UBM cria Instituto Superior de Estudos Brasileiros para debater o uso responsável da IA na Educação

  Ao celebrar os seus 65 anos de existência, o Centro Universitário de Barra Mansa (UBM)  criou o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB/UBM) para debater o uso responsável da Inteligência Artificial na Educação.
  O lançamento ocorreu durante a 52a Atualização Pedagógica, que reuniu docentes e especialistas para discutir o papel do professor na era da IA
  Durante a 52ª Atualização Pedagógica, r a instituição, por seu Comitê Gestor, anunciou a criação do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB/UBM). O novo centro de excelência terá como uma de suas principais missões debater o impacto e o uso responsável da Inteligência Artificial (IA) na educação e no mercado de trabalho.
O tema foi “O futuro ainda é uma escolha? 65 anos formando pessoas para transformar o amanhã”.
A abertura oficial foi conduzida pela Vice-Reitora do UBM, Professora Rosali Maciel, após uma apresentação cultural dos acadêmicos do curso de Música. Em seu discurso, Rosali falou sobre a importância de o corpo docente da universidade a refletir sobre o protagonismo humano diante dos novos tempos.
“Estamos começando com esse questionamento para compreender qual é o nosso papel em um futuro onde a inteligência humana vai conduzir a inteligência artificial”, afirmou a vice-reitora.
O anúncio oficial da criação do instituto foi feito pelo Diretor de Desenvolvimento Institucional do UBM, Professor Doutor Leonardo Iorio.
Fundacao-ISEB-4-300x200 UBM cria Instituto Superior de Estudos Brasileiros para debater o uso responsável da IA na Educação“O ISEB/UBM nasce como um centro multidisciplinar de altos estudos voltado à pesquisa, produção intelectual e intercâmbio de ideias. O objetivo é conectar a comunidade acadêmica aos setores público e privado, fortalecendo o desenvolvimento regional”, disse o professor Leonardo Iorio.
Antes do anúncio, Iorio ministrou a palestra “IA: reformando o pensamento e reformando a Educação na perspectiva de Edgar Morin”, reforçando que a tecnologia deve servir à autonomia do estudante.
“A educação tem que estar sempre se reformando, sobretudo diante das novas tecnologias. Mais do que isso, precisamos formar alunos com protagonismo, autonomia, cidadania e, sobretudo, humanismo”, destacou o professor Iorio.
O encerramento do evento ficou por conta do professor George Yagui, integrante do Comitê Gestor do UBM e especialista em Inteligência Artificial, com a palestra “O professor que a IA não substitui: o docente como arquiteto da aprendizagem na era generativa”.
Yagui apresentou aplicações práticas da IA em setores como segurança, agricultura e saúde, mostrando que a tecnologia já é uma realidade inevitável. No entanto, o especialista trouxe uma mensagem de valorização da carreira docente, ponderando que nenhuma máquina substitui a capacidade humana de inspirar e desenvolver o pensamento crítico.
“Hoje tenho a honra de falar sobre o professor que a IA não vai substituir. É um tema crucial para o momento que estamos vivendo”, concluiu Yagui.
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