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Vinicius, o embaixador do Brasil

Luiz Claudio de Almeida 18 de junho de 2024 6 minutes read
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(O texto abaixo sobre Vinicius dedico agora aos 80 anos de seu grande amigo Chico Buarque)

“Ando onde há espaço, meu tempo é quando”
(Vinicius 1931-1980).

Acabo de receber das mãos do embaixador Jeronimo Moscardo o livro que enuncia o titulo acima, já que havia deixado meus dois únicos exemplares na Universidade de Nova York, quando lá havia feito um seminário sobre o letrista Vinicius.
Este livro celebra sua promoção a embaixador da Republica em 2010, uma iniciativa que comoveu o país. E que teve em Moscardo, então presidente da Fundação Alexandre de Gusmão, um dos seus essenciais propulsionadores, ao lado do então chanceler Celso Amorim.

Convidado, elaborei para o livro um extenso texto, cuja primeira parte publico agora:

“Dizer-se que a música popular brasileira é devedora – e muito – da poesia e da presença de Vinicius de Moraes é quase lugar-comum, repetido à exaustão em todos os manuais escolares. Menos usual, contudo, é dizer-se que se deve também à passagem de Vinicius pela MPB a inconveniência do apelido, “Poetinha”, que lhe fora pespegado ao começo dos anos sessenta por duas razões. A primeira, pela maneira renitentemente carinhosa do poeta em usar e abusar do diminutivo “inho”, aplicado a amigos, parceiros e até objetos do seu universo afetivo, como, por exemplo, o uisquinho, ou a cervejinha. E, finalmente, porque alguns amigos seus, jornalistas e cronistas do porte de Sérgio Porto e Antônio Maria, começaram a acarinhá-lo em citações e até crônicas pelo diminutivo, no exato momento em que sua popularidade pessoal subia à estratosfera, alavancada pela consagração mundial da bossa nova, a partir de 1962. Eu sempre considerei a palavra “poetinha” preconceituosa.

De início, ela era um afago apenas admissível aos mais íntimos. Depois, contudo, passou a ganhar a força dramática do próprio diminutivo, servindo, muitas vezes, para uma interpretação caolha e até maligna da obra, da poesia e até da pessoa do grande poeta, um ser humano superlativo. Ou seja, a ideia de “poetinha” passaria a ser suspeita, quase sinônimo, para muitas pessoas, de poeta decadente, de bicão da literatura, de pândego, até de bufão de parolagens ou de festas etílicas em que se celebrassem, noite e dia, a indigência intelectual e as farras mais grosseiras. Ao menos, nessa exata acepção de menosprezo e repugnância, a palavra “poetinha” teria sido dita pelo General Presidente Costa e Silva ao então Ministro das Relações Exteriores, José de Magalhães Pinto, quando o desligou da carreira diplomática. Um caudilho de ocasião cortava-lhe abruptamente a profissão, que ele cumprira com prazer décadas a fio e da qual retirava seu sustento pessoal. Com efeito, tendo em vista o que constava do processo MRE 312.4/ 69, Vinicius foi aposentado em 29 de abril de 1969, pelo Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, como primeiro secretário da Carreira de Diplomata. O ato colocava um ponto final a uma série de insatisfações do poeta com o governo militar, no poder desde 1964. O fato é que nesse período – 1964 a 1969 – o reconhecimento público a Vinicius como compositor e cantor o elevara a uma posição única. Ele não era apenas o grande poeta de antologia, incensado pela crítica e pelos cadernos literários, mas também uma sólida liderança no meio musical do país, que vivia então um momento culminante, galardoado pelos polêmicos festivais da canção.

Essa febre dos festivais começara nos meses iniciais de 1965, quando a televisão Excélsior de São Paulo lançou o primeiro deles, cujo ganhador seria, nada mais, nada menos, que Vinicius. A música intitulava-se “Arrastão” e nela o já consagrado letrista lançou Edu Lobo, um jovem cantor e compositor de quase vinte anos, filho do seu amigo de tertúlias musicais desde o começo dos anos 50, o jornalista e compositor Fernando Lobo. Para surpresa geral, e também para consagração de Vinicius, o segundo lugar do mesmo festival ficou com “Valsa dos anos que não vêm”, interpretada pela cantora Elizeth Cardoso e que era uma parceria sua com Baden Powell, violonista excepcional com quem ele começara a fazer música três anos antes. Vinicius, é verdade, só ganharia o primeiro dos festivais, mas sempre estimulava novos e antigos parceiros a inscrever suas músicas. O último dos grandes festivais, a meu juízo, seria o Internacional da Canção do Rio, transmitido para o Brasil e para o mundo pela já poderosa TV Globo. Ali, travou-se a batalha musical entre “Sabiá” (de Chico Buarque e Tom Jobim) e “Caminhando” (de Geraldo Vandré). Vinicius estava no Maracanãzinho, torcendo discreta mas fervorosamente pelos amigos e parceiros Tom e Chico. Em determinado momento dirigiu-se ao júri, do qual eu fazia parte ao lado de outros amigos dele, como Eneida, Paulo Mendes Campos e Ary Vasconcellos, e me segredou com a doçura e delicadeza habituais: “– Olha, eu tenho certeza de que você vota no “Sabiá” apenas pela qualidade inquestionável da música. O meu medo é que os ânimos políticos estejam exacerbados e que a Eneida ou o Paulinho (Mendes Campos) e até o Ary, ou mesmo o Alceu Bocchino, votem politicamente no Vandré. E aí Tom e Chico se estrepam.” Vinicius concluiu com sabedoria sua fraterna recomendação: “Convença-os de que politicamente nós todos estamos ao lado do Vandré. Mas musicalmente nós temos que estar com Tom e Chico. Até porque isso é um festival de música. E se o público daqui quer a política e não a música, o público vai ficar ainda mais contra a ditadura, se o júri der o prêmio à música e não à política”. Vinicius estava certo. Tudo o que previra foi o que aconteceu. Vandré perdeu, Tom e Chico ganharam, embaixo da mais injusta vaia que registra a história da música popular brasileira. E “Caminhando – Pra dizer que não falei de flores” acabou por se transformar num dos estopins da decretação do AI-5, que fez exilar centenas de brasileiros, inclusive boa parte dos envolvidos no festival. Além de castrar a carreira diplomática do já considerado maior letrista da MPB em seu tempo, o poeta Vinicius de Moraes. ( Continua no próximo texto).

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