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Do mundo até a Sapucaí: bate-papo com o artista visual Dante

Chico Vartulli 27 de março de 2025 8 minutes read
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Meu convidado dessa semana é um artista visual, brasileiro, autodidata interdisciplinar. Sua investigação artística tem como princípio a observação sobre o indivíduo e ancestralidade, estabelecendo uma reflexão de como somos atravessados pela contemporaneidade.  Formado em desenho industrial com especialização em ilustração na Saint Martin College of Art and Design, em Londres, sua expressão se destaca pelo envolvimento em projetos artísticos com foco na criação de bonecos manipuláveis e esculturas, exibidos no Brasil, Chile, França, Alemanha e China.

Sua autoralidade fez com que sua pesquisa estética fosse aplicada em diversos segmentos da arte, em especial o teatro, participando de processos artísticos nos quais propõe, a partir da criação de bonecos manipuláveis, caminhos onde sua identidade artística é fortemente marcada. Trabalhou em diversos espetáculos teatrais adultos e infanto-juvenis, entre eles: El Carnaval de los Animales, dirigido por Tita Iacobelli, no Teatro Municipal de Santiago, com participação da Orquestra Sinfônica da cidade; Gritos da Cia Dos a Deux (França-Brasil), no qual assina junto com Natacha Belova pesquisa, criação de conceito e construção dos bonecos e objetos de cena; Preto da Companhia Brasileira de Teatro, direção de Marcio Abreu, reproduzindo cabeças realistas hiperdimensionadas dos atores.

Teve seu processo criativo e de construção de bonecos como inspiração para a reprodução do universo estético e artístico do núcleo da Família Borges da novela Pega-pega da Rede Globo, em que foi responsável pela criação e ambientação deste universo, proporcionando também vivência aos atores e oficinas de construção de bonecos.

Convidado pelo Estúdio Mbaraká, criou três dioramas para a exposição “Darwin: origens e evolução” em exibição no Museu do Meio Ambiente do Rio de Janeiro.  Ministra as oficinas Corpo Habitat, para adultos, e Ba Be Bi Boneco, para crianças. Estas oficinas pretendem desenvolver o pensamento, criação e construção do boneco como forma de expressão artística e identidade. Esse ano participou do desenvolvimento de bonecas em escala humana que representaram a icônica Mãe Cacilda de Assis, na  União de Marica, da série Ouro.

Ele é o cara. Confira!

JP-  Olá Dante! A comissão de frente que você participou no carnaval de 2025 em que o desenvolvimento de bonecas em escala humana que representaram a icônica Mãe Cacilda de Assis fez o maior sucesso. Você poderia comentar sobre o processo de criação artística?

Fui convidado pelo carnavalesco Leandro Vieira para fazer o  retrato de  Cacilda de Assis para uma escola de samba. Foram 5 meses intensos de processo de criação e construção, onde fui reunindo uma série de registros de fotos e imagens desta que foi uma das maiores mães de santo dos anos 70 e 80 no Brasil. O objetivo deste projeto era retratar Cacilda de forma realista ao mesmo tempo potencializar sua expressão emocional e identidade. Foram 15 bonecas em escala humana, cuidadosamente esculpidas e cuidadas. Contei com minha equipe de confecção e com o figurino poético da figurinista Tereza Nabuco, minha grande parceira na arte e que tem o olhar magistral sobre a criação de figurinos principalmente de matriz afro-brasileira.

JP- Foi a primeira vez que você criou bonecos para o carnaval?

Caso sim, vale a pena a experiência? Caso não, comente sobre as experiências anteriores?

O carnaval surgiu pra mim como forma de trabalho criativo pela primeira vez com o GRES Paraíso do Tuiuti a convite do diretor Artístico Marcio Moura, tb no Rio de Janeiro. Fiz parte da comissão de frente criando bonecas em escala humana que representavam senhoras que faziam parte integrante da escola, como ex-costureiras, ex-passistas, ex-porta-bandeiras, etc. Ambas foram homenagens a grandes mulheres e experiências muito enriquecedoras e potentes. Consideramos experiências valiosíssimas e um privilégio feito parte de um dos maiores espetáculos da terra e que representam legitimamente o povo brasileiro.

JP- No teatro, uma recente produção de bonecos aconteceu na peça “Azul”, quando você criou os bonecos Azul e Violeta. Como foi o processo de criação desses bonecos? Qual foi a importância desse trabalho para sua carreira?

Acho que estamos sempre tentando ir de encontro a algo, a arte me permite explorar bastante isso, me desenvolver como artista e ser humano. “Azul” é um espetáculo que até hoje me ensina muito, principalmente pela busca de nosso lugar próprio que fala na peça. Desejamos que todos nos sintamos pertencentes. Com a Cia Artesanal de Teatro, tivemos contato com o Transtorno do Espectro Autista e topamos o desafio de transformar este projeto em espetáculo. Pude trazer referências de vivências próprias de quando cresceu no subúrbio do Rio de Janeiro, partindo da simplicidade da vida, de forma analógica, como o brincar na rua. Um tempo em que não éramos tão conectados virtualmente. É comovente ver que o espetáculo continua comovendo grandes plateias e perceber que muitas famílias neuro atípicas se sintam representadas e incluídas na arte através do espetáculo.

JP- Quando você começou a se interessar pela arte de criação de bonecos?

Desde criança, junto com meus primeiros passos, vieram tb já mãozinhas curiosas que moldavam o barro que saía do terreno onde meus pais foram construindo a nossa primeira casa. Fui experimentando organicamente e de forma intuitiva os materiais. Era uma criança autodidata, que mesmo antes de entrar na escola já brincava de ser artista e nem sabia. Sempre fui muito imaginativo e via personagem em tudo. Todo objeto se tornou um boneco ou criatura.

JP- Como você se define como artista? Quais são as características do seu fazer artístico?

Sou um artista que gosta de observar e a partir daí tenta contar histórias. Me questionei todo o tempo sobre coisas que talvez eu nunca consiga responder. Acho que minha fase criança dos “porquês” não foi embora. A vida pra mim é um grande mistério. Este planeta, recheado de gente e bicho é mais curioso ainda. Sinto que minha matéria-prima é gente, daí nascem outras versões de gente, bichos e criaturas.

JP- Existe alguma diferença na criação de um boneco para o teatro, o cinema, a novela, ou não?

O princípio é sempre o conceito e a ideia. A consistência e história de cada ser humano é minha inspiração. Quanto especificamente a onde será aplicado o boneco, é mais uma maneira de entender como enxergaremos aquele corpo, e adaptar isso técnico. Como por exemplo na tv e no cinema temos uma câmera que capta cada detalhe mínimo, tudo é percebido numa lente de aumento, já num espetáculo, o alcance também precisará estar no olhar de uma pessoa que estará na última fila da plateia. Acredito que é tudo uma questão de entender a experiência visual e emocional do espectador.

JP- Qual é o trabalho de bonecos criados que você considera seu preferido? Ou o conjunto da obra?

Difícil citar apenas um. Sempre a criação em que estou trabalhando no momento é minha favorita por estar imerso nessa história e atmosfera, mas fiz parte de projetos que foram muito representativos na minha trajetória artística, onde pude trabalhar com artistas e criadores que admiro, como criar uma cabeça em grande escala de Renata Sorrah e até mesmo ver minha arte estar presente em veículos de grande massa como tv e o cinema, como novelas, minisséries e auditório, atingindo um público cada vez maior, algo que para mim soava distante.

JP- Quais são os materiais que você utiliza para a confecção dos bonecos?

Penso que cada projeto pede por alguns materiais específicos, materiais também são minha linguagem e conceito da obra. Eles vão refletir em como podemos nos emocionar e a mensagem pode passar. Tenho uma frequência maior de utilização de alguns materiais que facilitam o conhecimento, como por exemplo para teatro ou termoplástico, que são muito leves e facilitam a manutenção da manipulação do movimento. Eu amo escultura, fico que nem criança brincando de como posso trazer volumetria para as coisas, e como elas podem se transformar em personagens. Pra isso, massas de modelar, argilas e argilas são meus queridinhos no atelier.

JP- Quais são os seus planos para 2025?

Em breve lanço na minha loja a @dantedanteshop uma série de peças de arte e bonecos autorais que estarão disponíveis para venda. Em um dos planos também está o desenvolvimento de um canal virtual com projeções de “faça você mesmo” inspiradas no meu trabalho artístico. Além de projetos bem interessantes que estão chegando para cinema.

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Chico Vartulli

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