
Jacques Wagner finalmente se tocou, mostrou um pingo de decência e deixou a liderança do governo no senado. O cargo é do Presidente da República, não é do eventual ocupante. Fez marola própria de quem tem culpa no cartório. Não fez nada de errado. Vorcaro mente, Wagner é santo. Vai fazer campanha na Bahia em busca de reeleição com esta toada cretina e mentirosa, não fez nada de errado. Nunca recebi dinheiro de ninguém. Tadinho. O povo trabalhador tem que ouvir e conviver com este teatrinho de lorotas, canalhices e empulhação, que levam a classe política para o fundo do poço da indignidade. Nessa linha de patetices e afrontas ao bom senso e a verdade, surge o medonho Fernando Hadad dizendo que Jacques Wagner é inocente. O ex-ministro da fazenda não tem autoridade para deitar regra, para falar de moralidade e decência. Vai afundar mais ainda a candidatura dele, pelo PT, ao governo de São Paulo.
Encerro com box dedicado ao amoroso clã Bolsonaro. Tudo que acontece por lá é digno de pastelões. O chefão, golpista preso, saiu-se com nova pérola. Depois de tentar arrancar a tornozeleira com fogo de maçarico, declara agora que tirou a arma que tinha em casa porque convive diariamente com 3 mulheres. Não explicou o motivo de envolver as empregadas em mais um episódio patético. Por fim, dona Michele disse que foi ofendida e humilhada pelo enteado Tariflávio Rachadinha. A queixa da ex-primeira dama renderia bom enredo para novo filme na unida, singela e pacata família. Prato cheio para programas de fofocas.
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Seleção – Subimos mais um degrau. Melhor partida do Brasil nesta etapa. Meio de campo precisa criar mais, joga muito com toques para os lados. Paquetá foi bom meia, no segundo tempo. Rayan foi excelente. Mostrou técnica, garra e personalidade. Neymar e Vini Junior ensaiaram boas jogadas pela esquerda. Pena que nossos laterais não saibam apoiar. Abrimos mão de forte opção de ataque que damos de mão beijada aos adversários.




