Skip to content
23 de maio de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • agosto
  • Trabalho: Promessa de Emancipação ou Prisão Moderna?
  • Agenda

Trabalho: Promessa de Emancipação ou Prisão Moderna?

Luiz Claudio de Almeida 24 de agosto de 2025 5 minutes read
EmirSader
Redes Sociais
           
Por Arlindenor Pedro  –  Professor de História, Sociologia e Filosofia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas.

Uma leitura crítica do texto de Emir Sader*

  O sociólogo Emir Sader, ao revisitar as origens da crítica marxista na tradição hegeliana, propõe uma leitura de A ideologia alemã ,obra na qual Marx e Engels rompem com os pressupostos idealistas da filosofia alemã e afirmam o papel central da produção material na constituição da vida humana.   Em seu texto de apresentação da obra de Marx e Engels , o trabalho aparece  como o motor da história e como o elo fundamental entre ser humano e mundo.

A alienação, nesse modelo, seria então, uma anomalia histórica. Um desvio superável, cuja raiz está na perda da consciência sobre esse elo vital entre o sujeito e sua atividade produtiva. A força do texto de Sader está justamente em sua fidelidade a uma tradição na literatura clássica do marxismo: a  de que o homem se humaniza ao transformar a natureza; que o trabalho é a atividade por excelência da nossa espécie; e que, ao se reapropriar de seu próprio fazer, o ser humano pode superar a alienação e retomar o controle da história.

No entanto, é exatamente aí que reside o ponto mais problemático da argumentação

É preciso perguntar: O que entendemos por “trabalho”? Não se trata de negar que o ser humano transforma a natureza e cria cultura. A questão é mais radical: Será que o trabalho, tal como estruturado no mundo moderno ,isto é , como atividade abstrata, medida em tempo, subordinada à produção de mercadorias, pode ser considerado uma constante histórica ou antropológica?

Ao afirmar o trabalho como essência positiva do ser humano, Sader repete uma concepção clássica do marxismo, herdada do século XIX:  A de que o trabalho é universal, transhistórico e, no fundo, libertador, bastando que seja livre, consciente e socialmente reapropriado.

No entanto, essa concepção ignora uma inflexão crítica importante que surge nas últimas décadas: a ideia de que o trabalho moderno é, ele próprio, uma forma social fetichizada e historicamente situada, vinculada à lógica da mercadoria, do valor, do tempo abstrato e da separação entre produção e vida.

Em outras palavras, não se trata apenas de um “trabalho alienado” que pode ser redimido. Trata-se de uma forma de trabalho que, por sua própria estrutura, produz alienação, esvaziamento, fragmentação e crise , mesmo quando exercida de forma autônoma ou aparentemente emancipada. A alienação não é erro corrigível.

Na leitura marxista clássica, como a de Sader, a alienação é vista como algo que “acontece” ao trabalho. Como se o trabalho fosse bom por natureza e se tornasse alienado apenas por interferências externas : Como a propriedade privada ou a exploração capitalista. Assim, o horizonte da crítica seria o de “retomar” o trabalho, resgatar sua essência e restabelecer a unidade entre sujeito e objeto, entre fazer e saber.

Mas creio que a questão deva ser invertida. E,  se a alienação for constitutiva da forma trabalho tal como ela se realiza na modernidade? E se, em vez de ser um desvio a ser corrigido, a alienação for o próprio modo de funcionamento da sociedade regida pela produção de mercadorias e pelo imperativo do valor?  Se for assim, o desafio não está em retomar o trabalho , mas em superar sua forma histórica atual. Não se trata de voltar a produzir com as mãos ou de reconquistar as fábricas, mas de questionar a centralidade do trabalho como forma de organização da vida, como mediação entre os humanos e como medida de valor social.

Produzir ou viver? O problema central do texto de Sader, e de toda uma tradição que ele representa é manter intactas categorias como “produção”, “trabalho”, “sujeito”, “história”, “consciência” e “progresso”, como se fossem universais ou redimíveis. No entanto, vivemos hoje justamente o momento histórico que exige a desconstrução crítica dessas formas herdadas da modernidade capitalista.

Vivemos em um tempo de esgotamento. O planeta não suporta mais a lógica produtivista. A automatização torna milhões de trabalhadores supérfluos. O tempo da vida é devorado pelo tempo abstrato da produtividade. As promessas de emancipação se dissolvem sob o peso da exaustão material, psíquica e ecológica.

Diante disso, insistir na reabilitação do trabalho como “essência humana” pode ser mais um gesto nostálgico do que um projeto de futuro. A libertação não virá do trabalho recuperado, mas da reorganização radical da vida para além da lógica da produção, da mercadoria e do valor.

Hoje, mais do que nunca, é preciso ir além. Não para negar o legado de Marx, mas para levá-lo às últimas consequências. E isso significa  justamente em abandonar o culto ao trabalho e imaginar novas formas de vida em comum: Formas que não se sustentem mais na exploração do tempo, da natureza e da subjetividade, mas na reinvenção da existência fora do paradigma da produção.ou seja : uma outra forma de se viver, longe das amarras da sociedade da mercadoria.

* O texto de Emir Sader  está exposto na abertura da Edição da Boitempo da obra de Karl Marx e Friedriche Engels, A Ideologia Alemã.

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Treinamento Permanente em Direito LGBTI+
Next: Soberania Nacional

Postagens Relacionadas

unnamed (1)
  • Agenda

Sessão de Cinema inclusiva promove experiência gratuita para crianças com TEA

Luiz Claudio de Almeida 22 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-21 at 14.29.27
  • Agenda

Couro de pirarucu no cenário da moda internacional

Luiz Claudio de Almeida 21 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-20 at 16.15.15
  • Agenda

Encontro “O Novo Código da Beleza – Mitos e Verdades”

Luiz Claudio de Almeida 21 de maio de 2026

O que você perdeu...

unnamed (1)
  • Agenda

Sessão de Cinema inclusiva promove experiência gratuita para crianças com TEA

Luiz Claudio de Almeida 22 de maio de 2026
WhatsApp-Image-2025-08-06-at-23.55.00-1536x899
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Sonho de Trump

Vicente Limongi Netto 22 de maio de 2026
Elisa, Mauro, Vera e Luciana
  • Cultura
  • Variedades

Documentário “Mestre Zu” na ABL

Luiz Claudio de Almeida 22 de maio de 2026
Texto e Foto Carlos Monteiro
  • Carlos Monteiro
  • Colunistas

Meia década; que mundo queremos?

Carlos Monteiro 22 de maio de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.