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A Ancestralidade Como Fonte de Produção Artística

Alex Varela Gonçalves 11 de junho de 2025 6 minutes read
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Foi inaugurada a exposição Ancestral: Afro-Américas, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.

 

A exposição apresenta conexões entre a herança africana e a arte contemporânea no Brasil e nas Américas, destacando a ancestralidade como inspiração para a produção artística. Cerca de 160 obras de artistas afrodescendentes do Brasil e dos Estados Unidos se fazem presentes na mostra.

 

Os curadores são Ana Beatriz Almeida, e Renato Araújo da Silva. A direção artística é de Marcello Dantas.

 

A exposição  é interativa, contemplativa, reflexiva, e crítica, tendo como característica marcante a diversidade da arte exibida.

 

Ancestralidade significa aquele que precede, os antecessores, aqueles que vieram antes, e deixaram uma herança. Este legado foi passado, de geração em geração, por meio da oralidade, construindo a genealogia ancestral do sujeito, e se faz viva até os dias de hoje.

 

Brasil e Estados Unidos da América foram países escravocratas. Os negros e negras vieram para essas terras de forma forçada. Não foi de forma livre e espontânea. Eles tinham seus pés fincados no solo africano e foram arrancados daquele espaço. Foram momentos de dor e sofrimento. O gemido de dor ecoava.

 

Contudo, os negros foram fortes, valentes e guerreiros. Nessas terras não aceitaram passivamente os desmandos do homem branco. Eles se organizaram, lutaram, e resistiram. Eles trouxeram consigo o seu patrimônio cultural. As suas danças, cantos, batuques, causos, divindades e seus cultos, as suas crendices, as suas produções artísticas, entre outros.

 

O legado cultural africano é exposto na exposição de artes plásticas que estamos comentando, por meio da exibição da arte ancestral afro-americana. Esta é original, criativa, rica, e monumental. É uma arte que tem palha, ráfia, cabaça, corda, sisal, búzios, e também ferro, aço, cobre, e madeira. Quão sublime é de se ver e admirar!

 

Os povos africanos e seus descendentes foram exímios produtores de arte!

 

Logo de início, visualizamos esculturas de ferramentas de ferro relacionadas às divindades afro-brasileiras.

 

Na primeira parte, visualizamos fotos e esculturas com imagens de negros e negras. São representações da forma como as pessoas pretas foram retratadas em uma tela. Afinal, negros e negras são obras de arte notáveis!

 

Ganham destaque as pinturas de Heitor dos Prazeres, que retratou os brincantes de carnaval próximo aos Arcos da Lapa; e os sambistas.

 

A seguir, viajamos pelos sonhos, por meio dos limites da abstração e da subjetividade, criando um espaço ideal imaginado.

 

Visualizamos as produções de Abdias do Nascimento com suas telas coloridas celebrando as divindades afro-brasileiras, a loucura de Bispo do Rosário; a originalidade de Mestre Didi; e os bordados de Isa do Rosário também evocando as divindades afro-brasileiras.

 

Três obras de rara criatividade, originalidade e potencialidade ganham destaque.

 

A de Monica Ventura, O Sorriso de Acotirene, que produziu uma criativa obra artística de cabaças e palha.

 

A de Simone Leigh, Las Meninas, que apresenta o corpo de uma mulher em porcelana branca, com um rosto não definido, e uma exuberante saia de rafia. Genial!

 

E, por fim, a instalação Pedra Cantada – Em Assentamento, de Aretha Sadick, criativa e original. Um estrutura presa ao teto de cordas e palhas, lembrando a divindade Omolu, acompanhada por um tambor de madeira e couro, cercada por vasos de barro com pipocas.

 

São três produções artísticas que seguem a via da originalidade, de materiais rústicos, simples, mas que produzem efeitos notáveis. O belo e o sublime não necessariamente têm que ser produzidos  a partir de materiais luxuosos e exuberantes.

 

Ainda visualizamos a produção de Nádia Taquary, Atoto, criativa produção de palha da Costa, com búzios africanos, ipe, cobre e miçangas de vidro.

 

A seguir, adentramos as propostas de construção do mundo e criação de lugares, podendo estes ser lugares reais, ou imaginativos. E lugares surgidos a partir da imigração, história e comunidade explorados a partir de esculturas, indumentárias e instalações.

Ganham destaque os álbuns de família, que retratam a família preta, lugar de memória, criações de Mayara Ferrão, e Moisés Patrício

 

Emanuel Araújo, em Navio, nos apresenta uma instigante produção artística que remete a um navio negreiro.

 

São de uma sensibilidade as fotografias de Lita Cerqueira, que retratam mulheres pretas trajando indumentárias típicas que seguem a Procissão de Nossa Senhora da Boa Morte, na Bahia.

 

A mostra conta também com um conjunto de adornos comumente chamado de “Joias de crioula”, joalheria ritual, que outrora fora moeda de troca para a compra da liberdade. Pulseira, argolas de ouro e cornalina; barangandã, colar de bolas. Símbolos da ancestralidade!

 

E, por fim, a mostra apresenta uma seleção de arte africana da Coleção Ivani e Jorge Yunes, com curadoria de Renato Araújo da Silva.

 

A arte africana exibida é uma produção notável, ancestral, rica e de qualidade. Deixa transparecer a capacidade de criação dos artistas africanos. A herança cultural que veio nos porões dos navios negreiros nas rotas do comercio do tráfico. Sao diversos artefatos culturais como máscaras, estatuetas, cetros, tornozeleiras, pulseiras, porta, ferramentas, vasos, e bancos. Testemunhos de uma rica herança cultural. Fontes históricas que possibilitam a escrita de uma história.

 

A exposição apresenta um conteúdo denso e diversificado, mostrando uma arte plural. Profissionais das artes plásticas vão se encantar com a notoriedade de tais produções. Alunos e professores do ensino fundamental ao universitário vão poder enriquecer seus saberes e aprofundar seus conhecimentos. Carnavalescos vão se engalanar em meio a palha, rafia, cabaças, e cordas. E quem mais quiser vir, se arrepender não irá!

 

No nosso ponto de vista, o único momento que não nos agradou foi a sala onde está a instalação de Eneida Sanches & Tracy Collins, Transe e Memória, que acaba por se destoar das demais produções artísticas da mostra, e por ser pouco sensível e inteligível. Não rendeu significado. Não conseguimos compreender o conceito de memória presente na instalação. Parece estar ocupando alguma lacuna, criando um espaço feito para ouvir música!

 

Ancestral: Afro-Américas é uma exposição de artes plásticas que apresenta o rico legado cultural da arte ancestral afro-americana; deixa transparecer a capacidade de produção artística de homens e mulheres pretos; e se caracteriza por ser interativa, contemplativa, reflexiva, e crítica.

 

Excelente produção de artes plásticas!

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