Skip to content
8 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • novembro
  • A Arquitetura e a Inteligência Artificial
  • Agenda
  • Colunistas

A Arquitetura e a Inteligência Artificial

Luiz Claudio de Almeida 5 de novembro de 2025 7 minutes read
WhatsApp Image 2025-11-05 at 21.19.02
Redes Sociais
           

Rafael Balbi   –  Arquiteto – Colunista convidado.

A primeira vez que alguém conversou comigo sobre a Inteligência Artificial ( IA) foi a minha mãe, a arquiteta Maria Angélica Faria Vilela Viana). Ela falava sobre como os Chineses estavam na frente dessa tecnologia e como o mundo iria mudar com o avanço dela.
Isso foi  antes do advento do Chat GPT, que ela não chegou a experimentar pois faleceu pouco antes, em 2022.
Em janeiro de 2023 eu estava na sala de estar da casa dos meus filhos, no México, e o mais velho tinha convidado uns amigos para conversar e beber.
Conversávamos sobre o mundo, a vida,  as injustiças e a tecnologia que vai nos salvar ou nos enterrar de vez.
Foi quando um dos amigos do meu filho, me disse: O senhor viu o Chat GPT? Lançaram ontem!
Eu não sabia, mas ele era um cara muito especial e todo ligado em computação. Estava eu falando com um nerd da nova geração.
O senhor pode me emprestar o seu computador? – estava na mesa da sala – vou lhe mostrar- disse o amigo de meu filho.
Ele me pediu uns dados para o login e,  depois,  me disse: Pergunte aqui o que quiser…
Não me lembro da pergunta, mas eu me recordo que fiquei de queixo caído pela forma da resposta.
Era uma conversa! Eu estava conversando com uma máquina!
Fiquei perplexo, assim como a metade das pessoas do planeta… ainda era bem limitado o que aquilo podia fazer, mas logo percebia-se o potencial.

  Poucos meses depois daquela noite, o assunto, em meados de 2023,  era a IA em todos os setores  da vida.
Começaram a surgir aplicações e aplicativos para todos os profissionais, desde escritores, pesquisadores e financistas até artistas plásticos e, finalmente para mim e os parceiros da minha profissão,  os arquitetos.
Bem antes das conversas com minha mãe, desde 2005, eu comecei a usar um software para projetar em arquitetura.
O software  utilizava    muita programação e parametrização
computacional para facilitar e tornar mais precisa a geração de documentos para a construção – outro jeito de dizer desenhos arquitetônicos.
No meu entusiasmo com o software – que era novo e que ninguém usava ainda – hoje, tornou-se  obrigatório – eu queria parametrizar tudo.
Fui trabalhar no Ministério da Educação do México e lá eu e minha equipe planejávamos a construção de escolas.
Para isso,  começamos a parametrizar dados como o tamanho da população, a faixa etária, a localização e a infraestrutura existente.
Isso para estabelecer que tipo de base educativa seria necessário construir.
Depois,  começamos a parametrizar os programas arquitetônicos, que em linguagem coloquial querem dizer os requerimentos de espaço,  em um edifício.
    Assim, entrávamos com o número de alunos e a planilha nos dizia quantas salas de aula, banheiros, quadras e demais requerimentos precisávamos projetar. Também nos dizia quantos metros quadrados esses espaços deveriam ter.
Fui, aos poucos, entendendo que, até esse ponto, meu trabalho de arquiteto era o de estabelecer os parâmetros.
   Aplicá-los, no entanto, poderia ser feito por qualquer pessoa com critério.
  Qualquer um, com acesso àquelas planilhas, poderia dimensionar o requerimento de infraestrutura educativa e planejar gastos do governo. Aquilo me deixava feliz mas ainda sentia  falta de algo.
Foi quando um dia, um amigo meu, pesquisador de matemáticas
 aplicadas, me convidou para uma atividade na sua universidade. Pediu que eu encomendasse aos alunos dele uma ferramenta informatizada,   aplicando a matemática ao meu trabalho.
Minha resposta foi rápida. Eu
encomendei um software que resolvesse tudo aquilo em um projeto de arquitetura, que pudesse ser parametrizável como, por exemplo, calcular o número de habitantes de um edifício e seu uso para que fossem determinados os requerimento de estacionamento, circulações, escadas, elevadores, banheiros, cômodos, etc.
Mas não ficaria nisso. Com os resultados processados, o software tinha que desenhar os espaços e dar algumas opções.
   O papel do arquiteto seria escolher uma ou várias soluções e combiná-las para o projeto final.
Houve uma resposta muito boa considerando as limitações dos alunos. Eles planejaram usar um software que a universidade havia desenvolvido
 para a lapidação otimizada de diamantes. Ou seja, como lapidar uma pedra natural perdendo a menor quantidade possível de material.
A semelhança da lapidação com um projeto de arquitetura é a que ambos possuem mais de uma solução, mas, se alguém deseja um resultado ótimo, as opções se reduzem e sugerem um caminho muito restrito a seguir.
Claro. Lapidar um diamante tem menos questões subjetivas a serem consideradas do que um projeto de arquitetura. Tem menos fatores a considerar também. Mas,  o princípio
regente é muito semelhante.
É aí que os dois pontos de história se juntam às conversas de IA com minha mãe e ao advento de uma tecnologia que  já vinha se desenvolvendo desde os anos 40 e começou  a se propagar para além dos meios acadêmicos e científicos.
O software de lapidação de diamantes. já utilizava IA de uma
 maneira muito primitiva, mas nada como os modelos de linguagem avançados de hoje.
    De lá para cá, vários grupos de empresas de tecnologia de desenho e projeto por computador começaram a desenvolver ferramentas para otimizar projetos com alguma espécie de automação. Primeiro, usando matemática pesada. Depois com IA mesmo, conforme a tecnologia foi se tornando mais acessível.
Nunca tive o privilégio ou a necessidade de definir um projeto de arquitetura com o suporte de IA.
   Acho que pouca gente no mundo já fez ou faz isso. A construção civil é muito lenta em adotar novas tecnologias. No entanto, fiquei fascinado vendo como aquilo que eu estava pedindo aos alunos da faculdade de matemática aplicada estava tornando-se realidade. Eu só intuía a possibilidade de aquilo funcionar e servir realmente de algo.
Pouco a pouco – nem tão pouco a pouco assim – várias ferramentas de IA começaram a se infiltrar no meu cotidiano de trabalho. As ferramentas de geração de imagens realistas para que os clientes possam entender o projeto proposto se viram muito beneficiadas. Imagens que antes se fazia em horas agora se fazem em segundos ou mesmo em tem real.
Isso me permite, hoje, usar a visualização 3d realista como forma de trabalhar e decidir questões de projeto, não somente para apresentar o trabalho concluído. A IA promete livrar  os arquitetos  do trabalho repetitivo e tedioso que a projetação impõe.
Não olhamos com admiração chefs de cozinha cortando, com arte, vegetais em lâmina quase transparentes?  Não admiramos a dedicação dos pintores, detalhando seus desenhos? Será que essa capacidade e disposição do artista ou artesão não falam e contribuem com o processo criativo?
Às vezes, a resposta será sim, por uma questão de eficiência. Mas eficiência não quer dizer eficácia.

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: O querido Doutor Sobral Pinto
Next: Vamos Conhecer o Manguezal!

Postagens Relacionadas

WhatsApp Image 2026-04-07 at 09.25.20
  • Alex Cabral Silva
  • Colunistas

Uma presença graciosa

Alex Cabral Silva 7 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-07 at 13.32.01
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Porco armado

Vicente Limongi Netto 7 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-07 at 13.30.21
  • Agenda
  • Colunistas

Ressurreição em tempos de colapso

Luiz Claudio de Almeida 7 de abril de 2026

O que você perdeu...

IMG-20260407-WA0095
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 8 de abril de 2026
IMG-20260407-WA0068
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 7 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.12.36
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 7 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-07 at 09.25.20
  • Alex Cabral Silva
  • Colunistas

Uma presença graciosa

Alex Cabral Silva 7 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.