Skip to content
19 de maio de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • setembro
  • A Encruzilhada Brasileira: Liberalismo em Ruínas, Autoritarismo em Ascensão e a Falta de um Caminho Emancipatório
  • Arlindenor Pedro
  • Colunistas

A Encruzilhada Brasileira: Liberalismo em Ruínas, Autoritarismo em Ascensão e a Falta de um Caminho Emancipatório

Arlindenor Pedro 14 de setembro de 2025 6 minutes read
brazil-5905898_1280
Redes Sociais
           
Por Arlindenor Pedro  –   Professor de História, Sociologia e Filosofia,  editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas.
A condenação do núcleo central do bolsonarismo pelo Superior Tribunal de Federal , que alcançou também o ex-presidente Jair Bolsonaro, constitui um marco na história política brasileira.
 Não se trata apenas de um episódio jurídico ou de um ajuste de contas com um governo marcado por violações institucionais, mas de um acontecimento que explicita os limites do liberalismo e o desgaste profundo das instituições construídas desde a Constituição de 1988.    O julgamento revela a tentativa de reafirmar a legitimidade do sistema de justiça num contexto de crise de confiança popular, mas, ao mesmo tempo, expõe as fissuras e contradições que tornam o Judiciário vulnerável à ofensiva de extrema-direita.
   Nesse cenário, o voto divergente do ministro Luiz Fux não pode ser interpretado como mero detalhe técnico. Ele se converte em sinal político, reforçando a narrativa bolsonarista de que as instituições estão corroídas e seletivas, abrindo espaço para a sua desmoralização e para a possibilidade de um rearranjo autoritário do Estado.
O efeito desse gesto é mais amplo do que aparenta: Fortalece a coesão interna do bolsonarismo, mantém viva a moral de sua base social e, ao mesmo tempo, aprofunda o desgaste do Judiciário perante a sociedade. A cada fissura pública, a cada contradição entre ministros, a extrema-direita encontra combustível para sustentar a tese de que apenas uma ruptura institucional poderá oferecer estabilidade.        O voto de Fux, portanto, opera como engrenagem de um processo que fragiliza ainda mais as instituições liberais brasileiras, já enfraquecidas pela crise estrutural do capitalismo em sua versão periférica.
A extrema-direita brasileira não se contenta com projetos de governo. Sua ambição é a construção de um projeto de poder, estrutural e de longo prazo, que objetiva remodelar o Estado em bases autoritárias. Esse projeto tem como sustentáculo o rentismo, o agronegócio e setores militares, compondo uma frente que se legitima como alternativa revolucionária no sentido formal, mas profundamente reacionária em seu conteúdo. Diante da incapacidade do modelo liberal de gerar crescimento e inclusão, o autoritarismo aparece como estratégia de sobrevivência do capital em tempos de estagnação e crise. Assim, o Brasil se vê diante de uma encruzilhada: ou mantém uma institucionalidade liberal corroída e incapaz de oferecer respostas às demandas sociais, ou abre espaço para que forças autoritárias apresentem suas “soluções” de ordem e repressão.
Esse processo interno se conecta diretamente ao tabuleiro internacional. As pressões externas vindas dos Estados Unidos, sobretudo durante e após o governo Trump, alimentam e financiam a retórica da extrema-direita brasileira. O alinhamento discursivo, as redes de financiamento indireto e a legitimação simbólica operam como estímulo para a erosão institucional. Ao mesmo tempo, a posição estratégica do Brasil na nova divisão do cenário mundial coloca o país no centro de tensões geopolíticas. De um lado, a ascensão da China, a presença assertiva da Rússia e a ampliação dos BRICS sinalizam um horizonte multipolar que atrai setores da diplomacia e da economia brasileiras. De outro, a manutenção da hegemonia norte-americana exige que o Brasil continue atrelado a uma posição subalterna, servindo como tampão para a expansão de forças que desafiam a ordem ocidental.
É nesse cruzamento entre crise interna e disputas globais que o bolsonarismo se alimenta. O enfraquecimento do STJ e de outras instituições do liberalismo nacional não é um efeito colateral, mas parte do programa estratégico que busca criar as condições para um novo Estado autoritário, capaz de controlar a sociedade pela repressão e pela manipulação da crise.
   A condenação de Bolsonaro, embora juridicamente significativa, não encerra esse processo. Pelo contrário, pode intensificar a narrativa de perseguição e de martírio político que mantém a extrema-direita mobilizada.
Outro elemento central nesse processo é o papel do chamado centrão. Esse bloco heterogêneo, marcado pelo pragmatismo e pela negociação fisiológica, opera como mediador entre a lógica do Estado e os interesses imediatos de frações do capital. Seu funcionamento é a expressão do que se convencionou chamar de “capitalismo de compadres”: Um sistema de alianças, favores e distribuição seletiva de recursos públicos que mantêm a engrenagem política em movimento. Esse arranjo, embora aparentemente estabilizador, carrega em sua própria pelagem uma ambiguidade peculiar. Ao mesmo tempo em que preserva a governabilidade mínima, pode facilmente se deslocar para apoiar soluções autoritárias, desde que essas garantam a continuidade dos privilégios e a reprodução de suas práticas. Assim, o centrão, longe de ser antídoto contra a extrema-direita, pode converter-se em sua ponte para a ruptura com o Estado de direito democrático.
O que se revela, portanto, é a fragilidade da institucionalidade liberal em um capitalismo periférico incapaz de entregar estabilidade econômica e inclusão social. O liberalismo brasileiro, já desgastado pela estagnação, pela desigualdade e pela incapacidade de enfrentar a crise climática e produtiva, vê-se corroído por dentro. E nesse vazio, a extrema-direita se apresenta como alternativa, propondo uma ruptura que não aponta para emancipação, mas para a radicalização da barbárie.
Ainda mais grave, entretanto, é o fato de que as esquerdas brasileiras não conseguiram até agora oferecer uma saída emancipatória à altura da crise. Presas ao pacto de 1988 e à institucionalidade liberal já em franca decadência, limitam-se a administrar os escombros do modelo, sem questionar suas bases estruturais. Sob a ótica da crítica do valor, essa limitação é decisiva.  Ao não romper com a lógica cega da mercadoria, com a centralidade do trabalho abstrato e com as categorias fundantes do capitalismo, a esquerda permanece refém da mesma forma social que diz combater. Esse vazio estratégico abre terreno para que o autoritarismo se apresente como única alternativa diante do colapso.
   É urgente que a esquerda se desvincule do horizonte liberal, pois ele não tem mais condições históricas de tirar o país da crise.   A crise mundial do capital já mostrou que não há retorno possível à estabilidade prometida pelo liberalismo. O desafio é trilhar novos caminhos, radicalmente distintos dos que esse modelo decadente ainda promete e não pode cumprir, caminhos que apontem para além do capitalismo e que resgatem a possibilidade concreta de emancipação social.
Imagem Pixabay

About the Author

Arlindenor Pedro

Editor

View All Posts

Post navigation

Previous: Posse da comissão de Práticas Colaborativas
Next: Olá, Trump

Postagens Relacionadas

WhatsApp Image 2026-05-18 at 13.13.33
  • Colunistas
  • Ricardo Cravo Albin

NOCA, MEU IRMÃO, AGORA EM DEFINITIVO AZUL E BRANCO

Ricardo Cravo Albin 18 de maio de 2026
1809_df_taguatinga_correiobrasiliense_3
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Estúpidez

Vicente Limongi Netto 18 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.57.41
  • Colunistas

A Armadilha de Tucídides

Luiz Claudio de Almeida 18 de maio de 2026

O que você perdeu...

maxresdefault (2)
  • Agenda

Flora Uchoa inaugura nova fase da carreira com o lançamento de “Dindi”, de Tom Jobim

Luiz Claudio de Almeida 18 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-18 at 13.39.42
  • Agenda

Eric Max e Álamo Facó celebram diversidade e representatividade no Prêmio Sim à Igualdade Racial

Luiz Claudio de Almeida 18 de maio de 2026
@kaiocads - Dominguinho II - CADS2418_Easy-Resize.com
  • Agenda

João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam chegada da turnê “Dominguinho” ao Rio

Luiz Claudio de Almeida 18 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-18 at 15.49.55
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 18 de maio de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.