28 de novembro de 2022

Presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de vários ministros, fala com a imprensa no Palácio da Alvorada

O mito de plástico demorou quase 3 dias para, finalmente, dizer ao Brasil palavras insinceras. O tom falso, ressentido e magoado, de mau perdedor, foi a tônica do papelucho.  Rodeado de áulicos, insiste em prosseguir com pose de salvador da pátria. Pintou errado e bordou pior ainda, durante 4 anos.

Insultando, debochando, mentindo, ameaçando. Apequenando o Brasil.  Nunca teve cacoete de estadista. Capachos garantem que Bolsonaro volta em 2026.

Praga que o Brasil repudia desde logo. Milhões de votos que obteve na disputa do segundo turno podem ser, aritmeticamente, analisados assim: metade de cidadãos votaram acreditando que estão contribuindo para um país melhor ;outra metade , fanáticos, embrutecidos pelo ódio, pela truculência, pela burrice e pela estupidez. Adeptos do quanto pior, melhor. Baderneiros que raciocinam com o fígado.

Foto Agência Brasil

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