Urnas ingratas e rancorosas
A ficha está caindo. As urnas são democráticas, aceito, mas também sabem ser ingratas e volúveis.
Humilharem Sarney e sua filha, assim como Renan — para ficarmos apenas nesses exemplos —, que deram a vida pelo Maranhão e por Alagoas, é ultrajante.
Elegem alguns com honras, embora nunca tenham erguido um tijolo pela melhoria da vida dos mais necessitados. Votam em bichos exóticos, tatuados e pintados, que vociferam, agridem e são adoradores dos holofotes fáceis.
Vendem a alma, esmerados em demagogia. Não têm projetos que beneficiem a coletividade. Atuam pendurados em insultos e galhofas, navegando no oceano da canalhice, da sordidez e da empulhação.
O mais grave é que eleitores se deixam fascinar justamente por aqueles que demonstram ser mais parasitas. As urnas também sabem trair o bom senso. Em um clique, liquidam a trajetória de políticos calejados, operosos e respeitados. Preferem eleger moleques e malucas que mal assinam o próprio nome.
A mídia cretina fala em renovação. Não convence ninguém de bom senso.
Esta eleição tem a tônica do ódio, do rancor e do ressentimento. Raros pensam no Brasil e no bem-estar do povo. Votam com sangue nos olhos, com sentimento de vingança, tomados pela leviandade e pela torpeza.
Flavio Bolsonaro é manjado delinquente. Ligado a milicianos e assassinos. Senador inútil e falastrão. É papel carbono do pai, presidiário e golpistas. Eleger um irresponsável e parasita como Flávio Bolsonaro é torcer contra o Brasil.


