá ultrapassar hoje?”, instiga André Sheik, curador da exposição “Fronteiras”,  quando se refere à instalação site specific que a escultora Dorys Daher apresenta no Centro Cultural Correios RJ. Ao elevar, do chão ao teto, uma barreira com dois lados de materiais e características diametralmente opostas – uma áspera e opaca, outra lisa e brilhante -, a artista propõe simular uma espécie de rasgo no espaço, expondo uma divisa que não se restringe ao aspecto físico e visual. A obra de grandes dimensões (4m de altura, 4,60m de largura e 10m de comprimento) preenche por completo o pé-direito do espaço expositivo, opondo folhas de alumínio polido a tiras escuras de lixa grossa. Em grande parte de sua produção, Dorys aponta oposições, usualmente apresentadas no

contraste de materiais, que tendem a se harmonizar. A artista gosta de observar os diversos lados de uma mesma questão, propondo que muitos deles dependem do ponto de vista de onde se observa. “Nossa perspectiva está condicionada às nossas vivências, às nossas
experiências”, defende ela. Confira como foi a abertura nesta quinta-feira, 21, nas fotos de Marco Rodrigues.

Barbara Pagliacci, Dorys Daher e Patricia Accorsi

Bel Lobo, Patricia Crusi e Claudia Herz

Beth Ferrante, Raquel Carvalho Vieira, Davi Cury e Graça Pizá Engelheardt

Bia Sampaio, Alexandre Mourucci e Marilou Winograd

Eduardo Politzer, Ricardo Elia, Katia Politzer e Lucas Vasconcellos

Luiz Otávio Pinheiro, Dorys Daher e Lucilia Lima
Mario Monteiro e Dorys Daher

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