Lui Coimbra - um dos destaques da edição, se apresentará pela primeira vez no festival Foto Leo Aversaleo
O Rio Cello, maior festival de violoncelos do país, chega à 32ª edição, de 8 a 16 de agosto, ocupando jardins, museus e igrejas do Rio e de Volta Redonda (de 5 a 7 de agosto) com programação gratuita. Criado pelo cellista inglês David Chew, radicado no Brasil há mais de 40 anos, o festival já levou a música de concerto a mais de 500 mil pessoas — do Theatro Municipal às quadras da Mangueira e da Beija-Flor, do metrô a comunidades como a Maré e o Dona Marta.
Este ano, temos dois ganchos fortes: a estreia do Cello Kids, vertente dedicada às crianças com formação e apresentação especiais; e os 20 anos do Cello Dance, que une violoncelo e dança – com direito ao retorno de Bettina Dalcanale, primeira bailarina do Theatro Municipal e a primeira a dançar no projeto, interpretando Villa-Lobos no gramado do Museu da República. A abertura, no dia 8, às 11h, será nos Jardins do Museu da República, no Catete, com uma homenagem a Tom Jobim e Vinicius de Moraes. De lá até o dia 16 os concertos se espalham pelo museu, pelo Espaço Cenáculo, no Flamengo, e pela Casa Museu Eva Klabin, na Lagoa.






