Skip to content
9 de maio de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2024
  • agosto
  • Inquietações do Rio
  • Colunistas
  • Ricardo Cravo Albin

Inquietações do Rio

Luiz Claudio de Almeida 30 de agosto de 2024 6 minutes read
WhatsApp Image 2024-08-30 at 13.37.26
Redes Sociais
           

O que aflige visceralmente o Rio todo mundo sabe e todo mundo discute, apesar de autoridades-avestruzes parecerem, como sempre, enterrar suas cabeças na areia.

Quero propor aqui algumas poucas questões que, mesmo não sendo fundamentais como o transporte coletivo, a segurança, a limpeza, a escola e a saúde, bem que podem ajudar, e muito, a tornar o Rio mais digno e decente. Ou seja, um Rio capacitado a resgatar nossa autoestima e a suprir as exigências dos padrões turísticos mundiais, de que ele deveria ser referência luminosa. E que corre o risco de não ser mais. Apesar de, como sentenciou Machado de Assis, esta cidade sempre ter tido a vocação de expor-se aos forasteiros “como uma promessa diáfana de encantos”.

Começando pela Praia de Botafogo. O que se fará daquele enorme areal pouco utilizado, banhado pela mais inadmissível poluição, a talvez mais bem localizada praia do Rio dentro de toda a baía?

Outra perguntinha: por que cargas d´agua uma cidade de clima tão bafejado pelos deuses – onde não há neve, nem rigores extremos de temperatura – não dá maior atenção às flores, nos jardins públicos? É claro que alguns prefeitos até plantam, o que de nada vale, se os que se lhes sucedem não as conservam. E o que dizer dos viadutos revestidos de concreto, sujos e indecentemente pelados? Custaria tanto assim acarinhar os viadutos e as avenidas principais , especialmente as vias de acesso à cidade (como parte das avenidas Brasil e Linha Vermelha) com um milímetro de paisagismo? Alguns chorões aqui, alguns arbustos ali, algumas espirradeiras e/ou hibiscos acolá e, zás!, a cidade se mostraria melhor para os turistas e, é claro, para a nossa autoestima.

E o que dizer da má sorte da população que mora nos subúrbios, servidos pelos trens da Central, com aquelas estações horrendas e imundas, indignas de uma cidade minimamente cuidada? Além de, é claro, das ruas e avenidas sem árvores, o que ajuda a estorricar de calor e de desconforto seus infelizes habitantes. Aliás, por que não se espalham nas praças públicas de toda a cidade jatos d’água e fontes luminosas, como existem em todas as cidades bem-cuidadas do mundo?

Fontes com jatos d´água compõem o perfil de quase todas as cidades bem-cuidadas do mundo, mesmo as mais frias, como Estocolmo ou Copenhague, para não falar de Madri, Barcelona, Atenas, Istambul e quase todas as situadas no Mediterrâneo. Aqui, no Rio, essas fontes são muitíssimo mais importantes e necessárias, especialmente no tórrido verão carioca. Serão elas um amável refresco para os olhos, que por sí só já baixa a temperatura, ao menos na estrutura psicológica dos que a vejam.

Lembro-me de que um dos projetos desenvolvidos por Enaldo Cravo Peixoto na antiga Sursan (1960-1965) incidiu exatamente sobre fontes com jatos d´água para a cidade toda. O arquiteto Francisco Bologna foi encarregado de projetar dezenas de fontes, umas diferentes das outras , e que foram erigidas em pelo menos vinte praças do Rio. Cadê as fontes, onde elas foram parar, meu Deus? Por que essa triste sina do Rio? Porque respeito ao que é feito de correto nessa cidade não existe. A destruição e o desperdício têm que ser cobrados dos administradores cariocas e também da população.

Outra perguntinha que não ofende, se bem que é mexer num vespeiro de contradições: por que o poder público não pede a solidariedade dos donos das casas de alvenaria nos morros cariocas para pintá-las? Algumas até têm três, quatro andares, outras tantas pertencem a prósperos micro empreiteiros das favela , que as exploram impondo pesados aluguéis aos menos favorecidos. Essa solidariedade para com a paisagem da cidade faria com que do reboco nu e brutal pudesse nascer uma paisagem mais amável. E até vale a pena lembrar do famoso projeto de pintar as favelas de amarelo, o que gerou um grande samba para o carnaal de 1960 que dizia assim: “Favela amarela/Ironia da vida/Pintem a favela/Façam aquarela/Da miséria colorida”. O samba de J. Júnior, além de lindo, foi um protesto muito justo, só que os tempos eram outros , existiam apenas barracos de zinco e ainda não havia os empresários das construções ilegais ou semilegais nos morros.

Falando em solidariedade devida ao Rio, é hora também de perguntar aos proprietários dos quiosques e bares da orla: por que insistir nos deploráveis conjuntos de cadeiras, mesas a guarda-sóis de fibra de vidro?

A Prefeitura poderia – por que não? – exigir a solidariedade deles no sentido de fazer a cidade um pouco mais elegante. Paris é chique? É, sim, e por isso recebe a cada ano mais turistas. E quem determinou que nossa sina tropical é usar coisas feias e cafonas?

Aliás, outro hábito detestável é usar as calçadas como extensão dos botequins, que entopem as vias públicas com caixotes de madeira, usados como mesas. Mas o que é isso gente! Mais um pouco, por falta de rigor nas posturas municipais, o Rio vira uma pura selva. Mas será que o turista observa e reclama? Podem as autoridades fiar certas de que sim, já que incluem todo esse desleixo no item “sujeira” – segundo pesquisas, o que mais incomoda os turistas.

Outra perguntinha: por que não socorrer a chamada população de rua com projetos assistenciais criativos, até mesmo inortodoxos? Essa pequena legião dos miseráveis que perambulam pelas ruas do Rio não são tantos assim. Por que todas as igrejas não se somam para assistir a esses sem-terra , sem –teto, sem-politica, os sem-nada no sentido mais veemente do desamparado pela sociedade? E por que a Prefeitura não estimula a união dessas diversas fontes de solidariedade? Um envolvimento pessoal da autoridade pública poderia viabilizar essa cadeia de socorro aos desvalidos.

Finalmente, já que falo em solidariedade, por que não citar aqui os animais abandonados pela cidade? Quem andar pelo Arpoador e pelo Aterro do Flamengo verá cenas inacreditáveis de gatos mutilados , daquelas de fazer São Francisco de Assis dar urros de agonia. É que ali são deixados gatos de todas as raças – socorridos felizmente por uma dúzia de almas de finíssima essência – homens e mulheres que tratam dos animais, muitos deles com olhos furados, pernas quebradas e rabos amputados.

Em resumo: perguntar não ofende. O que ofende o Rio, com certeza, será o conjunto de pequenas coisas qye faz a cidade ficar um degrau abaixo na autoestima dos cariocas. E dois ou mais na observação do turista que poderia trazer riquezas e empregos à cidade.

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Espelho
Next: Rio recebe a mostra “Toro itinerante de Pucará”

Postagens Relacionadas

bab6c23d-b596-4231-a444-086e086f7317
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Engomados na ratoeira

Vicente Limongi Netto 7 de maio de 2026
IMG-20260407-WA0070
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Entrevista exclusiva com Sirlea Aleixo, vencedora do Prêmio Shell 2026

Chico Vartulli 7 de maio de 2026
Texto e Foto Carlos Monteiro
  • Carlos Monteiro
  • Colunistas

Alvoradas cariocas

Carlos Monteiro 7 de maio de 2026

O que você perdeu...

IMG-20260508-WA0053
  • Agenda

Mauricio Meirelles em dose dupla

Luiz Claudio de Almeida 8 de maio de 2026
Ricardo Couto
  • Cultura
  • Variedades

Governador em exercício do Rio participa da abertura da mostra “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América”

Luiz Claudio de Almeida 7 de maio de 2026
bab6c23d-b596-4231-a444-086e086f7317
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Engomados na ratoeira

Vicente Limongi Netto 7 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-07 at 14.27.01
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 7 de maio de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.