
Valdemar Costa Neto, o chefão do PL e do cofre da legenda, anda tenso e preocupado com reações bruscas do candidato Flávio Bolsonaro. No começo da campanha, o comando do PL era só alegrias. No cenário eleitoral, apenas bons aromas. Vasos com flores alegravam o ambiente do rico partido. Hoje, o enxofre, detergentes e água sanitária não estão dando conta. O mal cheiro persiste. Sal grosso não resolve. Valdemar foi aconselhado por outras raposas felpudas criar conselho de psicólogos, psiquiatras, sociólogos geriatras e pais de santo, para ver o que há com o humor e o estado de espírito do filho 01 do golpista, condenado e preso. Dinheiro para Valdemar não é problema. Se for o caso, o conselho de notáveis que Valdemar costuma ouvir na hora do aperto, alerta ser preciso recorrer a cientistas internacionais. O destemperado e grosseiro Donald Trump poderá indicar médicos dele, aos quais recorre quando tem frequentes acessos de loucura e quer descontar no resto do mundo. Há quem sustente que parte do atual quadro de melancolia de Flávio Bolsonaro é culpa do padrinho dele, Trump, por agravar mais ainda as taxações de produtos brasileiros além de mandar uma ratazana da equipe de sabujos dele, Marco Rubio, jogar as patas no Brasil e em Lula. O conselho de médicos antever que terá problemas para colocar Flávio na ponta dos cascos para ver se recupera o tempo eleitoral perdido, já que o filho 01 que caiu no colo de Valdemar Costa Neto, tem mostrado aos brasileiros diversas personalidades. Uma hora é Flávio Rachadinha. Na hora do almoço é Flávio Chocolate, no lanche da tarde é Flávio Vorcaro, a noite prefere ser o Flávio Sicário. De madrugada tem pesadelos com Flávio Milicianos. Quando bota os pés no senado, ode é um completo inútil, é o Flávio moleque de recado de Trump. Assim fica difícil para o eleitor bolsonarista decidir em qual Flávio vai votar. Ou, então, vai desistir de ser besta e votar errado.



