28 de novembro de 2022

“O Brasil voltou”, disse Lula, entre aliviado e esperançoso, na COP-27. É preciso mostrar mesmo que vai tirar o país do caos. A responsabilidade do futuro presidente é enorme. Só no dicionário o sucesso vem antes do trabalho. Sem união, diálogo e sintonia entre os poderes e empresários, Lula vai chover o molhado. Passará 4 anos enxugando gelo. Para o Brasil voltar a ser gigante aos olhos do mundo, reconquistando o lugar de prestígio em todos os eventos internacionais, é preciso trabalho e dignidade para os brasileiros mais necessitados. O Congresso tem parcela importante na empreitada nacional. Esquerda e direita devem assumir, de uma vez por todas, suas responsabilidades. A principal missão dos senadores e deputados é trabalhar, sem trégua, dá sangue e suor pela população. O interesse coletivo tem que ser prioritário. As comissões técnicas permanentes das duas casas precisam sair da letargia do lero lero e da conversa fiada. Basta de jogar para a plateia enquanto o povo sofre e amarga humilhações. Deputados e senadores devem promover reuniões, debates e adotar medidas que realmente contribuam para o fortalecimento dos estados e municípios. Colocando na prancheta das decisões, avanços sociais e econômicos que dignifiquem a vida dos cidadãos. Caso contrário, se os desafios não forem enfrentados com firmeza e agilidade, o Brasil corre o risco de torna-se uma nova Praça Rosada, onde argentinos perto do desespero e da desesperança, fazem ruidosos panelaços. O caos passará a morar na alma do povo. Políticos que queiram trabalhar para ajudar Lula na exortação “o Brasil voltou”, precisam tirar a máscara e a fantasia da acomodação e do surrado e manjado ” Mateus, primeiros os meus”,e passar a cuidar de valorizar temas relevantes que tragam de volta a alegria e a fé dos brasileiros. Foram eleitos com este compromisso. O que une espíritos e corações é trabalho, casa para morar, segurança, comida na mesa, boas escolas, bons hospitais e transporte público de qualidade.

Foto Agência Brasil

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